quinta-feira, 14 de julho de 2011

TERMOS DO RELATIVISMO

               
Vi na internet um vídeo de um menino conversando com dois homossexuais. Ele achou estranho que dois homens fossem casados. Li os comentários a respeito das atitudes e das perguntas do garoto. Havia aqueles que defendiam e aqueles que criticavam. O que me chamou mais a atenção foi o que escreveram os defensores do “casal” de homens. Eles usavam um linguajar que denota uma total falta de profundidade. Eles usavam os termos “amor”, “felicidade”, “fundametalismo”. Mas o que é que esses defensores do homossexualismo querem dizer quando usam esses termos? Bem as minhas conclusões são as seguintes:

Amor: Para o defensor da homossexualidade, amor é uma carta de alforria, um salvo conduto para qualquer atitude, e no caso deles, para o relacionamento sexual entre seres do mesmo gênero. Isso mostra que há um total desconhecimento do que vem a ser o amor. O amor não é indecente. O amor não pende para a luxúria. O amor não é sexual, já que um filho ama um pai, mas não expressa esse sentimento em manifestações sexuais. Amor e sexo são duas coisas distintas. É possível amar uma pessoa sem fazer sexo com ela, assim como é possível ter prazer na relação sexual sem conhecer sequer um só detalhe da vida do outro. A passeata gay nesse ano teve como lema; “Amai-vos uns aos outros”. Usaram a Bíblia só que de forma totalmente indevida.

O perigo é que esses que usam esse termos para justificar o ato sexual na homoafetividade não percebem que o pedófilo pode usar o mesmo argumento. Um dos crimes passionais de maior repercussão em nosso país foi, sem dúvida alguma, o ocorrido no final da década de 70, que ficou conhecido como “Caso Doca Street”. Raul Fernando do Amaral Street, o Doca, matou sua bela namorada Ângela Diniz após uma violenta discussão entre o casal. Ela, que estava com Doca havia apenas alguns meses, era conhecida como “A Pantera de Minas”, personalidade ativa nas colunas sociais do Rio de Janeiro, amante das festas e eventos noturnos em geral. No final a defesa alegou que Doca Street matou por tanto amar. Cuidado com o uso que se faz do termo amor, porque a maior prova de que não sabemos do que se trata é usá-lo de forma indevida e irresponsável.

Felicidade: O sujeito quer ser feliz. Mas o que é felicidade? Felicidade não é o pote cheio de ouro em uma das extremidades do arco-íris. Felicidade não é um lugar onde chegamos. Felicidade não é um estado fixo. Felicidade é a jornada empreendida com dignidade, honra, honestidade, perdão dado e recebido, respeito, consideração, probidade e santidade. Não é possível que sejamos felizes fazendo aquilo que não convém. Nossa própria consciência nos acusa. Você que me lê sabe muito bem do que eu estou falando.

Os defensores do homossexualismo dizem que o importante é a felicidade. Mas as estatísticas estão aí que comprovam que nem heterossexualidade e tampouco homossexualidade são base para felicidade. O que dizer das pessoas que não podem praticar sexo por conta de determinadas enfermidades? Estariam elas fadadas a uma existência infeliz? O problema todo está em confundir sexo com felicidade.

Fundamentalismo: Essa é a pecha que assacam contra aqueles que baseiam suas convicções na Bíblia. Mas pelo menos encontramos nestes “fundamentalistas”, um fundamento que, em meu entendimento é sólido porque desde que Bíblia é Bíblia, ela condena a homossexualidade como transgressão da lei de Deus e como pecado abominável. Pior do que ter um fundamento sobre o qual podemos discutir nossas convicções é não ter nenhum fundamennto. Interessante é notar que aqueles que não têm fundamento são facilmente seduzidos por aqueles “fundamentos” que lhe são favoráveis.

Dizem que a Bíblia está desatualizada. Somente os que não a conhecem dizem isso. A Bíblia é atualíssima porque trata de um problema que nunca deixou de ser atual - O PECADO. O pecado muda de cor, sexo, data, geografia, nome.....mas pecado é transgredir a lei de Deus e não importa o nome que receba, pecado é pecado.

Um dos que escreveu disse que somente no Antigo Testamento é que encontramos condenação a respeito da prática homossexual. Parece que a pessoa que escreveu isso jogou fora a Carta de Paulo aos Romanos 1.18-32, por exemplo.

Deus é amor. Deus é santo. Nele encontramos nossa felicidade. Chamem isso de fundamentalismo ou qualquer outro termo, essa é uma verdade cujo relativismo não pode derrotar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário