segunda-feira, 11 de junho de 2018

SOU PASTOR SOMENTE! ISSO BASTA PARA VOCÊ?



Não desejo começar uma guerra. Não desejo magoar ninguém com meu escrito. Permitam-me o aparente abandono da modéstia (que aliás, não é meu forte), mas eu tenho o mesmo desejo que Lutero teve quando afixou as noventa e cinco teses nas portas da Catedral de Wittenberg, na Alemanha - provocar o debate, a discussão, em busca de novos e mais promissores caminhos e horizontes.

Quero deixar evidente que não sou absolutamente contra a academia. Eu a considero de crucial importância para a formação de profissionais de gabarito e que tenham o compromisso com um bom desempenho, uma boa performance. Tenho aversão á mediocridade. Talvez a busca da excelência produza algumas patologias psíquicas, espirituais e até físicas, mas se buscarmos a excelência com os pés no chão, com humildade, então chegaremos perto do nosso objetivo sem desenvolvermos enfermidades.

É preciso que compreendamos que o problema não está na academia, mas sim nas motivações que levam alguns a viverem dentro dela fazendo dela uma forma de arrebanhar admiração e cortejos, elogios e tietagem.

Há alguns anos era bastante o Pastor Presbiteriano ter um curso de Bacharelado em Teologia. Hoje, pelo que tenho presenciado, isso já não é suficiente. É muito comum alguns Conselhos de Igrejas, ao fazerem contato com Pastores com vistas a convidá-los para participarem de um processo de transição Pastoral, pedirem o currículo. Nada de errado quanto a isso, é bom que se frise! A questão é que se o Pastor não tiver um curso de Mestrado, ou de Doutorado, na atualidade, ele será facilmente superado por aquele que os tem, ainda que o outro tenha larga experiência e uma carreira abençoada no Pastorado.

Recordo-me quando fui examinado pelo Conselho da IP de Vila Buenos Aires, SP, sobre meu desejo de ir ao Seminário, estudar e me formar Bacharel em Teologia.

Muito bem; isso já faz 33 anos (29 de Pastorado e 4 de Estudos Teológicos no Seminário JMC). Sou da Turma de 1985 que se formou em 1988 e tem como Patrono, para nosso orgulho e alegria, o Reverendo Atael Fernando Costa, de saudosa memória.

Recordo-me que o Conselho me questionou perguntando por que eu desejava ser Pastor.

Eu disse que me sentia chamado para isso!

Confesso que por maior que fosse minha convicção a esse respeito, eu não tinha noção da dimensão dessa resposta.

Mas é isso que eu tenho tentado ser - Pastor do Rebanho de Deus, conforme bem colocou Pedro em I Pedro 5.1-4.

Eu tinha 30 anos de idade quando isso aconteceu. Já era pai duas vezes e a minha caçulinha chegou quando eu estava no segundo ano de Seminário.

Repito: É isso que tenho tentado ser – Pastor! E não porque não havia me saído bem na atividade da qual eu tirava o sustento da minha família até os meus trinta anos. Nunca me faltou emprego e eu sempre fui muito bem remunerado. Eu simplesmente sentia dentro de mim um desejo enorme de me entregar mais ao estudo da Palavra de Deus e a Exposição da mesma, de Aconselhar e cuidar espiritualmente das pessoas que professavam a mesma fé que eu, um desejo enorme de me envolver mais diretamente com a evangelização, discipulado e doutrinamento. Assim eu procurei o Conselho da IP de Vila Buenos Aires e revelei esse meu desejo. Revelei também que gostaria muito de atuar em nível do Magistério Eclesiástico.

Amo a docência, mas infelizmente na IPB (não creio que isso seja diferente em outras denominações) essa é uma questão muito politizada, e quem me conhece sabe que não sou politiqueiro. Sou político! Todo homem é um ser político. Todos nós praticamos política. Mas não sou de costurar, fazer arranjos, para “me dar bem”.  

Contento-me em Pastorear! Vivo essencialmente o Pastorado e do Pastorado.

Tenho tentado honrar aquilo que disse ao Conselho daquela minha amada Igreja. Prego, aconselho, ensino, visito, acompanho o nascimento de muitos, sepulto outros tantos, oficio cerimônias de casamento, etc...Tudo o que está incluído no Ministério Sagrado. E ainda, por conta da bondade divina em me dar dons, escrevo e canto.

Mas sou Pastor!

Sinceramente? Como eu gostaria de ser respeitado por isso. Por ser Pastor, somente!

Dizer que Pastor deve ter cheiro das ovelhas que pastoreia é um bonito discurso e frase de efeito, mas se isso não acontecer, serão apenas palavras lançadas ao vento que você leu em algum livro e usou só para impressionar incautos.

Um Pastor de Igreja Local não agrada a todas as ovelhas. Como dizem alguns: - Nem Jesus conseguiu. Não é disso que estou falando. Aliás, sou muito feliz no Pastorado da Igreja Presbiteriana de Mogi das Cruzes, SP! Estou aqui há 12 anos! Já no meu 29º ano de Ministério Sagrado deu para assimilar a realidade – se quisermos agradar a todos, estamos dando o primeiro passo para agradar ninguém.

É preciso compreender no que consiste o Ministério Sagrado e buscar fincar princípios que podem ser avaliados constantemente e até mudados se for necessário, mas o Pastorado não pode ser um navio com velas hasteadas e sem leme.

Repito: Como eu gostaria de ver o respeito a mim e por todos aqueles que são apenas Pastores de almas, que reconhecem o valor da academia, mas não nos permitimos sacrificar as ovelhas em detrimento do refinamento teológico.

Repito: Não sou contra os estudos, a academia!

A IPB precisa de Pastores! Pastores com bom conhecimento, bom preparo, bons cursos de atualização teológica (não de Congressos apenas), tudo isso auferido, mas  não às custas das ovelhas.

Será que é difícil compreender isso? Nenhum Pastor tem o direito de deixar o Pastorado para se envolver com a academia se isso implicar em negligência quanto ao exercício da Poimênica com todas as suas implicações.

Sim, é verdade, precisamos de Pastores com o conhecimento de mestres e também precisamos de mestres que tenham o coração de Pastor.

O conhecimento que não produz piedade é inútil. O conhecimento que não produz temor a Deus e não leva o indivíduo à uma vida de obediência é totalmente fora de propósito. Os títulos auferidos na academia devem servir a um propósito maior quando se trata, principalmente, do Ministério Sagrado e esse propósito é manifestar a Glória do Supremo Pastor, no Pastorado.

O conhecimento que transforma o Pastorado em uma atividade secundária e paralela, e ainda, fonte de orgulho e soberba é realmente prejudicial.

Desejar ardentemente ser reconhecido como Mestre ou Doutor e não tão ardentemente ser visto como um Pastor do Rebanho de Deus, é vergonhoso para quem um dia, examinado pelo Conselho de uma Igreja, se disse vocacionado, chamado para o Ministério Sagrado.

A pessoa que opta pelo Ministério Sagrado porque simplesmente não teve sucesso em nenhum outro empreendimento é tão prejudicial à Igreja quanto aquele que não se dá bem no Pastorado porque revela completa falta de vocação e tendo vivido situações de total esterilidade, parte para academia fazendo do Pastorado um bico, uma atividade de segunda mão.

Não estou me oferecendo como exemplo, modelo, "tipós".

Sou um eterno aprendiz e em se tratando de Poimênica o fazer diário é a mais eficiente academia.

Se com humildade, com o coração quebrantado, reconhecermos que devemos ter as virtudes do Supremo Pastor que é Cristo, então levaremos a Cruz do Ministério e seremos vencedores como Ele foi. Seremos reconhecidos por Ele, não por humanos falíveis e confusos, como bons despenseiros da graça que um dia nos foi confiada.

Que Deus abençoe os Pastores que Pastoreiam, com conhecimento de mestres, os Mestres que ensinam com o coração de Pastor e aqueles cujo trabalho tem a benção do Supremo Pastor de almas – Cristo Jesus um carpinteiro, um homem simples cuja sabedoria ninguém jamais poderá sobrepujar.

sábado, 26 de maio de 2018

O BRASIL É GRANDE POR FORA E PEQUENO POR DENTRO.



Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, quando, porém, domina o perverso, o povo suspira.[1]

O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna. [2]

QUE PAÍS É ESSE O NOSSO? POR CERTO GRANDE POR FORA E PEQUENO POR DENTRO. REFLITA COMIGO.

Nós não temos furacões, tornados (pelo menos não como aqueles que vemos em outros países como os USA, por exemplo). Não temos terremotos, como aqueles que destroem alguns estados no Japão, Chile, Itália e outros países. Não temos Tsunamis! Não temos vulcões em atividade e eu nem sei se temos vulcões inativos.

Nossa independência não foi resultado de luta contra o colonizador como foi o caso dos Estados Unidos que teve uma luta feroz contra a Inglaterra.

A escravidão no Brasil não foi resultado de uma guerra como foi nos Estados Unidos onde milhares de americanos perderam a vida na guerra da Secessão que consumiu os anos de 1861 a 1865 destruindo famílias e dividindo um país entre sul e norte. Aqui a Lei Áurea pôs fim à Escravidão.

O Brasil nunca foi destruído como foram Alemanha, Japão, Inglaterra, na Segunda Grande Guerra Mundial (1939/1945) onde morreram aproximadamente 50.000.000 de pessoas entre soldados e civis.

Agora pense seriamente no Estado de Israel. Veja seu tamanho e o quanto os judeus têm que lutar para se impor. Veja a Coréia do Sul e analise sua situação econômica. Compare com o Brasil. O que será que existe nesses pequenos territórios que acomodam grandes nações em relação ao Brasil que é um GRANDE território, mas uma PEQUENA nação?

Os Estados Unidos viveram a experiência da morte de vários de seus Presidentes. Abraham Lincoln, por exemplo, considerado o seu maior estadista, foi assassinado com um tiro na cabeça. Os USA já tiveram quatro Presidentes assassinados e outros que morreram exercendo seus cargos. Não que eu desejo isso a qualquer presidente brasileiro.

O que desejo enfatizar é que nosso país tem sido, até aqui, abençoado pelo Criador e Sustentador de todas as coisas. Mas parece que estamos abusando.

Aqui temos um povo miscigenado e pacífico. Somos uma massa de gente que veio de outros lugares do planeta. Eu mesmo sou filho de imigrantes italianos, vivo em uma cidade colonizada por japoneses. Aqui temos italianos, japoneses, russos, alemães, e tantas e tantas outras nações.

Aqui temos todo tipo de geografia e topografia. Temos climas variados, solo privilegiado, coisas que permitem que plantemos e possamos colher com boa dose de previsão.

O Brasil tem um estado que se chama Minas Gerais que faz, em muito sentido, jus ao seu nome. O Brasil é proprietário de grande parte da selva amazônica ainda não totalmente explorada. Com certeza temos reservas ali de valor incalculável.

Você já tentou comparar o tamanho do território brasileiro, com a Alemanha, Japão, Itália, Reino Unido? Olhe no mapa mundial e veja quantas Inglaterras caberiam dentro do Brasil. Agora calcule a grandeza da história de um e de outro. É de doer, não é verdade?

O que é que faz do Brasil, a despeito de tanta grandeza, um país pequeno? A resposta é: eu e você quando escolhemos ou somos escolhidos.

Enquanto nossos governantes e políticos forem do tipo que são até hoje, a probabilidade de sermos uma grande nação é nenhuma. Enquanto tivermos pessoas como aquele dono de posto de combustíveis que aproveitando da situação de crise, e de forma injustificável passou a cobrar R$9,90 o litro da gasolina, ou daqueles que passaram a cobrar R$500,00 o saco da batata, quando o preço justo seria de R$75,00, o Brasil não cresce, ele permanece murcho, pequeno.

Enquanto tivermos uma máquina administrativa tão cara, com 81 Senadores, 543 Deputados Federais, e tantos Deputados Estaduais, tantos Vereadores, tantas estatais, teremos que conviver com uma quantidade enorme de impostos e taxas. Enquanto tivermos essa máquina que, a despeito da quantidade não responde com qualidade em suas decisões e direcionamento, viveremos como um enorme balão, murcho.

Enquanto tivermos essa quantidade de impostos para manter essa turba e súcia de malfeitores, essas estatais que se tornaram cabines de emprego para o corporativismo político, continuaremos a ser motivo de piada, de chacota no mundo todo.

É preciso enxugar a máquina já dizia o saudoso Ferreira Neto. E dizia isso há muitos anos.

Precisamos de incentivo ao microempresário. Não temos microempresários, mas temos a experiência da informalidade na economia. Essa informalidade é um jeito de sobrevivência sem a interferência imposta do Estado. Sim imposta, porque se alguém quiser deixar a informalidade terá que pagar impostos até que eles o sufoquem e os faça sucumbir.

"O Brasil tem a maior carga tributária do mundo, para pagar a maior máquina administrativa do mundo e que não funciona".

O Brasil só será grande quando o brasileiro deixar de ser pequeno, quando o brasileiro assumir a forma simples de viver a vida, sem luxos, sem faustos, sem mordomias, sem abismo social separando classes de pessoas.

O Brasil será grande à proporção em que a máquina administrativa se tornar pequena do ponto de vista financeiro. Quantos dos 543 Deputados Federais iriam  desejar a candidatura à uma reeleição se, de repente, seus vencimentos fossem cortados 70%? A resposta todos nós sabemos qual é.

Eu estou aqui sentado em meu escritório, acompanhando pelos noticiários toda essa manifestação dos caminhoneiros. Eles têm razão. Não dá para trabalhar se não houver condições de levar o pão para casa. Não dá para trabalhar se a questão é fazer isso para manter um estado guloso, ávido em enfiar a mão no bolso do trabalhador.

O Brasil só será grande quando o trabalhador voltar para casa com orgulho, não só de ter seu trabalho reconhecido, de sustentar com dignidade sua família, mas saber, no fundo da alma, que ele também contribui com o engrandecimento de uma nação.

Roboão, filho do Rei Salomão, dividiu Israel simplesmente porque aumentou a carga de impostos. E Israel nunca mais foi o mesmo. De doze tribos, apenas duas apoiaram a Roboão. As demais dez tribos se separaram.

Que os governantes atuais, ou aqueles que irão ser eleitos nas próximas eleições pensem mais no Brasil do que neles única e exclusivamente, porque o Brasil é um país com todas as possibilidades de se tornar uma das maiores nações da terra, mesmo antes da volta de Jesus.


[1] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Pv 29.2). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.
[2] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Pv 29.4). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

NÃO FAÇA DOS POLÍTICOS BRASILEIROS UMA ARMA. A VÍTIMA É VOCÊ!


Queridos brasileiros.

Nossa situação só não é pior porque somos um povo realmente pacífico. Todavia, o nó está apertando de tal maneira que já não dá mais para respirar. Estamos sendo sufocados.

Fiquei boquiaberto ao ver a pusilanimidade com que os governantes agiram diante dessa crise terrível que vivemos nesse momento com a paralização dos caminhoneiros por conta do preço absurdo do Diesel, e por que não dizer, pelo preço absurdo dos combustíveis.

Aqui no Brasil tudo custa mais caro. E custa caro por conta dos impostos que temos que recolher em cada produto que adquirimos. E os impostos existem dessa maneira no Brasil pura e simplesmente para manter o Estado. Quando eu falo em Estado eu me refiro à máquina “administrativa” – Presidente, Governadores, Prefeitos, Vereadores, Deputados Estaduais, Deputados Federais e Senadores. Sem contar o número de gente que é vinculada a esses tais políticos (assessores e outros).

No Brasil temos 81 Senadores e 543 Deputados Federais, ganhando os tufos. E quando eu penso em Senadores me vem à mente Gleisi Hoffmann, Lindberg Farias, Renan Calheiros, Eunício de Oliveira, Romero Jucá e outros tantos que, falando com franqueza e equilíbrio, são uma vergonha. Uma vergonha!!! Eles ganham uma enormidade para fazer o que estão fazendo? É isso? Veja o caso de Gleisi Hoffmann; ela está mais preocupada com seu partido e com o tal Lula do que com o Brasil. Isso é notório! Ela está mais preocupada com o PT do que com o Brasil.

Ontem assistindo a um documentário sobre a ascensão de Hitler e a Segunda Guerra Mundial e fiquei atônito ao observar que quando os alemães conquistavam um território não era a bandeira da Alemanha que era hasteada, mas sim a bandeira da suástica nazista. No Brasil temos a mesma coisa. Os petistas não portam a bandeira brasileira, mas a bandeira do seu partido.

Mas voltemos a questão dos preços dos produtos no Brasil e a crise que enfrentamos hoje.  Veja por exemplo quanto custa os Deputados Federais e os Senadores, anualmente.

Vejam os números que temos apenas levando em consideração Deputados Federais e Senadores.

Os custos para a manutenção dos salários e benefícios atrelados aos deputados e senadores já passam de R$ 1 bilhão por ano. De acordo com levantamento exclusivo do Congresso em Foco, as despesas para cada deputado somam R$ 143 mil por mês. No caso dos senadores, a conta é mais salgada, são R$ 160 mil mensais. Ao final de um ano, a despesa total será de R$ 1,1 bilhão, sendo R$ 939,2 milhões gerados pelos 513 deputados e R$ 164,8 milhões pelos 81 senadores. Em média, cada deputado custa R$ 1,8 milhão por ano; a despesa anual com um senador é de R$ 2 milhões”. http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/deputado-e-senador-custam-mais-de-r-1-bi-por-ano/

Um bilhão! Um bilhão por ano! E para quê? Na Bíblia lemos: Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança”. [1]

A pergunta que não quer calar é: Onde está nossa segurança? Sim porque haja conselheiros!

A situação se torna mais insustentável ainda quando vemos os noticiários de que, apesar dos altos ganhos, a quantidade de gente que se corrompe no exercício do cargo político é absurda. Cada dia temos a notícia de um político, ou mais, condenado por corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e outras tantas ilicitudes.

O saudoso jornalista e comentarista econômico, Joelmir Beting disse, referindo-se ao PT: “O PT é, de fato, um partido interessante. Começou com presos políticos e vai terminar com políticos presos”. Terrível palavra profética se levarmos em conta que o grande ícone desse partido, que presidiu o Brasil por dois mandatos (sem levarmos em conta sua atuação como eminência parda de Dilma sua sucessora), está preso condenado em um processo e ainda há outros mais contundentes nos quais o MPF ainda está trabalhando e que, resultará, ao que nos parece, em mais condenações.

Tenho que fazer justiça à Joaquim Antônio Ferreira Netto ( 1938/2002) quando por diversas vezes disse que o Brasil deveria enxugar a sua máquina administrativa, eliminar a gordura que impedia que a iniciativa privada e os micro empresários tivessem sucesso em seus empreendimentos.

O Brasil precisa urgentemente enxugar a máquina. O Brasil precisa de Reforma Política. É uma vergonha se falar em reforma da Previdência, com esses “governantes” que legislam e executam em seu favor, em vez de legislar pensando no povo.

E aqui estamos nós em um momento de crise terrível. Sofremos um momento de convulsão e colapso por conta do custo exorbitante dos combustíveis. Isso já era um desastre anunciado. E tudo por conta dos impostos para se manter o Estado respirando. O que nossos “governantes” não percebem é que somos um país na UTI respirando por aparelhos. E eles não estão nem aí. Pode acreditar! Muitos deles construíram seu futuro!

Lembro-me do Deputado João Alves de Almeida (1919/2004) foi um político brasileiro com base eleitoral no estado da Bahia.

Foi deputado federal de 1963 até 1994. Era o líder dos anões do orçamento. Na CPI, apresentou uma justificativa antológica para a fortuna que tinha acumulado: alegou que era um homem de muita, muita sorte e ganhara dezenas de vezes na loteria. Renunciou ao mandato de deputado antes de ser julgado, escapando da cassação e da perda dos direitos políticos.

Assisti no Youtube um vídeo de alguém que flagrou Eunício de Oliveira (MDB) e Jorge Viana (PT), e outro que saiu de fininho, no aeroporto de Dubai em conexão para o Japão. Enquanto os brasileiros suam aos cântaros para colocar o pão sobre a mesa essa turma que faz jogo de cena se junta, sei lá para quê em aeroportos em viagens caríssimas, para fazer, como disse, não sei o quê. Aqui está o link –

Reforma Política imediata. E que nessa reforma fique determinado que aqueles que um dia foram políticos devem ser total e cabalmente impedidos de participar. Além disso, deve ser passado um pente fino nessa gente e cadeia para o que forem condenados, com o confisco dos bens arrebanhados de forma fraudulenta à custa do trabalhador brasileiro.

Um abraço.


[1] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Pv 11.14). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

CRENTES DE VERDADE PERSEVERAM, FRUTIFICAM. ÉS UM?



Confesso que me custou muito para pegar no sono. Minha cabeça ficou focada em uma situação que eu vejo se repetir há anos e, a despeito dos alertas, as pessoas parecem brincar de andar bem próximo do abismo sem se darem conta de que num momento, podem escorregar e cair de vez, e assim, perder toda uma vida, uma família, uma história.

Eu tenho vivido toda minha vida dentro da Igreja Cristã. E tenho vivido intensamente! Nesses anos todos, tenho conhecido um número enorme de pessoas que deixaram a comunhão e na sua massacrante maioria, passaram a viver uma vida de total descaso, alienação a respeito de Deus e pior, perderam todo lastro moral, toda ideia de decência humana, de consciência e de prazer pela vida. Parece que muitos se tornaram piores do que eram quando viviam nos limites da Igreja Cristã, como cristãos.

Fiquei deitado em minha cama envolvido pela escuridão e bem agasalhado pelos cobertores já que fazia nove graus de temperatura. A tristeza era profunda e os questionamentos mais profundos ainda. Tudo isso misturado com um sentimento de total impotência ao me lembrar de pessoas tão amadas, tão queridas, tão úteis em outros tempos, gente de valor, talento, potencialidade, dotação, mas que parecem não amar mais a comunhão, o ajuntamento solene, a corte dos filhos do Altíssimo que se reúne periódica e metodicamente para prestar-Lhe Culto e Adoração.

Veio à minha mente a palavra da Santa Escritura que encontramos em Hebreus 10.19-25: “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. [1]

Tenho alertado, há muitos anos, quanto aos cuidados com os valores indispensáveis de uma vida e carreira cristãs marcadas por atos de verdadeira piedade e não de uma religiosidade sazonal, emocional, corporativista e pior, falsa.

Cabe a você fazer sua auto avaliação, uma autoanálise de sua vida com Deus, de sua vida de comunhão com outros que professam a fé em Cristo, de seu engajamento na Igreja comprada com o precioso sangue de Jesus Cristo.

Cabe a você se auto questionar sobre o teu compromisso com o Reino de Deus em relação ao reino satânico que chamamos reino dos homens.

Tendo vivido todos esses anos nos limites da Igreja Cristã, experimentei um número enorme de experiências variadas. Algumas extremamente boas, e outras, igualmente, ruins, dolorosas. Como disse certa vez um irmão em Cristo: - Muitas ovelhas têm chifres duros.

Nesses anos todos, eu vi aquilo que Jesus tão bem e tão claramente expôs na Parábola do Semeador (Mateus 13.1-9 – 18-23). Naquela Parábola Jesus falou de quatro tipos de solos onde a semente da Palavra do Reino é semeada.  
OS SOLOS (CORAÇÕES HUMANOS)
O primeiro nem se importa com a semente. Não a acolhe e nem a recepciona. Ela fica ali, largada, abandonada. O maligno então a arrebata e o solo continua como era; duro, infrutífero, desértico; um lugar apenas de passagem.

O segundo é diferente! Esse tem uma fina camada de terra na superfície, mas há uma rocha dura por debaixo dessa terra. Quando a semente germina e começa a formar a sua raiz, ela é impedida de se aprofundar e por ser fraca em sua raiz, morre. Esse coração é de gente que por falta de profundidade, sucumbe às perseguições e angústias da vida.

O outro solo é feito de terra com profundidade, apta para um enraizamento que lhe garanta uma nutrição boa e assim um forte caule, galhos, flores e frutos. O problema com esse tipo de terreno são os espinhos que representam os cuidados com este mundo. Secularismo, mundanismo, consumismo, a fascinação das riquezas. Eis mais uma semente infrutíferaEis mais um solo estéril!

Entretanto, dos lábios do mestre sempre brotam palavras de esperança. O quarto tipo de solo é um bom terreno. A semente que ali caiu, morreu para gerar vida. E frutificou a olhos vistos.

Pensando nessa Parábola, saída dos lábios do próprio Cristo, devemos perguntar a nós mesmos: que tipo de solo somos nós? A resposta tem a ver com a produção de frutos.

Na escuridão do meu quarto, aquecido pelas cobertas, mas com um frio terrível na alma me questiono a esse respeito. Há um tremor no coração que me faz entristecer quase à morte. Que terrível é essa sensação de que podemos ter acolhido a Semente do Reino de Deus e, a despeito do seu grande poder, tê-la tornado inútil para nós e para todos os que nos rodeiam. Como deverá ser terrível ser condenado pelo Cordeiro de Deus mesmo sabendo tanto a Seu respeito.

Essa escuridão me levou a pensar nessas palavras do escritor da carta aos Hebreus: 

“É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento”[2]. É impossível! 

Tendo acolhido a semente do Reino de Deus, mas sem profundidade e seduzido pelo brilho da glória humana, é impossível uma recuperação. Tenho por certo que são pessoas que jamais foram convertidas.

O que aconteceu com elas é que apenas aderiram ao lifestyle (estilo de vida) cristão, mas foi só uma mudança comportamental e não um novo nascimento que é provado pelos frutos. Essas pessoas se encantaram com o a mensagem do Evangelho, mas não experimentaram a regeneração, a revolução, que o Cristo, que é o âmago, o cerne, o fulcro do Evangelho, produz redimensionando de verdade a vida. Um evangelho sem Cristo é mera poesia. Agradável aos ouvidos, emocional, mas que não produz vida.

Como deve ser terrível ter chegado bem perto e ser lançado para tão longe!

Pedro foi mais contundente ao escrever: 

“Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal”.[3]

Eu não posso, em sã consciência doutrinária, biblicamente falando, sequer imaginar, que Pedro está falando aqui de crentes verdadeiramente convertidos, mas entendo que ele fala de pessoas que viveram a experiência do solo com fina camada de terra por cima e rocha por baixo, ou de pessoas que são como aquele solo com espinhos que impedem o caule de prevalecer. A obra de Deus é completa e perfeita! Uma pessoa verdadeiramente convertida pode viver momentos de profundas tristezas, de abismos e vales, mas ela sempre é erguida por aquele que por ela derramou seu precioso sangue.

Então, ou você é realmente um crente, um regeneradoou é apenas uma pessoa com boas intenções, mas que está aos poucos, paulatina e gradativamente, se afastando a partir do momento que o cristianismo deixa de ser mais uma novidade, ou as angústias da vida, as perseguições e os desafios da vida cristã são mais “fortes” que Cristo que venceu a morte. Jesus mesmo já havia assinalado em Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”[4]. 

Pode ser que você tenha se deixado enganar ao imaginar que as riquezas e a proeminência social sejam absolutamente importantes e que essa história de céu e inferno é uma conversa para pessoas menos intelectuais do que você, uma história para encher a alma dos pobres sem esperança.

Bem, realmente o sono não chegava, mas eu sabia que o sono chegaria e eu iria dormir e com isso atravessar a ponte que me levaria se Deus assim o quisesse, por Sua vontade e plano eterno, para um novo dia. Mas também sabia que se não houvesse um amanhã, a despeito da minha indignidade e falta absoluta de méritos próprios, eu seria acolhido nos braços do Cristo de Deus, do Salvador e Senhor Jesus, e passaria a aguardar na fria sepultura o dia Glorioso da Plena Redenção de todos aqueles que perseveraram até o fim a despeito de tantas luzes falsas a brilhar nos chamando para o outro lado.

Quando tu te deitas, fazes com essa certeza? Podes orar à semelhança do salmista que disse poeticamente: 

“Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro”. [5]

Que Deus nos abençoe, nos dê forças para continuar, mesmo vendo que tantos pularam do barco imaginando que as águas não eram tão profundas e se afogaram.

Que Ele nos salve derradeira e definitivamente. Que nosso coração seja como aquele solo bom e frutífero. E esses frutos sejam a alegria, o prazer, o regozijo de nossa alma verdadeiramente cristã.


[1] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Hb 10.19–25). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.
[2] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Hb 6.4–6). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.
[3] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (2Pe 2.20–22). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.
[4] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Mt 6.24). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.
[5] Almeida Revista e Atualizada. (1993). (Sl 4.8). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

A QUEM PERTENCE JERUSALÉM AFINAL DAS CONTAS?



Faixa de Gaza - Maio de 2018

Adianto a todos que me leem, que não sou expert nesse assunto. 

Refiro-me ao conflito envolvendo palestinos e israelenses.

Eu nasci em 1954 e nessa época já fazia seis anos que Israel tinha sido considerado um Estado reconhecido pelas Nações Unidas.

Durante toda a minha vida eu venho acompanhando, de longe é óbvio, esse conflito. Ora o conflito se acirra, ora recrudesce.

Durante esses meus 63 anos de vida vi notícias de atentados terroristas contra Israel com ônibus explodidos, restaurantes explodidos por homens bombas. Lembro-me do sequestro de um avião que foi desviado para Uganda de Id Amim Dada. Todos os passageiros foram libertados com exceção dos que eram israelenses ou judeus. Tudo com a conivência do ditador de Uganda, Id Amim Dada. E certamente iriam morrer por lá se os israelenses não tivessem arquitetado uma incursão e os libertado.

"O que podemos dizer do Massacre de Munique, também conhecido como Tragédia de Munique? O Massacre de Munique foi um atentado terrorista ocorrido durante os Jogos Olímpicos de 1972, em Munique, Alemanha, quando, em 5 de setembro, onze integrantes da equipe olímpica de Israel foram tomados de reféns pelo grupo terrorista denominado Setembro Negro sendo, até hoje, o maior atentado terrorista já ocorrido em um evento esportivo". (Extraído em parte da Wikipédia)

Todos os onze membros da comitiva de Israel foram mortos. Parece que nos esquecemos disso! Na verdade a maioria dos jovens que são insuflados pelo Hamas a ultrapassar as cercas que os separam dos israelitas, não sabe dessa história.

É provável mesmo que muitos deles nem acreditem na história do holocausto de 6.000.000 de judeus na segunda guerra mundial.

Claro que ninguém se alegra em saber que 60 pessoas morreram de uma forma tão estúpida e injustificável. Eu me pergunto: será que aquela multidão de aproximadamente 45.000 pessoas não tinha mais o que fazer, um trabalho a realizar, uma escola a frequentar? O que eles queriam que os israelenses fizessem? Os deixassem pular a cerca invadir o território israelense, matar soldados e moradores daquela localidade? É isso mesmo? Por que será que aquela cerca está ali? Se você quiser saber, pesquise, e você vai ficar atônito.

Durante todos esses dias eu li muito a respeito. E tentei ao máximo ser imparcial, mas com a minha idade e sempre tentando ser bem informado, fica difícil imaginar que um soldado vá atirar em alguém naquelas condições sem que tenha havido motivo que justificasse tal atitude. Há muita coisa em jogo, principalmente a opinião de outras nações e até da própria Nações Unidas.

Quem me conhece bem sabe que eu sou uma pessoa afeita ao diálogo. Sou avesso a qualquer modalidade de violência, seja verbal, seja física. Violência atrai e gera violência! Isso é um ciclo que precisa ser interrompido por um ato de boa vontade e de perdão.

Sou adepto do diálogo franco, sincero. Ninguém, por mais importante que seja em que contexto for, irá construir para o futuro com mentiras, falsidades e atos de radicalismo. Terrorismo é uma forma de radicalismo. Não concordo com terrorismo e, sem dúvida nenhuma, nisso o Hamas é perito.

Lendo tudo que pude a esse respeito, de uma coisa eu sei; Jerusalém é propriedade de Israel. E tornou-se a capital de Israel desde os dias do Rei Davi. Lamentavelmente, e até por culpa dos próprios judeus, Roma ordenou a retirada deles de Jerusalém no ano 70 dC depois do massacre impetrado contra eles pelas forças do General Tito.

O golpe mais duro foi dado pelas forças muçulmanas que assumiram militarmente aquelas terra por volta do ano 632 dC. Na verdade aquelas terras tornaram-se “terras de ninguém”, um deserto, um lugar pouco aprazível.

Uma boa compreensão do estado daquelas terras e no que ela se tornou depois que os judeus voltaram, no pós-segunda guerra mundial nos é oferecida na obra de Leon Uris, intitulada Êxodus, um romance documentário. Eu li essa obra há muitos anos. Aconselho a leitura.

Mas desde o chamado de Abrão, até por volta do ano 632 dC, o que sabemos pela leitura que fazemos da história, não só a relatada na Bíblia, mas escrita por historiadores como Flavio Josefo, por exemplo, Jerusalém é a capital e propriedade de Israel. As Nações Unidas reconheceram isso e restauraram Israel como nação. E o fizeram em uma época em que os ingleses gerenciavam aquela região mesclada de árabes, palestinos e judeus.

Hoje quando vejo o que está acontecendo naquele lugar eu me entristeço. Na verdade é lamentável a falta de diálogo e o radicalismo, o desejo de ver sangue ser derramado.

Jerusalém é de Israel e fim de papo. Que vivam nela palestinos, árabes e judeus, mas ela é propriedade dos judeus, assim como São Paulo é dos brasileiros e nela vivem, de forma pacífica, uma gama enorme de etnias.

Mas para dar um toque escatológico às nossas considerações eu gostaria de deixar evidente que eu creio na Jerusalém celestial descrita em Apocalipse 21. Essa Jerusalém pertence aos remidos, aqueles que creram na vida e obra de um judeu, filho de José e Maria, nascido em Belém, carpinteiro (ajudante geral), como seu pai, que viveu apenas 33 anos entre nós, tempo suficiente para levar a bom termo a obra de redenção determinada por Deus o Pai. Aquele Jesus morreu e ressuscitou para justificar judeus e gentios, árabes, palestinos e gente de qualquer etnia, raça, tribo e nação.

Paulo disse aos Efésios que Jesus derrubou a parede que fazia a separação entre gentios e judeus, instituindo a paz e fazendo de ambos um só povo, reconciliando ambos (gentios e judeus) em um só corpo por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. (Efésios 2.1-11)

O mesmo Jesus é suficientemente poderoso para eliminar aquela cerca que divide mais do que dois povos (palestinos e judeus).

Deus abençoe judeus, palestinos, árabes e todos os povos com sua salvação em Cristo Jesus, o único e suficiente salvador.

sábado, 12 de maio de 2018

MAMÃE.....ESSE ERA SEU NOME.



Ser mãe pode ser um acidente, um ato impensado.

Pode ser, no entanto, algo mais elaborado, um ato programado.

Há casos todavia, que bem sabemos; ser mãe pode ser um milagre desejado.

Seja como for, é na maternidade que a mulher vive a mais notável experiência de doação e de amor.

Tudo começa com um útero apropriado para formar a placenta e depois da fecundação a alimentação vem por um cordão.

Esse restaurante dura nove meses e quando o bebe está formado ele muda de lado e mama no seio materno.

Bebe o colostro no começo e depois o leite que não só o alimenta, mas que o imuniza também.

Nesse ato de amor, sem pensar na dor, a mãe se doa e se entrega formando um vínculo que jamais se quebra.

Ser mãe é a experiência mais notável na vida. Supera em muito a todas as expectativas como a debutância, a formatura, o próprio casamento ou outra qualquer. 

Nenhuma conquista é maior do que a maternidade para a mulher.

Em Honra e Homenagem à minha mãe....Yolanda Dalceno Aiello.

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


FAMÍLIA.....

FAMÍLIA.....
O MAIOR PATRIMÔNIO DE UM HOMEM É SUA FAMÍLIA

FILHOS

FILHOS
QUERIDOS