segunda-feira, 7 de junho de 2010

PALAVRAS VESTEM IDÉIAS


Você sabe qual a origem da palavra “sincera”? Malba Tahan nos conta uma das histórias possíveis que falam da origem dessa palavra.

Sincera, afirma ele, foi uma palavra inventada pelos romanos. Sincero vem do velho, do velhíssimo latim... Eis a poética viagem que fez “sincero” de Roma até aqui:

Os romanos fabricavam certos vasos de uma cera especial. Essa cera era, às vezes, tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. Em alguns casos, chegava-se a se distinguirem um objeto (um colar, uma pulseira ou um dado, que estivesse colocado no interior do vaso). Para o vaso, assim fino e límpido, dizia o romano vaidoso: - Como é lindo... parece até que não tem cera!

"Sine-cera" queria dizer: - "sem cera", uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes. Da antiga cerâmica romana, o vocábulo passou a ter um significado muito mais elevado. Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações. O sincero, à semelhança do vaso, deixa ver, através de suas palavras, os nobres sentimentos de seu coração.

Outra história é aquela que conta que alguns comerciantes de imagens em Roma, usavam determinado tipo de cera para corrigir alguma imperfeição em seu trabalho e que o comprador quando deseja adquirir tal escultura, perguntava sabedor dessa prática: - Essa escultura e sem cera?

Pelas minhas pesquisas sou mais simpático pela primeira dessas histórias, mas seja uma ou outra, a pergunta que quero fazer a você é: Você é uma pessoa sincera? Suas palavras revelam mesmo aquilo que vai dentro do seu coração?

Ser sincero, não é o mesmo que ser grosseiro. Ser sincero é mostrar em nossos atos e palavras o doce aroma das flores que nascem no jardim do coração. Eu me sinto muito mal e chego a perder o sono quando percebo que não fui sincero com quem quer que seja.

Ser sincero não é ser bajulador e nem tampouco demagogo. Quem bajula ou age com demagogia revela que trás nos labirintos da alma algum anseio oculto e inconfessado. Jesus percebeu isso nas palavras de Nicodemos e tratou de ir diretamente ao ponto. (João 3.1-15)

Jesus foi sincero sem nunca ser grosseiro e nem bajulador. Suas atitudes e palavras revelavam estar isentas da malícia, das intenções ocultas, do julgamento precipitado. Mesmo no momento de revelar o traidor Jesus foi doce ao ponto de responder a Judas quando este lhe perguntou: “Acaso sou eu, Mestre? Respondeu-lhe Jesus: - Tu o disseste”. (Mateus 26.25)

Lembre-se: quando for falar ou fazer qualquer coisa, veja se você está sendo como um vaso transparente, escultura perfeita, sem retoques, uma obra sincera, ou seja, “sine cera”.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

CULTO DE AÇÃO DE GRAÇAS PELOS 65 ANOS DA SAF DA IP DE PARQUE DAS NAÇÕES.

Nesta segunda-feira, 31.05.2010, tive o privilégio de participar do Culto de Ação de Graças pela passagem do 65º Aniversário da Sociedade Auxiliadora Feminina daquela Igreja.


O Pregador convidado foi o super competente, Hernandez Dias Lopes. Realmente foi uma mensagem abençoada.


Convidado pela irmã Cleide Gossi, Presidente da referida SAF, cantei três cânticos (O Poder do Amor, Calmo, Sereno e Tranquilo e Paixão Pelas Almas). Foi realmente maravilhoso poder estar ali.


 Registro aqui meus agradecimentos ao Rev. Luciano e de uma forma muito especial à irmã Cleide por seu carinho e consideração incontestes em se tratando de minha pessoa.

UM AMIGO E IRMÃO DE VALOR.

Registro aqui o falecimento do meu querido irmão em Cristo, Diácono José Bonifácio da Silva.

O "Boni" como eu o chamava foi Ordenado por mim em meu Ministério Pastoral à frente da Igreja Presbiteriana Maranata em Santo André. Vivi experiências extraordinárias com esse irmão.

Destaco aqui o duro golpe de termos que sepultar seu filho, meu irmão e colega de ministério, Pastor Paulo Cesar da Silva.

Hoje ambos, pai e filho, estão na presença de Deus. À querida irmã Lurdes, viúva, e a todas as filhas, genros e netos do "Boni", meus sentimentos de profundo pesar e solidariedade.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O AMOR (Gálatas 5.22-26)

“Quando amamos mais alguém do que outrem, na verdade não amamos nenhum dos dois”.
Rev. Mauro Sergio Aiello

Paulo começa a descrever o Fruto do Espírito e não podia fazê-lo de forma mais feliz e adequada. Paulo fala sobre o AMOR.

Paulo escreveu aos coríntios sobre o Dom Supremo, o AMOR. (I Cor. 13)

Confundimos amor com sentimentos, mas amor não é só sentimentos. Amor é uma questão de mandamento. Jesus não disse que deveríamos sentir amor uns pelos outros, mas que, pura e simplesmente, deveríamos amar.

Amor não é um sentimento apenas, mas atitude, porque o verdadeiro amor se manifesta em atos concretos que não deixam dúvidas nenhuma. Não basta dizer que amamos, é preciso que mostremos isso em atitudes. Foi isso que Deus fez e João se referiu a isso escrevendo: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16). Por isso mesmo João, ao tentar definir a pessoa de Deus disse: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (1 João 4:8)

Não confunda simpatia com amor. Não confunda afinidades com amor. Não confunda objetivos em comum, com amor. Amor é atitude acima de qualquer outra coisa. Deus nos amou primeiro e veja que tipo de pessoa nós somos! Será que merecíamos esse amor de Deus? A resposta óbvia é um rotundo não. Mas Ele amou e nos ama. Amar pessoas com quem nos simpatizamos, temos afinidades, projetos e objetivos em comum, não é amor, e sim egoísmo travestido de amor.

O amor não vê a cor da pele, o nível intelectual, a condição sócio econômica. Amar pessoas da mesma cor é discriminação com respeito aos de outra cor. Amar aqueles que possuem um nível intelectual avantajado é prestar culto à razão, ao intelecto. Amar aqueles que possuem um bom patrimônio é demonstrar interesse em levar vantagem em algum momento. Amar o igual é comodismo...

Amar o diferente é demonstração de que compreendemos bem aquilo que Deus em Cristo fez por nós.

Deixemos que Paulo mesmo descreva o verdadeiro amor:

“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13:1-13)

O amor é o que legitima tudo o mais em nossas vidas. Se e o que fazemos não tem como motivação primária e primeira, o amor, então podemos até abençoar as pessoas com nossos feitos, mas nós mesmos nunca seremos abençoados com a satisfação de termos cumprido com denodo nossa missão.

Ninguém jamais se expressou sobre o amor dessa maneira. Todos somos confrontados por essas inspiradas palavras, por esse discurso carregado de verdade e coerência.

O amor é a prova cabal de que Deus habita em nós. Veja o que diz João:

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito. E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus. E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele. Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança; pois, segundo ele é, também nós somos neste mundo. No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor. Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão.” (1 João 4:7-21)

O primeiro componente do Fruto do Espírito é o Amor.

Amar demais nunca é exagero, como se expressou alguém com muita propriedade: “A medida do amor é amar sem medida”.

APLICAÇÃO:

1. Como você enxerga as pessoas ao teu lado? Com indiferença? Você é daqueles que dizem: - Não amo, mas não odeio. Bem, se você não ama, mas não odeia, o que é que você sente pelo seu semelhante. Será que você não percebe que o mundo está neste caos em que se encontra exatamente por conta de que a maioria das pessoas não ama, mas também não odeia? Na Parábola do Bom Samaritano, o Sacerdote e o Levita mostraram que sentimento pelo moribundo jogado à beira do caminho? Cheque-se, avalie-se porque uma verdade é inquestionável, ou você ama ou odeia. Você pode até dizer que é indiferente, mas esse é um outro nome que damos para o ódio ou mesmo uma força disfarçada desse inimigo terrível da alma humana.

2. Não fique esperando sentir para fazer. Amor é algo que a gente faz e não simplesmente sente. Na verdade ficar olhando com “amor” e não fazer nada, é mesmo pura perda de tempo.

3. Amar não é opção, é mandamento que deve ser encarnado. É difícil? E quem disse que é fácil.

4. Confesse seu pecado, humilhe-se.

5. Faça uma lista daquelas pessoas com quem você tem um relacionamento difícil e tem tido dificuldade para amar. Ore por elas e por você mesmo. Aproxime-se. É óbvio que você não conseguirá ter o mesmo nível e profundidade de relacionamento com todas as pessoas. Mas você não pode agir de forma a discriminar as pessoas, pois isso é injusto.

Que Deus nos abençoe e nos faça amar de verdade, de coração e não só de boca.

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


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