segunda-feira, 25 de julho de 2011

GRATIDÃO

Confesso que não pensei que chegaria tão longe. Quero dizer, que sou grato a Deus por todos esses anos de vida. Não há, na linguagem humana, palavras que possam expressar com exatidão a gratidão por esses 57 anos de vida.
Nessa minha longa estrada, cheia de curvas, subidas e descidas, bucados e trechos aplanados, tenho tido a companhia Daquele que disse que estaria conosco todos os dias até a consumação do século. (Mateus 28.20)
Deus tem sido paciente comigo. Não sou o filho que deveria ser. Confesso que às vezes duvido que sou crente. Confesso que gostaria de ser mais parecido com meu irmão mais velho (Jesus) e não como meu pai mais velho (Adão). Confesso que gostaria de ter no peito a mesma emoção que teve aquela mulher que correu para contar aos apóstolos que Jesus havia ressuscitado. Confesso que gostaria de ter o toque gracioso de José que transformava maldições em bençãos. Confesso que gostaria de estar com Pedro, João e Tiago no Monte da Transfiguração. Confesso que gostaria de ter a sabedoria de Salomão, a coragem de Paulo, o coração pastoral de Timóteo, a longevidade de João. Mas também confesso que sou grato pelo que Deus me fez ser......Ele sempre sabe o que e quem faz.
Nessa minha jornada descobri que Servir a Deus é o projeto mais fascinante desta vida.
É esse projeto que dá sentido para os sub-projetos que temos (família, igreja).
Sem esse projeto a vida fica insonsa, sem sal e sem açucar, sem gosto.
Sem esse projeto as noites são longas, mas o sono é curto.
Sem esse projeto, todo dinheiro que ganhamos, gastamos de forma banal e tola.
Sem esse projeto nossas conquistas não viram a noite e já são substituídas pelo anseio de outras conquistas até chegar o ponto em que descobrimos que o que queríamos mesmo era sermos conquistados.
Sem esse projeto ficamos à deriva como uma nau sem leme.
Sem esse projeto nos desencatamos tão facilmente quanto nos apaixonamos tolamente.
Sem esse projeto as manhãs são simplesmente o anúncio de mais um dia no qual comemos, bebemos e vivemos sem saber o que isso significa.
Sem esse projeto somos, sem perceber o que somos.
Sem esse projeto podemos existir muitos anos sem nunca descobrir o que é vida.
Agradeço a Deus porque, afinal de contas, mesmo eu sendo tão ruim quanto sou (isso aqui não é uma pseudo-humildade, mas uma confissão baseada em Romanos 3.23), Ele me amou a ponto de enviar Jesus para morrer a minha morte e me dar da sua Eternidade.

A você amada esposa.....Muito obrigado por ter ficado comigo. Certamente vc teve razões de sobra para não fazer isso. Minha dívida com vc só aumenta. Obrigado por teu amor demontrado de forma prática. Obrigado por tuas mãos que afagaram meus cabelos nessa madrugada. Eu senti.......eu estava acordado. Só fiquei quetinho desfrutando do seu carinho até que o sono me levou. 

Obrigado Angela, esposa querida e única, Felipe....Juliana, Fernanda, Anderson. Obrigado César, Tiago, Letícia e Angela. Obrigado Gabriel e Sophia. Vocês são meus maiores e mais significativos presentes. A jornada se tornou encantada com vocês. Se houver ainda estrada pela frente, espero tê-los comigo.


Obrigado, Senhor Deus, Pai Santo e bondoso porque sei que quando cruzar a linha de chegada contemplarei o rosto Daquele que me amou do começo até o fim.
A Deus toda Glória......

quinta-feira, 14 de julho de 2011

TERMOS DO RELATIVISMO

               
Vi na internet um vídeo de um menino conversando com dois homossexuais. Ele achou estranho que dois homens fossem casados. Li os comentários a respeito das atitudes e das perguntas do garoto. Havia aqueles que defendiam e aqueles que criticavam. O que me chamou mais a atenção foi o que escreveram os defensores do “casal” de homens. Eles usavam um linguajar que denota uma total falta de profundidade. Eles usavam os termos “amor”, “felicidade”, “fundametalismo”. Mas o que é que esses defensores do homossexualismo querem dizer quando usam esses termos? Bem as minhas conclusões são as seguintes:

Amor: Para o defensor da homossexualidade, amor é uma carta de alforria, um salvo conduto para qualquer atitude, e no caso deles, para o relacionamento sexual entre seres do mesmo gênero. Isso mostra que há um total desconhecimento do que vem a ser o amor. O amor não é indecente. O amor não pende para a luxúria. O amor não é sexual, já que um filho ama um pai, mas não expressa esse sentimento em manifestações sexuais. Amor e sexo são duas coisas distintas. É possível amar uma pessoa sem fazer sexo com ela, assim como é possível ter prazer na relação sexual sem conhecer sequer um só detalhe da vida do outro. A passeata gay nesse ano teve como lema; “Amai-vos uns aos outros”. Usaram a Bíblia só que de forma totalmente indevida.

O perigo é que esses que usam esse termos para justificar o ato sexual na homoafetividade não percebem que o pedófilo pode usar o mesmo argumento. Um dos crimes passionais de maior repercussão em nosso país foi, sem dúvida alguma, o ocorrido no final da década de 70, que ficou conhecido como “Caso Doca Street”. Raul Fernando do Amaral Street, o Doca, matou sua bela namorada Ângela Diniz após uma violenta discussão entre o casal. Ela, que estava com Doca havia apenas alguns meses, era conhecida como “A Pantera de Minas”, personalidade ativa nas colunas sociais do Rio de Janeiro, amante das festas e eventos noturnos em geral. No final a defesa alegou que Doca Street matou por tanto amar. Cuidado com o uso que se faz do termo amor, porque a maior prova de que não sabemos do que se trata é usá-lo de forma indevida e irresponsável.

Felicidade: O sujeito quer ser feliz. Mas o que é felicidade? Felicidade não é o pote cheio de ouro em uma das extremidades do arco-íris. Felicidade não é um lugar onde chegamos. Felicidade não é um estado fixo. Felicidade é a jornada empreendida com dignidade, honra, honestidade, perdão dado e recebido, respeito, consideração, probidade e santidade. Não é possível que sejamos felizes fazendo aquilo que não convém. Nossa própria consciência nos acusa. Você que me lê sabe muito bem do que eu estou falando.

Os defensores do homossexualismo dizem que o importante é a felicidade. Mas as estatísticas estão aí que comprovam que nem heterossexualidade e tampouco homossexualidade são base para felicidade. O que dizer das pessoas que não podem praticar sexo por conta de determinadas enfermidades? Estariam elas fadadas a uma existência infeliz? O problema todo está em confundir sexo com felicidade.

Fundamentalismo: Essa é a pecha que assacam contra aqueles que baseiam suas convicções na Bíblia. Mas pelo menos encontramos nestes “fundamentalistas”, um fundamento que, em meu entendimento é sólido porque desde que Bíblia é Bíblia, ela condena a homossexualidade como transgressão da lei de Deus e como pecado abominável. Pior do que ter um fundamento sobre o qual podemos discutir nossas convicções é não ter nenhum fundamennto. Interessante é notar que aqueles que não têm fundamento são facilmente seduzidos por aqueles “fundamentos” que lhe são favoráveis.

Dizem que a Bíblia está desatualizada. Somente os que não a conhecem dizem isso. A Bíblia é atualíssima porque trata de um problema que nunca deixou de ser atual - O PECADO. O pecado muda de cor, sexo, data, geografia, nome.....mas pecado é transgredir a lei de Deus e não importa o nome que receba, pecado é pecado.

Um dos que escreveu disse que somente no Antigo Testamento é que encontramos condenação a respeito da prática homossexual. Parece que a pessoa que escreveu isso jogou fora a Carta de Paulo aos Romanos 1.18-32, por exemplo.

Deus é amor. Deus é santo. Nele encontramos nossa felicidade. Chamem isso de fundamentalismo ou qualquer outro termo, essa é uma verdade cujo relativismo não pode derrotar.

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


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