terça-feira, 26 de junho de 2012

PARE & PENSE. PENSE & REFLITA. REFLITA E TOME ATITUDE.


PARE & PENSE!

Princípios que precisamos considerar com seriedade:
  
  •  A verdade não é mutante (não muda). Se for mutante, não é verdade.
  •  Dizer que não existe uma verdade absoluta, não é absolutamente uma verdade.
  •  A verdade é completa e não necessita que lhe acrescentemos qualquer adereço.
  •  A verdade não pede desculpas. A mentira, sempre deve pedir perdão.
  •  A verdade não pede licença. Ela é presente, goste você ou não.
  •  A verdade é uma ferida que cicatriza. A mentira é uma ferida sempre aberta.
  •  O tempo passou, mas o homem continua o mesmo em sua essência. Somos os mesmos pecadores que éramos há 4.000 anos. Talvez um pouco mais sofisticados.
  •  A tecnologia é o homem conhecendo e controlando as máquinas, mas de que adianta isso se homem não se conhece e nem se controla?
  •  As informações e o conhecimento nos chegam em maior quantidade e com uma rapidez muito maior. Mas de que adianta se não sabemos o que fazer com isso?
  • Não é o que temos que nos faz felizes. Felicidade não tem nada a ver com o ter, mas sim com o ser. Se ter determinasse nossa felicidade os ricos das novelas da globo seriam as pessoas mais felizes, e não é isso que você vê quando assiste novela.
  • Se tem que correr para cobrir o cheque, provavelmente, você foi mais rápido ao preenchê-lo.
  • A Bíblia é um velho livro, mas sua mensagem se mantém atual. Desprezar a leitura e os princípios contidos nela é loucura. Aliás, uma velha loucura.
  • O que Adão e Eva fizeram foi simplesmente preferir dar crédito ao que o diabo disse e não ao que Deus disse. O mesmo acontece hoje. O nome disso é  - pecado. Não importa qual seja o teu nome.
  •  O criacionismo é uma teoria que se fundamenta na Bíblia. Ele é totalmente digno de crédito porque a Bíblia é a Palavra de Deus. O evolucionismo é uma teoria que se fundamenta na palavra do homem. A quem você dará crédito?
  • Quando Jesus disse “vinde a mim” Ele também disse, “aprendei de mim”. Ir a Ele e não aprender é ser apenas seu admirador e não seu discípulo. Ninguém tem Jesus só como Salvador se não o tiver como Senhor.
  •  Se você morrer hoje, para onde vai a tua alma? Bem, essa pergunta só tem sentido para quem acredita que tem uma alma.
  •  Quem não sabe de onde veio, não sabe porque está aqui não poderá afirmar qualquer coisa sobre para onde está indo. Que tristeza a existência de alguém assim.

  •  "Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus". Romanos 12.1-2. 

Uma vida sem princípios é como um barco sem leme que é levado ao sabor do vento e das ondas. 

Por isso é preciso que tenhamos princípios e por esses princípios vivamos. 

Uma boa sugestão, nesse sentido, é ler o livro de Provérbios.  

 Pense a respeito, reflita, medite e boa vida.
Rev. Mauro Sergio Aiello

segunda-feira, 25 de junho de 2012

AOS MEUS AMIGOS QUE UM DIA SE DISSERAM MEUS IRMÃOS EM CRISTO

EQUIPE LOUVOR E PLENITUDE DA IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DO PARQUE CRUZEIRO DO SUL, SÃO PAULO. COM VIOLÃO (EU), HOMENS DA DIREITA PARA A ESQUERDA: ADAIR TONINHO, MAURO FORMIS, CLÁUDIO E CARLOS. MENINAS DA DIREITA PARA A ESQUERDA. MARIZA, ZÉLIA,  VANDA, TELMA, MARIA DO SOCORRO E MARIA SALETE. 07 DE SETEMBRO DE ALGUM ANO NA DÉCADA DE 70.....

"Não ameis o presente século". 

"Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus". 
Romanos 12.1-2
 


Como eu gostaria que muitos dos meus amigos, que um dia se disseram meus irmãos em Cristo, pudessem entender que a verdade não é mutante.

Gostaria que eles entendessem que o tempo passou, mas que o homem continua o mesmo em essência.

Como eu gostaria que eles entendessem que a tecnologia não matou Deus e que quem morreu foi Nietzsche.

Gostaria que eles entendessem, que as informações chegam em quantidade maior a nós e numa velocidade impressionante, mas que o mundo ainda é o mesmo porque é habitado e gerenciado por humanos. Nós só sabemos muito mais e mais rápido. O impressionante é que mesmo com tudo isso, não conseguimos diminuir as filas nos consultórios de psicólogos e psiquiatras. Sabemos tudo sobre as máquinas e não sabemos nada de nós mesmos.

Eu gostaria que eles entendessem que naquele tempo trabalhávamos mais, em todos os sentidos, tínhamos menos, mas éramos muito mais felizes. E não se falava em depressão, estresse, bipolaridade e outros termos que se referem às doenças que matam quem acreditou que Deus morreu.

Como eu gostaria que eles pudessem ouvir as canções que cantamos sobre Deus com nossos corações cheios de amor por Ele e nutrindo no peito a nítida e clara compreensão de que quando cantávamos podíamos tocar o coração de quem nos ouvia. Não era apenas uma questão de nova arte e de novo mundo. Nós cantávamos porque queríamos que a verdade, que não é mutante, conquistasse corações como aparentemente havia conquistado os corações de nós todos.

Como eu gostaria que muitos dos meus amigos, que um dia se disseram meus irmãos em Cristo, pudessem notar que a Bíblia, a velha Bíblia, continua dizendo as mesmas verdades, que ela continua sendo a Palavra de Deus, mas são eles que não perceberam o quanto perderam nessa vida simplesmente porque, a exemplo de Adão e Eva, preferiram ouvir a proposta do tentador não mais representado pela serpente, mas das maneiras mais sofisticadas e multiformes.

Como eu gostaria que eles acreditassem, como acreditaram um dia, na história da criação e não no evolucionismo que nos lançou em um mundo relativista, sem pé e sem cabeça, sem propósito e vazio de sentido, nocauteando-os com os golpes das paixões e prazeres  e entorpecidos imaginam que seu novo estilo de existir é vida.

Como eu gostaria que eles olhassem para o relato da criação como uma verdade simples que nos mostra de forma epistemológica que somente uma história que tem começo e fim, pode dar sentido para o enredo, ou seja; é quando cremos que Deus nos criou que sabemos de onde viemos, para onde vamos, e então passamos a perceber o sentido de nossa existência; porque estamos aqui. Sem isso morremos com a filosofia tão fútil e sem graça que declara: “Vim não sei de onde, estou aqui não sei por quê e vou não sei para onde. Sinceramente; se é para pensar assim, melhor seria não termos vindo a este mundo porque não há sentido e nem graça em uma existência onde não se consegue perceber o propósito e a razão de ser. Gostaria que eles percebessem que é por isso que tentam suprir o seu vazio existencial com qualquer coisa, conquanto que não haja responsabilidades, a quem dar satisfação, e que lhes traga o maior prazer possível, ainda que passageiro. Podem não usar cocaína, heroína ou qualquer outro psicotrópico, mas estão se entorpecendo com outro tipo de droga chamada incredulidade. A Incredulidade alimenta a paixão, o desejo de ser reconhecido, o prazer em ter glória ainda que ela seja sepultada conosco.

Como eu gostaria que muitos dos meus amigos, que um dia se disseram meus irmãos em Cristo, pudessem entender que Jesus continua o mesmo. Que aquele que dissevenham a mim, todos que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendei de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11.28-30), ainda é o mesmo Jesus. Ele não mudou, fomos nós e o nosso mundo que mudou e mudou para pior porque insiste em se alienar de Deus e de seu Cristo. Um mundo sem Deus é um inferno presente. Um mundo sem Cristo é uma confusão total, uma plataforma filosófica de tolos que falam e repetem suas mentiras tentando fazer delas suas verdades pelas quais entendem ter razão para viver.

Como eu gostaria que muitos dos meus amigos, que um dia se disseram meus irmãos em Cristo, e que já morreram, pudessem ter morrido deixando meu coração menos pesaroso sobre o destino de suas almas. Eu me entristeço e me angustio em imaginar que alguns daqueles que tocaram e cantaram comigo, que frequentaram a mocidade da Igreja comigo e participaram de nossas programações, que oraram de joelhos comigo, que viajaram comigo para testemunhar de Jesus à pessoas de outros estados e municípios, de repente, negaram com suas vidas o que seus lábios disseram e morreram vazios, partiram sem Jesus, sem luz, para as trevas. Quanta dor, quanta tristeza invade meu coração e eu me pergunto: O que eu poderia ter feito por eles?

É por isso que eu escrevo.

Para dizer a vocês que um dia “creram”, que Jesus continua sendo a única ponte sobre o abismo do pecado. Ele mesmo disse: “Ninguém vem ao Pai se não for por mim”. Não há outro caminho. Ele é o único caminho. Deixe os atalhos fora de sua rota. Esses são caminhos de engano e vão te levar o mais longe possível de Deus.

Escrevo para dizer a vocês que aquilo que parece hoje uma brincadeira infantil do nosso tempo de juventude é uma verdade eterna e vale a pena viver e morrer por ela. 

Escrevo para dizer a vocês o quanto eu sou grato porque o tempo passou e Deus me manteve sob sua misericórdia que é causa de eu não ser consumido (Lam. 3.21).  


Escrevo para dizer que Deus revelou sua graça salvadora, justificadora e educadora para mim.  Eu não podia fazer nada e então Ele fez tudo. Oh! Louvado seja! Escrevo para dizer a vocês que ainda é tempo de cair de joelhos e clamar a Deus por um recomeço, por salvação.

Escrevo a vocês porque esse é um dom que Deus me deu. Não me importo que seja madrugada. Eu louvo a Deus porque ainda posso fazer isso, escrever àqueles a quem tanto amo e com quem anseio passar a eternidade, juntos, na presença do amável Redentor.

Eu escrevo a vocês para dizer que não basta olhar as fotos do passado e nostalgicamente reconhecer que “éramos” mais felizes, se podemos ser felizes com Jesus hoje. Éramos é passado. Somos é presente. Não basta ouvir aquelas canções e nos emocionarmos. Elas eram boas, mas hoje há muito mais canções, muito melhores e mais bem arranjadas do que as daqueles tempos. A diferença, entretanto, não está nas músicas, em seus arranjos instrumentais em sua sofisticação vocal, mas sim em nossos corações. A questão não é como as vemos e as ouvimos hoje, mas como as sentimos em nossos corações. Quão sentido elas têm. 

Se havia sentido naqueles tempos deve haver sentido hoje. Se não fazem sentido hoje, é porque provavelmente tenhamos vivido apenas uma paixão dos tempos de nossa mocidade e não a experiência extraordinária da regeneração. Sim, porque eu gostaria de lembrar a todos que me leem que para aquele que foi regenerado, que realmente nasceu de novo, foi feito nova criatura, tudo é sempre novo. Somente estes entendem com precisão as palavras do Salmista quando escreveu: “Cantai ao Senhor, um cântico novo”. (Salmo 96.1) Para gente assim, olhar para o passado não é olhar para algo passado.

Gostaria de dizer que escrevo porque amo você, independente de sua atitude, mas que eu ficaria imensamente feliz de saber que somos mais que amigos, que continuamos irmãos em Cristo, porque isso é para sempre e não apenas um tempo no passado.

Escrevo a você para dizer que é melhor ser feliz com Cristo hoje do que repetir o refrão de que "éramos" felizes e não sabiamos. 

Escrevo para dizer que quando encontro aqueles amigos de ontem, que disseram que eram meus irmãos em Cristo, e que, por incrível que possa parecer, assim continuam, que eu percebo o inconfundível fulgor que a presença de Cristo brilhou em seus rostos, brilhando hoje e eu fico emocionado e grato a Deus.


Que Deus abençoe você. Que Deus continue a nos abençoar.

terça-feira, 5 de junho de 2012

FEDERAÇÃO – QUANDO FUNCIONA É BOM.....




ESSA É EXCLUSIVA PARA PRESBITERIANOS....
Nessa minha estrada na lida Pastoral (23 anos), tenho convivido com algumas realidades difíceis de digerir. Uma dessas coisas difíceis de digerir é a má interpretação da federatividade. 

Com federatividade estou me referindo às Federações de UMP, UPA, SAF, UPH, UCP, que são as Sociedades Internas das Igrejas Presbiterianas do Brasil, reconhecidas pelo Supremo Concílio da IPB.
Eu escrevo na condição de alguém que já foi Secretário Presbiterial por uma boa quantidade de vezes e uma vez Secretário Sinodal. No meu caso, trabalhei com a Federação e Confederação Sinodal de UMPs.
Há um distanciamento entre Sociedades Internas e suas Federações, bem como das Confederações que é fruto de mau conhecimento de nossa estrutura, de um péssimo desempenho na área da comunicação, do descaso com nosso MUSI (Manual Unificado das Sociedades Internas que alguns até chegam a desprezar e criticar de forma pediátrica), e mais especificamente por conta daquilo que considero abaixo. O que ocorre é o seguinte:
1) Os Presbiterianos precisam compreender que a Federação só existe por causa da Sociedade Interna e não o contrário.
É claro que a Federação deve se esforçar para fortalecer as Sociedades Internas da Igreja, mas aquela só existe por causa desta e não o contrário. Para exemplificar isso citamos a questão do Presbitério, ou seja, um Presbitério só existe a partir do momento em que um número de Igrejas, em uma determinada região se unem para fazê-lo existir. É verdade que tanto Presbitério, quanto Federações têm certa jurisdicionalidade sobre as Igrejas e as Sociedades Internas, respectivamente. O Presbitério, como Concílio, tem uma jurisdição maior sobre a Igreja do que a Federação tem sobre a Sociedade Interna, mas essa deve prestar respeito e consideração à sua federação.
A questão toda é que tenho visto pessoas dentro da Igreja cometendo o sério equívoco de dar mais valor à Federação do que à Sociedade Interna da Igreja. Refiro-me àquelas pessoas que não dão a mínima importância para a Sociedade Interna de sua Igreja, mas atuam em nível de Federação.
Aliás, tenho conhecido algumas figurinhas carimbadas que minam, denotam suas sociedades internas, mas estão sempre lá no Congresso das Federações dessas Sociedade Internas e têm o desplante de aceitar, inclusive, compor sua diretoria. Isso me leva ao segundo ponto interessante para o qual queria dar destaque.
2) Somente devem participar dos Congressos de Federações aqueles que são notáveis nos trabalhos das Sociedades Internas.
Nisso eu chamo a atenção dos Conselheiros das Sociedades Internas. Infelizmente, o Conselheiro, em muitos casos, se tornou uma figura decorativa na estrutura organizacional da IPB. O Conselheiro é o elo entre a Sociedade Interna da Igreja e o Conselho. O Conselheiro deve se fazer presente nas reuniões das Diretorias, das Plenárias e dos eventos promovidos pela Sociedade Interna. Inclusive deve estar atento no caso de alguma coisa transpirar incorreta do ponto de vista doutrinário, algo que fira os bons costumes, que promova a desunião, o partidarismo.
Nessa questão, chamo a atenção também, dos Pastores. Além da maioria dos Pastores não darem a devida atenção para o que acontece nas Federações, muitos deles, até por conta desse descaso, não estão nem aí para aqueles que vão representar as Sociedades Internas da Igreja que Pastoreia nos Congressos das Federações. Normalmente, ao assinar as credenciais, em meu caso, eu sempre pergunto à pessoa que me traz as credenciais, se as pessoas que irão estão preparadas para representar bem a sua Sociedade Interna.
O ponto aqui é esse: quem não presta bom serviço à Sociedade Interna de sua Igreja, desqualifica-se para ser representante dela no Congresso de sua Federação. Nada mais lógico e fácil de compreender isso. E isso é inegociável.
Para minha tristeza já tive que conviver com a triste realidade de pessoas que minavam, trabalhavam contra a Sociedade Interna da Igreja que eu Pastoreava, mas tinha que receber tal pessoa na Igreja e dar-lhe a devida vênia quando vinha na condição de membro da Diretoria da Federação. E algumas delas ainda se achavam no direito de exortar a Sociedade Interna. Reclamavam dizendo que a Sociedade Interna da Igreja não contribuía com a Federação, e tal e tal........... Que tristeza e decepção ouvir isso da boca de alguém que está em sua própria Igreja, passando um pito da sociedade interna para a qual não dá a mínima importância. Sinceramente? Procuro adjetivos para qualificar tal atitude. Isso me leva ao terceiro ponto de minhas considerações.
3. A Agenda das Federações devem respeitar as Agendas das Sociedades Internas e não, obrigatoriamente, o contrário.
Essa visão de que a Federação tem proeminência sobre as Sociedade Internas é realmente equivocada e, normalmente, insuflada por aqueles que pensam em Federação de forma equivocada se levarmos em consideração o primeiro ponto aqui dessas minhas considerações. A Federação tem suas datas de eventos e seus eventos próprios, mas essas datas e eventos não devem disputar espaço com a Agenda das Sociedades Internas das Igrejas.

As Diretorias das Sociedades Internas devem ser eleitas antes do Congresso da Federação. No Congresso da Federação deveria ser muito bom que existisse uma Comissão de Calendário e Agendamento que recebesse os calendários de todas as Sociedades Internas dessa Federação e fizesse, a partir daí, seu Calendário. Seria muito bom ter a Diretoria das Federações nos Cultos de aniversário das Sociedades Internas, algo tão difícil de ver. Na verdade as Diretorias das Federações estão distantes das Diretorias das Sociedades Internas, e isso não é bom já que aquela deve ser suporte para esta. O contrário também não deixa de ser verdade.

Assim justificamos o título de nossas considerações - FEDERATIVIDADE - QUANDO FUNCIONA É BOM....
Precisamos de Sociedades Internas fortes. Sociedades Internas fortes têm mais condições de compor Federações e fazê-las mais fortes. Federações fortes contribuem de tal maneira positivamente que fortalecem ainda mais as Sociedades Internas. Vejam que aqui é um círculo que injeta sentido para a existência de um e de outro, porque se não for assim continuaremos a disputar importância e na verdade esse tipo de disputa só enfraquece tanto um quanto o outro.
Pense a respeito.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O ENCONTRO DE TEÓFILO COM HERÁCLITO NAS RUAS DE ÉFESO.


Teófilo caminhava por uma das ruas de Éfeso. Ele podia se lembrar dali e também dos seus dias de infância e juventude naquela cidade. Éfeso, sua cidade natal, era considerada a Porta da Ásia, uma cidade de comércio e indústria fortes e parada obrigatória para quem ia do Ocidente ao Oriente e vive-versa. Havia aproximadamente 200.000 habitantes naquela cidade. Teófilo tinha se mudado para Roma por conta do seu emprego e há muitos anos não a visitava. Agora seu coração bate mais forte ao andar por aquelas ruas de sua querida Éfeso. Ele amava aquele lugar, aquelas ruas, aquela gente. Estar ali era como viajar no tempo. 

De repente Teófilo vê Heráclito um pouco à sua frente. Sua mente voltou no tempo e ele se lembrou de como Heráclito se tornou mais do que amigo; ele havia se tornado seu irmão em Cristo. Fora Heráclito quem o levara a conhecer Jesus como Salvador e Senhor. Ambos trabalhavam no templo da deusa Artemis e, de repente, Heráclito havia sumido, saido de circulação. Teófilo, que havia sido um sacerdote no templo de Artemis, aquela a quem os romanos chamavam de Diana, a Deusa da Ásia Menor, cujo templo haveria de se tornar uma das Sete Maravilhas do mundo, achou aquilo estranho

A vida de Teófilo como sacerdote de Artemis, era envolta em um paganismo estúpido, em um universo de crendices e fetiches, em uma esfera de obscuridade e ignorância, em um mundo de tristezas e incertezas, de prostituição e lascívia. Por conta desse culto pagão, o nível de moralidade naquela cidade era baixíssimo, as pessoas eram libertinas, supersticiosas, vis e violentas. 

Certo dia Teófilo decobriu o motivo do sumiço do amigo Heráclito. Ele havia se tornado um "cristão". O responsável por essa mudança era um tal de Apóstolo Paulo.  Teófilo foi visitar Heráclito para saber a respeito dessa nova vida e seu amigo viu a tristeza no seu rosto e lhe apresentou Jesus Cristo. A partir daquele dia, então, Teófilo também teve sua vida mudada. Abandonou seu trabalho no templo de Artemis onde cuidava do estoque de estatuetas da deusa, algumas feitas de ouro e que eram vendidas aos montões a todos os turistas que visitavam sua importante cidade.

Agora Teófilo se deliciava em ouvir as histórias sobre Jesus, o homem que venceu a morte, que ressuscitou. Sua existência adquiriu sentido, sua vida passou a ter razão e propósito. Ele começou a estudar as Escrituras e quanto mais estudava mais firme e forte se tornava a sua fé. Ele passou a frequentar as reuniões de oração da Igreja de Cristo em Éfeso. Ele falava de Jesus para todos os seus amigos, vizinhos e parentes. Inclusive teve alguns problemas na família e alguns dos seus parentes passaram a desprezá-lo. Ele gostava de cantar hinos e de ouvir os sermões que o Pastor Timóteo e os dirigentes daquela Igreja pregavam. Ele ansiava por estar entre os irmãos e contar suas experiências de testemunho a respeito de Cristo à pessoas que, como ele, viviam enganadas servindo a Diana a Deusa da Ásia Menor. Todas essas coisas passaram por sua mente enquanto ele via Heráclito caminhando à sua frente.

- Salve Heráclito, meu irmão e amigo – disse Teófilo com o coração repleto de alegria – há quanto tempo não vemos!  Heráclito, surpreso, olhou por atrás de seu ombro direito e ficou maravilhado em ver seu filho na fé, Teófilo. – Amado e nobre irmão Teófilo – responde Heráclito - que bons ventos o trazem de volta à tua cidade? Estás de passagem ou voltas para ficar definitivamente?  

Um forte abraço sela o reencontro de irmãos e amigos de muitos anos e de muitas histórias

– Aqui estou por ordem do meu superior para supervisionar nossos negócios. Fico por um tempo, mas embarco em breve para Roma. E você, querido Heráclito, como estás? E Priscila tua amável e sempre gentil esposa? Os filhos? Cresceram por certo. Heráclito de bate pronto informa que sua esposa está em viagem para Corinto, com seus filhos e criados, pois foram visitar a mãe de Priscila, e que todos gozam plena saúde. 

– Mas e nossa Igreja em Éfeso – pergunta Teófilo - como vai? Cresce? Continua testemunhando com vigor e desprendimento? 

O semblante de Heráclito muda. Ele diz com certo tom de tristeza: - Bem Teófilo; nossa Igreja já não é a mesma. É verdade que temos trabalhado como sempre, que não temos permitido que heresias contaminem nossos fiéis, temos suportado certo sofrimento por causa do testemunho a respeito de Jesus.

Teófilo então questiona: Mas o que há de errado então Heráclito?

- Perdemos a paixão, Teófilo. Tornamos-nos teologicamente corretos, somos ativos e perseverantes em nossas programações, não toleramos pessoas que vivem de forma reprovável, mas falta-nos aquele sentimento, aquele fogo que consumia nossos corações no princípio, quando tudo começou, aquele sentimento de amor legítimo que nos impulsionava e fazia com que superássemos todos os obstáculos para podermos testemunhar de Jesus e estarmos juntos, quando nos expressávamos em adoração com alegria e emocionadamente. Creio, sinceramente, Teófilo, que a Igreja de Éfeso precisa de um avivamento.

Teófilo lamenta a situação da Igreja onde também frequentou e da qual fora membro e colaborador, e concorda com a conclusão de Heráclito. Abraçam-se mais uma vez e descem a rua em direção ao mercado.

Duas semanas depois, a Igreja de Éfeso recebe uma carta escrita por João, um dos seus Pastores, que havia sido desterrado por ordem do imperador Domiciano por causa do testemunho a respeito de Jesus, o Nazareno, aquele que os cristãos afirmavam ter ressuscitado em Jerusalém após ter sido morto por crucificação. A carta era do próprio Jesus ressurreto.

Então, após tomar conhecimento do conteúdo daquela carta, que foi lida diante de toda a congregação, Heráclito escreve uma carta a Teófilo nos seguintes termos:

Heráclito, discípulo de Jesus, por instrumentalidade de Paulo, o apóstolo, ao meu amado irmão Teófilo. Graças e paz da parte do nosso amável Jesus que está vivo.

Fiquei imensamente feliz em rever você quando esteve de passagem por aqui. Sua presença encheu meu coração de alegria. Assim que Priscila retornou com meus filhos e comitiva, de Corinto, contei-lhe de nosso encontro e de nossa conversa. Temos orado todos os dias por você, por tua esposa, filhos, e teus negócios.

Depois de nosso encontro e conversa, passados não muitos dias, nossa Igreja recebeu uma carta do amado Pastor João, que está exilado na Ilha de Patmos por causa do testemunho a respeito de Jesus. A carta é endereçada ao anjo da Igreja, o que entendemos ser o nosso atual Pastor. Ele, então, pelo conteúdo da carta, a leu para toda a congregação. Nessa carta Jesus faz elogios à nossa Igreja, mas exorta a que nos arrependamos e voltemos ao primeiro amor, à prática daquelas obras no princípio de tudo. 

Estive, querido irmão Teófilo, aflito em saber o que significava "voltar ao primeiro amor". Na carta Jesus diz que a Igreja de Éfeso deveria se arrepender e voltar à prática das primeiras obras. 


Conclui, Teófilo, que realmente nossa Igreja precisa de uma avivamento. Conclui que voltar ao primeiro amor é ter novamente novamente amor por Deus o que fará com que amemos todas as pessoas, indiscriminadamente. Voltar ao primeiro amor é olhar todos ao nosso redor e aproveitar todas as oportunidades para, seja individual ou comunitariamente, testemunhar de Jesus sob o poder do Espírito Santo, assim como fazíamos no princípio, quando até o comércio de estatuetas da deusa Artemis teve um decrécimo que afetou a própria economia da cidade pela quantidade enorme de conversões. 

Conclui, Teófilho, que realmente nossa Igreja precisa de um avivamento e que esse avivamento é voltar a termos a mesma alegria em estarmos juntos para adorar a Deus, cultuá-lo com orações, canções, meditações nas Escrituras Santas, ofertas e sacramentos. Sim, meu irmão, somente quando voltamos ao primeiro amor é que essas coisas adquirem sentido. Fazê-las sem amor é simplesmente cumprir um ritual assim como fazíamos quando trabalhávamos no templo da deusa Diana. Fazê-las sem paixão é como um corpo sem vida, sem ânimo, sem alma. Voltar ao primeiro amor é adorar a Deus como fazíamos no princípio, com alegria e despreendimento.

Conclui, que voltar ao primeiro amor, é viver um avivamento que nos coloca sempre diante da leitura e meditação das Escrituras. Você deve estar lembrado da Carta de Paulo escrita à nossa Igreja em Éfeso. Você deve se lembrar do impacto que aquela carta produziu em nossa Igreja. Quantas vezes a líamos e depois orávamos. Você deve se lembrar do nosso Pastor Timóteo e do quanto ele nos instruia nas Escrituras Sagradas. Essas atitudes, Teófilo, eram importantes porque quando conhecemos a Palavra de Deus, conhecemos o Deus da Palavra e nos imunizamos contras as novidades que têm invadido as fronteiras da Igreja e a enfraquecido. 

Despeço-me pedindo que ores por nossa Igreja. Enviamos saudações e recomendações a todos de tua casa e oramos por tua prosperidade. Sejam longos e fartos de dias todos os seus e que Jesus continue reinando soberanamente em teu lar. Paz.

Amados, essa história com seus personagens e diálogos, é fictícia. Eu os criei para ilustrar o que acontecia na Igreja de Éfeso nos dias em que João estava desterrado na ilha de Patmos por conta do testemunho a respeito de Jesus. 

É possível que vivamos a mesma realidade? Sim! É sempre bom respondermos a perguntas tais como: Para quantas pessoas tenho testemunhado de Jesus? Quantas pessoas têm se tornado discípulos de Jesus por minha instrumentalidade? Quantas são as pessoas para as quais eu preguei e testemunhei de Jesus e que são membros de minha Igreja local?  Lembre-se que uma lâmpada não fala; ela simplesmente brilha. Sal salga, lâmpada brilha, não tem jeito.

É preciso que questionemos a nós mesmos nos seguintes termos: O que tem me levado à Igreja nos domingos e outros dias nos quais temos encontros marcados? A obrigação ou o amor pelo Deus que em Cristo me salvou na pessoa do seu filho Jesus? Tenho adorado mecanicamente ou o faço com disposição, prazer, e regozijo? O salmista pensando na liturgia escreveu: "Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico". (Salmo 100.1,2) Quando entrego o dízimo e a oferta eu o faço porque os outros fazem e se eu não fizer vai pegar mal, ou dizimo e oferto como um ato de gratidão por tudo àquilo que Deus me tem proporcionado? Faço isso com alegria ou por obrigação? 

É preciso que questionemos o quanto temos mostrado amor por Deus abrindo nossos ouvidos para ouvir o que Ele nos diz em sua Palavra. Todo avivamento esteve centrado na Palavra de Deus, O avivamento que chamamos Reforma Protestante do século XVI teve como um dos princípios resgatados, o Sola Scripiturae. Uma das primeiras providências de Lutero foi traduzir a Bíblia para o alemão e colocá-la nas mãos do povo. Não é possível amar uma pessoa e não estar disposto a ouvir o que essa pessoa tem a nos dizer. Não é possível amar a Deus e não ter prazer nenhum em ler o que Ele revela especialmente em sua Palavra. Eu me recordo com alegria sem conta dos dias em que nos reuníamos no acampamento Jovens da Verdade, ainda em condições bastante precárias, para ouvirmos por mais de duas horas, sem parar, as preleções do Presbítero Amilcar O. Borba. Hoje eu observo, com tristeza, os jovens ouvindo música, se aperfeiçoando em tocar esse ou aquele instrumento, só para se tornar um astro da música evangélica. Antes tivéssemos bons intérpretes e músicos, mas que conhecessem bem a Palavra de Deus, com certeza o repertório dessa gente seria menos repetitivo, menos coreografado e mais substancioso no ponto de vista teológico. Aliás, se conhecessem melhor as Escrituras não iriam cantar muita coisa que cantam e como cantam por aí.


A história é fictícia, como já disse. Eu a criei, mas ela ilustra importantes verdades sobre a Igreja de Éfeso e, quiça, sobre nossa vida pessoal e nossa Igreja. O melhor que podemos fazer é clamar de joelhos pedindo que Deus promova em nossa vida um avivamento que não é outra coisa a não ser um genuíno arrependimento do nosso cristianismo mecanizado para experimentarmos novamente um cristianismo poderosamente regido pelo Espírito Santo, cheio de amor e de paixão. 

Uma observação importante: só há sentido nessa história e em todo esse escrito, para aquele que um dia conheceu Jesus como salvador e senhor. Para aquele que nunca O conheceu nessa condição, e vive dentro da Igreja, não há porque falar em voltar ao primeiro amor, não há porque falar em avivamento. No caso de você ser uma dessas pessoas (há muitos filhos de crentes que pensam que Deus tem netos e vivem dentro da Igreja imaginando que já estão salvos por essa condição) eu o convido a olhar para Jesus nas Escrituras e conhecendo-O melhor, crer Nele como teu único e suficiente salvador. Tua vida será transformada, e você viverá o melhor dos seus dias......e que sejam muitos.




domingo, 3 de junho de 2012

FALANDO FRANCAMENTE SOBRE IGREJA

FALANDO FRANCAMENTE!

Você já percebeu que a cada dia que passa surge uma nova igreja, ou comunidade, como você preferir, ou uma nova denominação evangélica, ou que se intitula do ramo evangélico sob o enorme guarda-chva chamado cristianismo. A cada dia que passa lá está mais uma nova "igreja" em uma nova avenida, em um lugar onde antes era um cinema, um pequeno mercado, um armazém? Você já teve o cuidado de observar os nomes que essas igrejas adotam? Algumas, por um princípio mercadológico mudaram o habitual Igreja “tal”  por Comunidade disso, comunidade daquilo! Alguns nomes se revelam ridículos. Veja a lista ( e uma investigação maior irá fazê-la maior, podem acreditar ):  

Assembléia de Deus com Doutrinas e Sem Costumes - RJ*,  Assembléia de Deus do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água, Comunidade Arqueiros de Cristo, Comunidade do Coração Reciclado, Comunidade Evangélica Shalom Adonai, Cristo!, Comunidade Portas das Ovelhas, Congregação Anti-Blasfêmias, Congregação de Profetas Jesus Nosso Rei dos Judeus - SP*, Congregação J. A. T. (Jesus Ama a Todos), Congregação Passo para o Futuro, Congregação Plena Paz Amando a todos, Cruzada de Emoções, Cruzada do Poder Pleno e Misterioso, Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo, Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade, Igreja ‘A’ de AmorIgreja ‘Eu Sou a Porta’, Igreja a Fé de Gideão, Igreja a Serpente de Moisés (a que Engoliu as Outras) - RJ*, Igreja Aceita a Jesus, Igreja Adventista da Sétima Reforma divina, Igreja Água Abençoada, Igreja Amor Maior que Outra Força, Igreja Atual dos Últimos dias, Igreja Automotiva do Fogo Sagrado, Igreja Barco de Salvação, Igreja Batista a Paz do Senhor e Anti-Globo, Igreja Batista Incêndio de Bênçãos, Igreja Batista ô Glória!, Igreja Batista Ponte para o Céu, Igreja Batista Renovada Lugar Forte, Igreja Bola de Neve, Igreja C. R. B. (Cortina Repleta de Bênçãos), Igreja Caverna de Adulão, Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando, Igreja Chave do Éden, Igreja Cristã, Pentecostal Universal Sarça Ardente - SP*, Igreja Cristo é Show, Igreja Cruz Erguida para o Bem das almas, Igreja da Bênção Mundial, Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder, Igreja da Oração Eficiente, Igreja da Pomba Branca, Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse, Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos, Igreja de Deus da Profecia no Brasil e América do Sul, Igreja de Jesus Cristo no Universo - RO*, Igreja Dekanthalabassi, Igreja do Manto Branco, Igreja dos Bons Artifícios, Igreja dos Habitantes de Dabir, Igreja E. T. Q. B. (Eu Também Quero a Bênção), Igreja Este Brasil é Adventista, Igreja Evangélica A Última Trombeta Soará, Igreja Evangélica Abominação à Vida Torta, Igreja Evangélica Adão é o Homem, Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado, Igreja Evangélica do Monte de Oração, Igreja Evangélica dos Hinos Maravilhosos, Igreja Evangélica Esconderijo do Altíssimo, Igreja Evangélica Facho de Luz, Igreja Evangélica Florzinha de Jesus, Igreja Evangélica Fonte de Milagres, Igreja Evangélica Luz no Escuro, Igreja Evangélica Missão Celestial Pentecostal, Igreja Evangélica o Senhor Vem no Fim, Igreja Evangélica Pentecostal a Tenda da Salvação*, Igreja Evangélica Pentecostal a Volta do Grande Rei - MG*, Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia, Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo, Igreja Evangélica Pentecostal da Bênção Ininterrupta, Igreja Evangélica Pentecostal Labaredas de Fogo - RJ*, Igreja Evangélica Pentecostal Última Embarcação Para Cristo, Igreja Evangélica Subimos com Jesus, Igreja Evangélica Universal Jesus Breve Vem - RO*, Igreja Evangélica Vida Profunda - RJ*, Igreja Explosão da Fé, Igreja Filho do Varão, Igreja Jesus Está Voltando, Prepara-teIgreja Menina dos Olhos de Deus, Igreja Palma da Mão de Cristo, Igreja Pedra VivaIgreja Pentecostal do Fogo Azul, Igreja Pentecostal do Pastor Sassá, Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém, Igreja Pentecostal Jesus Vem e Vencerá Pela Fé - SP*, Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica, Igreja Pentecostal Labareda de Fogo, Igreja Pentecostal Monte da Obra Missionária - RO*, Igreja Pentecostal Planeta Cristo, Igreja Pentecostal Trombeta de Deus - DF*, Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação, Igreja Pentecostal Vale de Bênçãos, Igreja Sinais e Prodígios, Igreja Socorrista Evangélica, Ministério Apascenta as Minhas Ovelhas, Ministério Eis-me Aqui, Ministério Favos de Mel - RJ*.

Ao viajar no tempo e na história voltando à minha infância, adolescência e juventude e comparando aqueles dias com os dias atuais percebo o quanto as coisas se apresentavam de forma diferente. Éramos um menor número de Igrejas, mas fazíamos muito mais diferença do que fazemos hoje, ou seja, a questão do testemunho não estava atrelada a quantidade, mas à qualidade do cristianismo que esboçávamos naqueles dias. 

Por que será que somos em tantas denominações? Será que isso é porque estamos evangelizando e assim temos crescido numericamente? 

Falando francamente, não creio que tenhamos tantas denominações por conta da pregação e da evangelização. Lamento ter que admitir que nosso “crescimento” é mais o resultado de uma visão distorcida sobre a Igreja do que qualquer outra coisa. As tais comunidades, com algumas exceções, nasceram de cismas e divisões de cunho doutrinário ou mesmo pontos de vista administrativo diferentes, além da questão de ordem política, do que de qualquer projeto missionário evangelístico. Na verdade uma Igreja que evangeliza cresce para dentro e para fora. Uma Igreja que evangeliza é uma Igreja saudável e uma Igreja saudável não divide por motivos cismáticos, pelo contrário, cresce ao produzir pontos de pregação que acabam por se tornar congregações que logo serão emancipadas como Igrejas. 

Falando francamente, não temos crescido, mas inchado.  O tipo de evangelho oferecido hoje é por demais superficial e aquoso. É um cristianismo que oferece um Cristo totalmente desassociado da Bíblia, um Cristo negociante, um Cristo mágico, resolvedor de problemas, um Cristo subalterno, com poder limitado, subserviente. Muitas dessas comunidades neopentecostais adoram um Deus utilitário e não um Deus soberano.

 Falando francamente, não temos crescido, mas dividido. Isso mesmo! Você já observou como nos últimos anos algumas brigas e pontos de vista diferentes, ao invés de serem tratados com base nas Escrituras e com os corações humilhados na presença de Deus, têm sido motivo para divisões e surgimento de outras comunidades? Parece com alguns casais que veem no divórcio a única solução para seus problemas de relacionamento. Não se encara mais a crise, divorcia-se, divide-se, cada um para o seu lado.  Sou do tempo em que quando alguma coisa quebrava, nós consertávamos. Nestes dias pós-modernos onde a liquidez é sempre uma realidade tão natural dentro do relativismo, quando alguma coisa quebre, joga-se fora, compra-se outro, inicia-se outra Igreja, outro "casamento".

Falando francamente, temos inchado porque o surgimento de alguns segmentos que se intitulam evangélicos nascem porque um grupo deseja uma igreja de um jeito, outro deseja que a igreja seja de outro jeito. Cada um quer uma Igreja para o seu gosto particular, individual. É a Igreja "a la carte", ao gosto do fregues. Os eternos insatisfeiros são aqueles famosos alcoviteiros que ficam pelos cantos criticando as lideranças, sempre dando opiniões contrárias às decisões tomadas. Se a liderança aprova bateria como instrumento, por exemplo, então ele muda para uma Igreja que não tem bateria. Mas de repente ele descobre na outra comunidade, para onde foi, que lá há alguns oficiais que não são dizimistas então bate em retirada para outra Igreja. O pior de tudo é que por onde passam deixam um rastro de maledicência, semeiam a semente da cizânia. Essa gente não vê que o problema maior são eles e não, necessáriamente, a Igreja.

Falando francamente, há muitas pessoas que se esquecem de que não há Igreja perfeita porque ela é feita por homens e mulheres imperfeitos. Nesse caso o problema é que quem julga comete o pecado tão bem doutrinado por Tiago quando escreveu: “Irmãos não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz. Um só e Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?” (Tiago 4.11,12)

Falando francamente, o mundo está desencantado com o Cristianismo que existe hoje. Falando francamente seria melhor que parássemos para avaliar sobre o quanto temos sido úteis ao reino de Deus servindo a Deus em uma Igreja local. 

Falando francamente; temos que voltar ao cristianismo da Bíblia e não do apóstolo, missionário ou bispo, marqueteiros de plantão que estão mais interessados em tirar a lã da ovelha do que alimentá-la e leva-la para pastos verdejantes. 

Falando francamente, temos que admitir que muitas "novas" Igrejas e comunidades, são mesmo fruto de uma tendência de se buscar algo novo; são o resultado natural de um anseio em buscarmos novidades.  Sergio Pimenta escreveu a respeito dessa tendência de procura pela novidade: "Toda novidade que vem no vento, ao peso da força, na rotina cai na monotonia do pensamento, que à busca de outra novidade sai". O que essas pessoas não percebem é que o velho de hoje, já foi o novo de ontem. Tolice mudar só porque queremos novidades. O melhor mesmo é lutar contra a rotina e usando a criatividade ambientar a Igreja dentro das Escrituras e entender que a Igreja serve de centro de treinamento para a vida e não um teatro para nosso entretenimento.

Falando francamente, precisamos repensar Igreja a partir de nós mesmos, porque é em nós que ela começa......ou termina.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A BÍBLIA - SAGRADA ESCRITURA - PALAVRA DE DEUS - LIVRO SANTO


A BÍBLIA E A SABEDORIA  
 (Salmo 119.11)

“A Bíblia é o mapa para o viajante errante; o guia para quem não sabe como chegar; o manual para vida em cada instante a fonte de água para sede matar”.

Ser sábio é muito mais do que ter conhecimento. A grande maioria dos cristãos conhece a Bíblia Sagrada, mas somente aqueles que colocam este conhecimento em prática é que verdadeiramente são sábios. Spurgeon, o grande pregador disse: Sabedoria é o correto uso do conhecimento. Conhecer não é ser sábio. Há muitos homens que possuem grande soma de conhecimento, e são não obstante os maiores tolos. Saber como usar o conhecimento, isto sim é sabedoria”.

Cremos que seria de boa escolha que parássemos para pensar mais seriamente sobre nossa relação com a Bíblia, a Palavra de Deus. Particularmente, ficamos emocionados quando nos referimos à Bíblia desta maneira, ou seja, definindo-a como a Palavra de Deus, porque com isto estamos dizendo que quando abrimos a Bíblia, Deus usando das palavras ali registradas, fala conosco e revela-se a nós de uma maneira muito especial.

A história dos grandes homens é a história daqueles que olharam para a Bíblia com maior sinceridade e responsabilidade. Veja por exemplo o que o grande evangelista Dwight L. Moody disse: “Empunhe a Bíblia inteira: não uma parte dela. Um guerreiro não se engaja em uma batalha apenas com um pedaço de espada”. A Bíblia é uma Biblioteca que possui 66 livros, que foram escritos num período aproximado de 1400 anos, por mais ou menos 40 autores, que viveram em épocas distintas e distantes um do outro. Conhecer o mais que puder, e praticar aquilo que nela aprendemos, fará de nós, soldados mais prontos, mais equipados para os confrontos e as vicissitudes desta vida aqui.

Thomas Watson disse: “A Bíblia revela o coração ímpio do homem e o coração indulgente de Deus”.  Vocês já pensaram o que seria de nós se Deus nos tratasse como nós temos tratado a maioria das pessoas que “nos ofendem”? Nós, por certo, já teríamos deixado de existir há muito tempo. Mas não tem sido assim, simplesmente, porque nosso Deus é misericordioso.

Cecil Richard afirmou: “Dê-me uma Bíblia e uma candeia, e podem me enclausurar em um calabouço, pois serei capaz de dizer o que se está passando no mundo”. E pensar que a grande maioria dos “cristãos” gasta horas a fio diante de um aparelho de televisão ou jogando videogame ou fazendo qualquer outra coisa, enquanto a Bíblia empoeira-se nas estantes.  A Bíblia não deve ser apenas utilizada no Domingo quando empreendemos nossa caminhada para a Igreja. Ela deve ser lida sempre, deve ser consultada sempre. Não conheço sequer uma pessoa, dentro do cristianismo, que tenha realmente sido uma benção, que não fosse uma pessoa que amasse e lesse constantemente a Bíblia.

Muitas foram as tentativas para se destruir a Bíblia. A história fala de governantes que promoveram fogueiras nas quais seus súditos eram obrigados a queimar suas Bíblias. Todavia esses governantes nunca apresentaram nada que fosse melhor do que a Palavra de Deus.  Não somos bibliólatras, mas amamos a Deus porque nos deixou sua Santa Palavra que nos orienta. Louvemos a Deus por sua Palavra, pois somente ela pode nos tornar sábios em tempos de tanta insensatez e ignorância.

Rev. Mauro Sergio Aiello 

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


FAMÍLIA.....

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