quinta-feira, 21 de novembro de 2013

EU E O MEU GPS

A maior parte de condutores de automóveis já adquiriu o famoso aparelho GPS (Global Positioning System). Com ele você pode chegar a lugares onde ainda não foi e por isso não sabe qual o caminho que o leva lá.

Certa vez tive que ir a um Ofício Fúnebre em um cemitério que eu não conhecia. Liguei o tal GPS, digitei o endereço e me pus a caminho. Fui seguindo as orientações da “moça do GPS”. Cheguei à rua do Cemitério e enfim, ao endereço pretendido. Uma bandeirinha tremulou no visor do GPS e a “moça do GPS” disse: - Parabéns; você chegou ao seu destino final. Bem, não tenho mais GPS, por essa e por outras razões. Eu não preciso dele para saber qual é o meu destino final.

Todos nós, ainda que não queiramos conversar a esse respeito, caminhamos para “aquele” lugar. Todos nós nascemos, vivemos e morremos. Podemos até saber, de antemão, qual é o lugar em que seremos sepultados, mas o que precisamos mesmo saber é para onde vai a nossa alma (ou espírito). Quanto a isso, tanto eu como você, precisamos saber muito bem qual é o caminho que nos leva para o outro lado do rio, para o lado de lá da vida que continua.

Os homens têm feito suas considerações a esse respeito. Tenho lido, há anos, várias teorias, tenho lido várias propostas. A filosofia materialista ou a idealista, e quase todos os filósofos, já se pronunciaram de uma ou de outra maneira, sobre esse assunto. Os teólogos se dividem em conservadores, fundamentalistas, ortodoxos, liberais, neo-liberais, neo-ortodoxos e assim por diante. A cada dia que passa eu vejo na televisão, ouço no rádio, leio nos jornais, a respeito de mais uma religião que se apresenta, assim como no GPS, aquela possibilidade de caminhos para chegarmos a Deus.


Então eu ouço uma inquietante voz, um forte apelo á minha consciência, uma declaração que ninguém pode e nem teve condições de repetir ou igualar. Eu ouço a voz de Cristo quando disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai se não por Mim”. (João 14.6) Meu coração se enche de esperança, não apenas pela declaração que aponta meu destino final, mas por saber que quem fez tal declaração é, indiscutivelmente o Deus que chama e cujo chamado traz significado e razão para minha jornada para a eternidade.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

MINHA OPINIÃO SOBRE JOGOS NA INTERNET

A Internet é uma benção do mundo moderno. Pode crer. Eu a utilizo a maior parte do meu tempo para ler e escrever. Meu computador, na verdade, é uma máquina de datilografar muito sofisticada. Se eu erro, não preciso mais usar o tal branquinho. Volto atrás apago e escrevo certo. O programa que eu mais utilizo é o Word (editor de texto do pacote Office da Microsoft).

Outra ferramenta que eu uso na Internet é o correio eletrônico, também chamado de "e-mail". Uso também as ferramentas de busca para encontrar artigos, textos, livros e tantas outras informações que examino quando estou escrevendo um artigo, preparando uma palestra, um sermão, uma aula. 

Mas há coisas na Internet das quais tenho verdadeira ojeriza, asco. Refiro-me aos tais joguinhos (e são milhares e milhares). Não gosto de jogo na Internet. Fico admirado em observar como alguns adolescentes, mal adquirem seus PCs e já entram nesse mundo dos jogos. Eu sou totalmente contra esses joguinhos pelas seguintes razões.

1) Eles roubam o tempo dos que se deixam viciar. E esses joguinhos são altamente viciantes. E vício é coisa sempre reprovável. O pior é que esse vício ilusiona, ou seja, o indivíduo nutre a ideia de que pode largar a hora que quiser, mas ao chegar a esse ponto a porta da gaiola se fechou. É como qualquer outra droga.

2) Ele criam um mundo virtual tão apaixonante que os que jogam passam a confundir virtualidade com realidade. Alguns já mataram e ate suicidaram por influência desses joguinhos.

3) Muito acreditam que passam a imagem de intelectuais ao jogarem tais joguinhos. Mas esses jogos não são intelectualizantes em muitos sentidos. Algo que rouba seu tempo, molda sua linguagem, te faz um viciante, pode até te passar muitas informações, mas o que fazer com essas informações? O indivíduo só passa a viver para essa coisa chamada joguinhos.

4) Os que jogam passam a pensar que os que não jogam são todos uns tolos e que não sabem o que é bom na vida. Quando eles estão em grupo só se relacionam uns com os outros excluindo os demais. 

5) Os que jogam se colocam diante do monitor e vivem a experiência precoce e inútil da vida sedentária. Tive um aluno que dormia na primeira e segunda aula. Ao investigar o motivo fiquei sabendo que o tal passava as madrugadass jogando os tais joguinhos. 

6) Os tais "jogadores" passam a viver à margem da sociedade. Tenho visto alguns adolescentes que vão, por exemplo à Igreja, mas não sabem falar de outra coisa, não sabem discutir qualquer outro assunto, a não ser falar a respeito dos tais jogos. E quando esses tais estão em meio à pessoas eles usam uma linguagem código, própria dos tais joguinhos. Quem não joga, fica a ver navios.

Se você é um desses que vive para os tais joguinhos eu aconselho você a largar isso de lado, comprar boa literatura e aproveitar para exercitar sua imaginação. Ler ou não ser, eu creio que isso é que o tal dramaturgo inglês deveria ter dito. Livros fazem aguçar a imaginação, melhoram teu vocabulário, informam de verdade, fazem da pessoa que lê um ser mais eclético, que quanto mais lê, melhor lê e quanto melhor lê, melhor entende e quanto melhor entende, melhor se explica. 

Para quem acha que eu sou um bitolado, um quadrado, ou como me rotularam a pouco, um mente fechada eu quero dizer que tenho enorme saudades dos meus tempos de infância e adolescência quando jogávamos bola (no campinho capinado por nós mesmos), brincávamos de "mão na mula", de "policia e ladrão", "esconde-esconde", e tantas e tantas outras brincadeiras e jogos que nos faziam pegar no sono profundamente. Eu gosto de joguinhos do tipo, Rumi Kubi, e outros joguinhos nos quais enquanto jogamos batemos papo, conversamos e depois que acabou, acabou, pura e simplesmente.

Você já tentou conversar com um desses viciados em joguinhos pela Internet? Impossível. O nível de relacionamento deles com seus pais, irmãos e outras pessoas é baixíssimo a não ser com os que fazem parte da mesma tribo. Com os tais, os famosos viciados nesses joguinhos, conversam a largo sorvos. E sempre a respeito da mesma coisa; adivinhe você sobre o que eles falam. Fácil não?

Rev. Mauro Sergio Aiello

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


FAMÍLIA.....

FAMÍLIA.....
O MAIOR PATRIMÔNIO DE UM HOMEM É SUA FAMÍLIA

FILHOS

FILHOS
QUERIDOS