quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

EU COMEMORO O NATAL SIM

Por que será que ainda há, entre nós aqueles que se apegam a coisas tão pequenas? Não sabemos exatamente o dia em que Jesus nasceu, é verdade. Mas porque isso iria me impedir de comemorar o seu nascimento? Desde pequeno vibro com a montagem da árvore de Natal e nunca vi nenhum demônio escondido atrás dela.


Minha fé nunca foi abalada, pelo contrário ela cresceu forte ao embalo pedagógico das repetidas vezes em que minha família cristã comemorou o Natal. Nunca deixei de amar o meu Salvador só porque dizem que a origem da festa de Natal é pagã. Ela não pode ser uma festa pagã porque nela eu comemoro o nascimento do meu Salvador.



Tem gente ainda cometendo o equívoco de coar mosquito e engolir camelos (Mateus 23.24). Eu não comemoro a Páscoa porque ela é uma festa judaica, mas eu comemoro a ressurreição do Cordeiro Pascal, aquele de quem disse João Batista: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29).



O que seria de mim se Jesus não tivesse nascido? O que seria do mundo sem a linda história do Natal de Jesus? Seria possível cantar algo tão lindo como Aleluia de Handel ou Jesus a Alegria dos Homens de Johann Schop, se Jesus não tivesse nascido? Ora, confessemos; contamos a história com os famosos AC e DC. Como a contaríamos se Jesus não tivesse nascido?



Foi por isso que, por boca do profeta Isaías, Deus se pronunciou nos seguintes termos: “Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios”. (Isaías 9.1)



Quando chega essa época do Natal parece que certo encanto toma conta das ruas, das lojas, dos shoppings, das vielas, dos lares, das avenidas, dos prédios, das Igrejas. Não haveria isso tudo se Jesus não tivesse nascido e por mais que o tempo passe há sempre um remanescente fiel que acende a chama que parecia se apagar comemorando o seu nascimento.



Noite Feliz, é a canção que sempre cantamos nessa época do ano. Não haveria essa canção se Jesus não tivesse nascido. O que cantaríamos? Oh! Que linda história é a história do nascimento do meu redentor. Oh! Como eu gosto de cantá-la, de ilustrá-la com encenações e poesias.



Meu netinho Gabriel entrou na sala de casa. Ela está toda decorada com tudo aquilo que lembra que é epoca do Natal. Ele olhou, arregalou seus olhinhos de uma criancinha de apenas três anos, sorriu com um brilho especial em seu rosto e disse: - Que maravilhoso! Quando chegou a noite e ascendemos as luzes que decoram a varanda e a garagem da casa onde moramos, ele disse à minha esposa: - Vovó, como está lindo! Isso mesmo, tudo que lembra o Natal de Jesus, é lindo, maravilhoso. Isso porque Jesus nasceu. Que mundo sem graça, em duplo sentido, seria esse mundo sem Jesus.



Já dei muitas voltas no quarteirão da vida. Já vivi tantos natais. Já cantei muitas músicas de Natal, e a magia é sempre a mesma, o encanto o mesmo, a alegria e a esperança se renovam, o coração acelera. Deus nos livre de vivermos em um mundo sem a comemoração do Natal de Jesus.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O TRAPEIRO

A manhã de sexta-feira ainda não havia clareado quando avistei um moço bonito e forte, caminhando pelas vielas da parte baixa da cidade. Ele empurrava um velho carrinho, cheio de roupas novas e coloridas, e gritava com voz clara de tenor:

- Trapos.

Ah! o ar poluído e os primeiros raios de luz empoeirados não combinavam com aquela voz melodiosa.

- Trapos! Troco trapos velhos por novos! Levo embora os seus trapos! Trapos!

Que maravilha! pensei. O moço tinha uns dois metros de altura. Seus braços fortes e musculosos faziam lembrar dois galhos de árvores. De seus olhos faiscava inteligência. Será que ele não teria um trabalho melhor para fazer do que trocar trapos numa cidade do interior? 

Resolvi segui-lo. Foi levado pela curiosidade. E não me decepcionei.

Logo depois, o Trapeiro avistou uma mulher sentada na varanda dos fundos de sua casa. Ela chorava com um lenço no rosto, suspirando e derramando lágrimas em profusão. Seus joelhos e cotovelos formavam um triste X. Os ombros tremiam. Seu coração estava despedaçado. O trapeiro parou de empurrar o carrinho. Sem dizer nada, ele caminhou até à mulher, contornando latas, brinquedos velhos e fraldas.

- Dê-me seu trapo - ele disse gentilmente. - Vou trocá-lo por outro pano.

O moço pegou o lenço da mulher, ela ergueu a cabeça, e ele lhe entregou um pano de linho que brilhava de tão limpo e novo. A mulher olhou para o presente e, depois, para o moço, piscando sem entender nada.

Em seguida, quando voltou a empurrar o carrinho o Trapeiro fez uma coisa estranha: cobriu o rosto com o lenço da mulher manchado de lágrimas e começou a chorar. O choro era tão triste quanto o dela. Seus ombros tremiam. A mulher havia parado de chorar.

Que maravilha! pensei.

Segui o Trapeiro como se eu fosse uma criança querendo desvendar um mistério.

- Trapos! Trapos! Troco trapos velhos por panos novos.

Pouco depois quando o céu começou a ficar acinzentado por trás dos telhados e eu consegui enxergar as tiras das cortinas penduradas nas janelas escuras, o Trapeiro encontrou uma menina com a cabeça enfaixada e olhar inexpressivo. As ataduras empapadas de sangue deixavam escapar um filete vermelho que lhe escorria pelo rosto.

O Trapeiro  olhou para aquela criança com piedade e tirou um lindo boné amarelo do seu carrinho.

Dê-me seu trapo - ele disse, passando o dedo no rosto dela. - Vou trocá-lo pelo meu.

A menina limitou-se a olhar para o moço enquanto ele desenrolava as ataduras e as amarrava na própria cabeça. O boné foi colocado na cabeça dela. E eu prendi o fôlego diante do que vi: o ferimento saiu grudado nas ataduras! Da testa do moço corria um filete de sangue mais escuro, mais grosso. O sangue dele!

- Trapos! Trapos! Aceito trapos! gritava o Trapeiro forte e inteligente chorando e agora sangrando.

A claridade do sol ofuscou o céu e, agora, ofuscava meus olhos; o Trapeiro parecia estar com muita pressa.

- Você vai trabalhar? ele perguntou a um homem encostado a um poste de telefone. O homem balançou a cabeça negativamente. O Trapeiro insistiu: - Você tem emprego?

- Você é louco? - esbravejou o homem.

Ao afastar-se do poste, ele deixou à mostra a manga direita de uma jaqueta - solta, com o punho enfiado no bolso. Ele não tinha um braço.

- Dê-me sua jaqueta - disse o Trapeiro. - Vou trocá-la pela minha.

Apesar de suave, que autoridade tinha sua voz!

O homem de um braço só tirou a jaqueta. O Trapeiro fez o mesmo - e eu tremi diante do que vi: o braço do Trapeiro saiu com a manga da jaqueta e, quando o homem a vestiu, tinha dois braços perfeitos, fortes como galhos de árvores; mas o Trapeiro tinha só um.

- Vá trabalhar - ele disse.

Depois disso, ele encontrou um bêbado deitado inconsciente debaixo de um cobertor do exército - um velho, curvado, magro e doente. O Trapeiro pegou o cobertor e o enrolou em torno de si, deixando cobertores novos para o bêbado. 

Agora eu tinha de correr para acompanhar os passos rápidos do Trapeiro. Embora ele estivesse chorando incontrolavelmente, sangrando na testa, puxando o carrinho com um braço só, tropeçando, caindo várias vezes, exausto, velho, muito velho e doente, ele caminhava com uma velocidade incrível. Com passos rápidos e largos, ele atravessou rapidamente as vielas, quilômetro após quilômetro, até chegar ao limite da parte baixa da cidade. Em seguida, caminhou mais apressado ainda.

Chorei ao ver a mudança ocorrida naquele moço. Chorei ao ver sua tristeza. Mesmo assim, eu precisava ver onde ele estava indo com tanta pressa, talvez para saber o que o levava a fazer isso.

O Trapeiro, agora velho e pequenino, chegou a um aterro sanitário. Ele chegou perto dos fossos de lixo. Eu queria ajudá-lo no que ele fazia, mas permaneci afastado, escondido. Ele escalou um morro. Com muito trabalho limpou um pequeno espaço no alto do morro. Em seguida deu um longo suspiro. Deitou-se. Fez uma espécie de travesseiro com um lenço e a jaqueta e pousou a cabeça ali. Cobriu o corpo esquelético com um cobertor do exército. E morreu.

Ah, como eu chorei ao presenciar aquela morte! Afundei dentro de um carro transformado em ferro-velho e chorei como alguém que não tinha mais esperanças - porque eu passara a amar o Trapeiro. Todos os outros rostos haviam-se misturado ao rosto maravilhoso daquele moço, e eu o amava muito; mas ele morreu. Chorei até pegar no sono.

E eu não sabia - e como poderia saber? - que dormi a noite inteira de sexta-feira, e continuei dormindo durante o dia e a noite de sábado.

De repente, na manhã de domingo, fui despertado abruptamente.

Uma luz - pura, forte, insistente - bateu em meu rosto amargurado, e eu pisquei, olhei e vi a última e a primeira maravilha. Lá estava o Trapeiro, dobrando o cobertor com muito cuidado, com uma cicatriz na testa, mas vivo! E, além de vivo, cheio de saúde! Não havia sinais de tristeza, nem de idade em seu rosto, e todos os trapos que ele recolhera, brilhavam de tão limpos.

Abaixei a cabeça e, tremendo diante de tudo que presenciara, caminhei até o Trapeiro. Eu lhe disse qual era o meu nome, envergonhado demais porque, ao lado dele, eu não passava de uma triste figura. Em seguida, tirei as minha roupas e lhe disse com voz de súplica:

- Vista-me, vista-me.

Ele me vestiu. Meu Senhor, Ele me vestiu com trapos novos, e fiquei maravilhoso ao lado dele. Ao lado do Trapeiro, do Trapeiro, ao lado de Cristo!

Walter J. Wangerin

Aplicação: 

Chegamos à época em que comemoramos mais um Natal. Comemoramos o aniversário do nascimento de Jesus. Sim daquele judeu, filho de José e Maria, que nasceu tão humilde em Belém, numa rude estrebaria. Não há suntuosidade em seu nascimento. Ele é o Rei dos Reis, mas não nasceu em um palácio. Ele nasceu em uma casa que nem era sua. 

Ele veio e desde o seu nascimento se identificou com toda a humanidade. Ele se identificou com você e comigo em nossas mazelas e misérias, apesar de nos imaginarmos grandes demais. Ele sofreu as nossas dores e pagou o preço do nosso pecado. Ele se vestiu da pele humana e morreu sem nunca ter pecado apesar da morte ser o pagamento justo pelo pecado.

Mas quando tudo parecia sem sentido e a luz da esperança parecia haver se apagado, eis que o túmulo onde ele jazia foi aberto e Ele saiu, ressurreto e glorificado. Isso porque Deus se agradou de seu nascimento, vida, obra e morte. Isso porque Ele cumpriu a sua parte na minha e tua redenção. Isso porque Ele foi como um de nós e assumiu a nossa morte. Agora ele está vivo e o Natal deve ser celebrado com base nessa maravilhosa verdade. Podemos comemorar o Natal daquele que morreu, mas que ressuscitou, ouve, vê e sente quando celebramos sua vinda. 

Podemos nos aproximar dele e dizer: Vista-nos, vista-nos!

Feliz Natal a todos.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

ERA PARA SER MAIS UM JOGO DE FUTEBOL E NÃO UMA BATALHA CAMPAL.


O que dizer das cenas lamentáveis que vimos hoje (08.12.2013) na briga torcida do Clube Atlético Paranaense com a do Vasco da Gama na cidade de Joinville? Uma vergonha, um descalabro, um vexame. Mais um ato de barbárie desses que se arvoram de torcedores, mas que na verdade não passam de desajustados emocionais, gente sem condições de viver em sociedade, passionais, medíocres, e muitos deles membros de gangs que se auto intitulam torcidas uniformizadas.

Outro dia, depois das terríveis cenas vistas nas arquibancadas do “majestoso” Morumbi, escrevi um artigo para o meu blog e como não sou muito lido, não teve a repercussão que, penso eu, deveria ter tido. Hoje, depois de assistir a briga entre “torcedores” do CAP e do CRVG eu me enojei além da conta. Senti náuseas ao ver até que ponto vai o “ser humano” levado pela tolice da paixão por um clube.

Já passou da hora das autoridades futebolísticas desse país assumirem a responsabilidade. Como é possível uma partida onde um clube busca a vaga para a Libertadores da América e outro procura, às duras penas, não cair para a segunda divisão, não ter contingente policial que garanta a integridade do evento? E onde está o Estatuto do Torcedor? Paga-se caro para se assistir a um jogo de futebol e nem segurança os responsáveis pelo espetáculo oferecem! O que é isso se não uma vergonha.

Os culpados, além dos próprios arruaceiros, são:  os dirigente de futebol, as famílias de onde esses desajustados saem, a impunidade com que se trata essa turba de malfeitores.

Muito se falou da morte do menino em Oruro na Bolívia, mas ninguém penalizou o clube por permitir que uma torcida entrasse no estádio com sinalizadores. Eu já estive muitas vezes no Pacaembu e Morumbi para assistir partidas de futebol e fui examinado de “cabo a rabo”. Certa vez não me deixaram entrar nem com o jornal que eu havia comprado para ler enquanto esperava a partida começar. E eu me pergunto: Como é que essa turma entra nos estádios com bombas, sinalizadores e outras coisas mais? Parece que tem prevaricação nisso aí e quando acontecem tragédias como aquela na Bolívia e essa hoje em Joinville, a culpa vai recair sobre o torcedor apenas. Mas não é só ele o culpado.

Já que estão fazendo estádios para a Copa do Mundo e estão gastando uma grana preta, por que não investir um pouco mais com a segurança dos e nos estádios? Sim, colocar câmeras de filmagem em todo estádio, colocar seguranças nos banheiros, nos estacionamentos, ter uma unidade de polícia civil e militar, principalmente nos grandes eventos. A questão é prender e autuar em flagrante delito e impedir que o desordeiro e desajustado entre em estádios. Vamos esvaziar a audiência por um breve tempo até o chefe de família ter a garantia de poder levar sua esposa, filhos e filhas aos estádios, sem correr o risco de voltar para casa sem alguns deles.  Que invadam a privacidade de quem quer que seja dentro de um estádio de futebol. Essa anarquia radicalizada exige uma atitude radical da parte das autoridades que gerenciam o futebol nesse país que, aliás, gera muito lucro. Dinheiro há, só não há organização.

A família também é responsável por esse status quo de violência e batalha injustificável nas arquibancadas. Sim, a família. De onde é que essa turba de desordeiros vieram? De uma família, de uma casa. Alguém já disse com santa sobriedade: “O costume de casa vai à praça”. Pode ter a mais absoluta certeza de que, com raras exceções, esses briguentos de carteirinha, são maus filhos, péssimos maridos, gente sem nenhum equilíbrio emocional, gente destemperada e que gosta de agredir com palavras, gestos e atitudes de pugilismo e outras formas. Um moço que recebe boa educação em sua casa, que aprende desde a mais tenra idade a respeitar o próximo, que aprende pelo exemplo de seus pais como se comportar quando se está só ou em público, não age dessa maneira. O que temos visto nos estádios, acontece em menor escala e proporção nas escolas, nos salões onde se dança o tal funk, e em outros ambientes que são os preferidos por essa gente para poder colocar para fora o sujeito ruim que mora dentro deles. Gente bem educada nem se senta ao lado de gente dessa espécie em estádios de futebol. Eu gostava de ficar bem de longe das torcidas uniformizadas porque, eles vão aos estádios movidos à maconha. E a maconha misturada com o álcool faz do camarada um sujeito corajoso demais da conta. Um moço que recebeu boa educação e refinado doutrinamento em sua casa, não participa desse tipo de coisa como a que vimos hoje.

Mas há outro responsável e esse é o diretor de futebol. Muitos diretores de futebol não passam de torcedores. Quando desandam a falar nas entrevistas é um desastre só. Eles falam contra as arbitragens como se todos os juízes fossem ladrões. Eles desmerecem (não generalizo, é bom que se diga), o outro clube de futebol. Cansei de ouvir entrevistas com esses torcedores que se vestem de diretores falando coisas que revelam o quanto são despreparados para o cargo que ocupam. O uso de microfone e das câmeras de televisão pode desencadear uma onda de violência. Eu particularmente me ofendo quando os torcedores do Corinthians são taxados de analfabetos, bandidos e escória, assim como deixou de ser gozação chamar os são paulinos de gays. Há gente de todo tipo em todas as torcidas e julgar o todo pela parte mostra o quanto somos medíocres em rotular e julgar pessoas e instituições.

Os dirigentes, as famílias, as autoridades, deveriam tornar o episódio de Joinville como um marco. Está na hora dos dirigentes assumirem sua responsabilidade em fazer estádios com segurança. Os pais devem educar seus filhos. Fazer filhos é prazeroso, educa-los é oneroso. Educar é uma arte que exige sacrifício. Ninguém se torna excelente sem que se sacrifique. A excelência e a superficialidade andam em mãos opostas. Será que os pais dos que estão hospitalizados em Joinville sabem do que seus filhos são capazes?
As autoridades devem dar uma resposta adequada e justa para esse tipo de desvio de comportamento. Não deve haver impunidade. Não se deve tratar esses marginais como pessoas comuns. Eles não estão nem aí com o direito e por isso não devem gozar de nenhum privilégio incluindo aqueles que os dirigentes oferecem às torcidas uniformizadas. Na verdade essas tais torcidas não deveriam nem existir. Elas se tornaram em superestruturas que geram muito lucro. Viraram empresas. Uma vergonha. Os clubes são amadores e as torcidas, profissionais. Você vai ao estádio e fica à mercê dessa súcia de malfeitores.

O que se viu em Joinville deve ser a gota que fez a taça derramar. Se não for assim ainda teremos e veremos muitas lágrimas sendo derramadas como foram, por exemplo, as do Luiz Alberto, zagueiro do CAP ao ver o que acontecia nas arquibancadas. Imagem as lágrimas dos familiares que tiveram a triste notícia da hospitalização dos seus por conta de uma guerra sem causa justa.


SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


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