terça-feira, 8 de abril de 2014

RESSURREIÇÃO, O TRUNFO DO CRISTÃO! (I Coríntios 15)


“Nosso evangelho não termina num cadáver,
mas num conquistador; não numa tumba,
mas numa vitória”.
Stanley Jones

Não tive a oportunidade de averiguar as estatísticas, mas de uma coisa eu tenho certeza: há um número enorme de religiões espalhadas por todo o mundo. O homem é um ser religioso por excelência. Ele foi criado á imagem e semelhança de Deus e, por mais que viva de forma ímpia, há no seu coração o desejo de se voltar para Deus e ter comunhão com Ele. Até na mais primitiva de todas as civilizações há traços indeléveis de que ali se adorava uma divindade, seja ela qual for. Qualquer tribo, raça ou nação, já se curvou diante de um deus ou mesmo deuses.

Nestas nossas considerações olhamos, por exemplo, para a Índia. Um país com quase um bilhão de habitantes, cuja religião oficial é o hinduísmo. Lá eles adoram e se prostram diante da vaca. Por maior que possa ser a ironia, esse animal aqui no Brasil é consumido quase que por completo. Em outras palavras, e sem querer ser chocante, o brasileiro come um dos deuses dos indianos.

Os gregos e os romanos tinham uma quantidade enorme de deuses. Júpiter, Mercúrio (não o cromo), Zeus, Afrodite, Dionísio, Diana (Ártemis), etc... Havia deuses para quase tudo na religião grega. Paulo no areópago citou este jeito de ser dos gregos e aproveitou a oportunidade para falar do Deus desconhecido (para eles é óbvio, não para Paulo). E Paulo diagnosticou a religiosidade dos atenienses com as seguintes palavras: “Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos” (Atos 17.22). A partir daí o apóstolo dos gentios passa a discursar sobre o único e verdadeiro Deus. Diz que esse Deus é Criador, Mantenedor, Sustentador de todas as coisas, nEle nós vivemos, nos movemos e existimos. Paulo diz que esse Deus manifestou-se entre os homens de forma salvífica, fazendo com que Jesus, seu filho amado, ressuscitasse dentre os mortos. Bem, o sermão de Paulo foi interrompido aqui, justamente quando ele falava da ressurreição de Jesus Cristo. Para os atenienses essa coisa de ressurreição era assunto para uma outra hora e eles não levaram as palavras de Paulo a sério.

Todavia, a ressurreição é o centro da mensagem do evangelho. Jesus nasceu, viveu, sofreu e morreu. Ora, nós somos confrontados com a mesma experiência. Nascemos, vivemos, sofremos (não pouco) e morremos, também. Mas diferente de nós, Jesus ressuscitou dentre os mortos. Essa é a marca distintiva do Cristianismo quando confrontado com as demais religiões produzidas pelo homem. Ela é uma religião centrada na vida e obra de Cristo Jesus e tem como cerne, como toque distinto, como trunfo, a verdade de que Jesus não foi retido pela morte, mas ressuscitou. Graça e ressurreição são duas palavras que apenas o Cristianismo explica. “Pela graça sois salvos...”; “Porque o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”; Efésios 2.8 e I Tessalonicenses 4.16.

O livro dos Atos dos Apóstolos mostra que nos discursos de Pedro e Paulo, havia sempre a declaração dessa verdade pela qual muitos cristãos, principalmente nos primeiros séculos da era cristã, morreram, ou seja: Jesus ressuscitou! Ele está vivo! Seu túmulo está vazio! Maomé morreu, Confúcio morreu, Buda morreu, Cristo também morreu. Mas qual é a grande diferença entre eles? Ora, prezado leitor, a diferença está na razão da morte e na ressurreição, ou em outras palavras, Jesus, diferente dos demais, morreu para pagar, com sua morte, nossa dívida com Deus, e ressuscitou para nos mostrar que todos os que nele creem, hão de ressuscitar no último dia. Foi Ele mesmo quem declarou: “De fato a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6.40.

Eis aí o trunfo do Cristão; a ressurreição de Cristo Jesus. O túmulo vazio é a maior prova de que o Cristianismo tem a mensagem atual para todos os tempos. Podemos discutir usos e costumes, dias e festas, músicas e liturgias, podemos ter gostos variados e culturas diferentes, entretanto, não podemos discutir diante de um túmulo vazio. Contra fatos não há argumentos. Ele ressuscitou de fato e de verdade. Se isso não houvesse acontecido, as próprias autoridades que condenaram Jesus de forma injusta e ilegal, se encarregariam de provar o contrário. Mas não o puderam fazer pura e simplesmente, porque Jesus de fato ressuscitou.

Portanto sejamos abundantes na obra do Senhor. I Cor. 15.58.  O cristianismo não é mais uma religião; é a única que merece nossa apreciação, pois seu grande fundador continua vivo e está entre aqueles que se reúnem em seu nome e para a sua glória. 

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