quinta-feira, 8 de maio de 2014

MÃE E FILHO


           Maria, mãe de Jesus e Jesus, filho de Maria, formam um notável exemplo inspirativo no relacionamento mãe/filho. Maria viu nascer seu filho e o acarinhou ao toma-lo em seu seio. Ela viu seu filho criança, adolescente e jovem. Todavia, Maria também esteve no momento mais cruento da vida, obra e ministério de seu amado filho, Jesus. Ela esteve aos pés da cruz. Aquele bebê agora é homem formado. Ele não está em um berço, mas cravado numa cruz. O quadro é de dor e profunda tristeza. Ele não merecia aquele julgamento e condenção ilegais e injustos. Ele não merecia, teologicamente falando, aquela cruz. E sua mãe assistiu a todo sofrimento do filho. Com certeza, chorou abundante e copiosamente. Como boa mãe ela estava ao lado do agonizante filho, porque afinal de contas uma mãe de verdade nunca abandona um filho, uma mãe de verdade morre, se for possível, no lugar do rebento que trouxe ao mundo. Uma mãe vai até as últimas consequências por causa de um filho.


               Naquele monte chamado Gólgota temos uma mãe aos pés da cruz e na cruz temos um filho sofrendo, sangrando e morrendo. E daquela cruz aquele filho, mesmo em dores artrozes e lancinantes, vê a mãe que chora tendo ao seu lado, dentre outras pessoas possíveis, João, o discípulo amado, irmão de Tiago, alguém que fazia parte de seu seleto grupo de intimidade no colégio apostólico. Ele a vê e contempla, também, uma mulher que sofre. Mas percebe, prezado leitor, o valor de um filho que ama? Ele, mesmo dolorido, e sofrendo, demonstra, humanamente, uma legítima preocupação com sua mãe e diz: - Mulher, eis aí o teu filho. Em seguida diz ao seu discípulo: Eis aí tua mãe.

               Temos aqui um notável exemplo do amor que vem do céu e que por isso vai além da razão, da dor e da humanidade. Temos aqui um exemplo notável de um amor que permanece mesmo quando todos fugem amedrontados e acovardados. Temos aqui um exemplo notável de amor leal e perene.

               No mundo, creio eu, ninguém ama mais do que uma mãe de verdade. E ser mãe é mesmo um notável privilégio. É nela que a semente que um dia será chamada filho ou filha é semeada. É nela que essa semente germina e se transforma em um ser e é no momento em que o primeiro filho nasce que nasce também uma mãe. É a mãe que mais pranteia quando um filho, contrariando a natureza, parte. Há um ditado que diz com sobriedade: “Uma mãe é mãe para sem filhos e cem filhos não é para uma mãe”. Bem, com exceção do filho Jesus.

Que o exemplo do zeloso filho Jesus, inspire os filhos de tal maneira que cuidem de suas mãe squando a idade as tornarem crianças  como eles um dia foram. Que os filhos olhem para suas mães com o mesmo amor e cuidado com que suas mães olharam para eles naquele saudoso dia do seu nascimento no qual os tomaram em seus braços e deram de si o precioso líquido da vida.  

Rev. Mauro Sergio Aiello

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