terça-feira, 9 de setembro de 2014

O CÂNTARO DEIXADO PARA TRÁS....



Aquela mulher samaritana deixou seu cântaro e foi à cidade dizer àqueles homens que ela havia encontrado alguém que bem poderia ser o Messias, o Cristo tão aguardado. Ela sentia que estava agora diante do Messias. Até os samaritanos esperavam a vinda daquele profeta que seria maior do que o próprio Moisés. E parece que aquela mulher, apesar de certo desajuste moral, tinha conhecimento a respeito desse assunto e deve ter ficado atônita quando aquele judeu com quem conversava disse: “Eu, o sou. Eu o que falo contigo”. Ao que me parece ela aguardava também a chegada do Messias por nutrir no peito o anseio de que esse Messias poderia dar a ela um novo rumo, uma nova vida, perdoar seus erros e permitir que ela pudesse ser outra pessoa. E eis que ela agora está diante daquele que diz ser o Messias.


Admitamos; foi uma descoberta e tanto. Ela então deixou o seu cântaro e foi à cidade. Era o melhor que ela poderia fazer. Ela tinha que contar a outros para que os outros pudessem corroborar com ela de sua impressão. Provavelmente ela esperava que alguém confirmasse sua descoberta e lhe dissesse: “Sim, eis que ele é o Messias, o Cristo”. Parecia que ela tinha diante de si um medicamento que iria curar todas as suas feridas e ela queria ter certeza de que ele poderia fazer isso.


Aquela mulher havia ido buscar água para matar sua sede do corpo e encontrou aquele que podia matar a sede da alma, do coração. Tamanho benefício deveria ser compartilhado. Ela então foi à cidade e sem cerimônia disse: “Vinde comigo e vede um homem que disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo? Saíram, pois, da cidade e vieram ter com ele”.

Chamo a atenção de todos aqueles que já publicaram sua fé em Jesus. Quero inquiri-los nos seguintes termos: “Já disseste às outras pessoas que te encontraste com o Messias? Já disseste a elas que o Messias sabia quem você era e o que tinha feito? Já disseste a elas que Ele trouxe alívio ao teu sofrimento, esperança ao teu coração, prazer em continuar vivendo?”.

Se você tivesse uma doença mortal e alguém lhe desse um medicamento que curasse você e salvasse sua vida da morte, você se calaria a respeito desse medicamento à outras pessoas que estão com a mesma doença e prestes a morrer como você estava? Creio que isso se aplica perfeitamente aqui.


A mulher samaritana revelou profundo senso de renúncia ao deixar o cântaro e ir à cidade. Ela revelou sentir que o melhor a ser feito era contar ao outros o seu grande achado. Ela percebeu que ir à cidade era algo que não podia esperar, era algo urgente. Façamos o mesmo, prezados irmãos em Cristo, pois a omissão de socorro é pecado.

Um comentário:

  1. Mais uma vez, agradeço a Deus por sua vida Pastor. Edificação e desafio em cada meditação. Abraço.

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