segunda-feira, 18 de maio de 2015

A JUSTIÇA DO PREFEITO

“Fiorello La Guardia foi prefeito de Nova Iorque na pior época da Grande Depressão e durante toa a Segunda Guerra Mundial. Ele era chamado pelos cidadãos apaixonados por Nova Iorque de “Pequenina Flor”, porque tinha apenas 1,60 cm de altura e sempre usava uma flor vermelha na lapela. LaGuardia era uma figura pitoresca, que costumava andar nos carros de bombeiros da cidade, invadir botequins com a polícia, e levar um orfanato inteiro a um jogo de beisebol. Quando os jornais de Nova Iorque entravam em greve, ele se dirigia a uma emissora de rádio e lia a seção recreativa da edição de domingo para as crianças.

Numa noite muito fria, em janeiro de 1935, o prefeito apareceu num tribunal noturno que atendia o bairro mais pobre da cidade. Naquela noite, LaGuardia dispensou o Juiz e assumiu o seu lugar. Após alguns minutos, uma senhora vestida com trajes esfarrapados foi trazida diante dele, acusada de ter roubado um filão de pão. A senhora contou a LaGuardia que seu genro abandonara o lar, deixando sua filha doente e seus dois netos passando fome. Mas o padeiro de quem ela havia roubado o pão recusava-se a retirar a queixa.

- Eles são péssimos vizinhos, Excelência – disse o homem ao prefeito. Ela precisa ser punida para que isso sirva de lição às outras pessoas da redondeza.

LaGuardia deu um longo sorriso. Virou-se para a mulher e disse: - Eu preciso punir a senhora. A lei não permite exceções. Dez dólares ou dez dias na cadeia.

Enquanto pronunciava a sentença, o prefeito enfiou a mão no bolso, retirou uma nota, atirou-a dentro de seu famoso sombreiro e disse: - Aqui estão os dez dólares da multa que eu cancelo neste momento”.

(De James McCtcheon em Histórias Para o Coração compilação de Alice Gray, Editora United Press, Pag. 19)

          Essa linda história ilustra de uma forma extraordinária a Justiça, a Misericórdia e a Graça que Deus revelou na pessoa de Cristo o Filho amado.

          Eu e você estamos personificados nessa mulher que havia roubado o filão de pão do padeiro. O Prefeito, naquela contingência fazendo o papel de Juiz, é Deus cuja prerrogativa é punir o infrator. O Padeiro é o acusador, aquele que quer que sejamos condenados eternamente.

          Então aquele Juiz usa de misericórdia ao pagar, ele mesmo, a sentença que foi proferida; dez dólares (que a mulher absolutamente não tinha), ou dez dias de cadeia. Ele tira do seu bolso dez dólares quita a dívida e cancela a multa.

          Jesus pagou nossa dívida para com o Pai. Nossos pecados exigiam satisfação e Cristo se fez justiça por nós. Deus o Pai, vendo o que seu filho fez e considerando que a satisfação pelos pecados foi dada, declara os injustos, justificados.

          Não é difícil compreender e se emocionar quando nos conscientizamos que somos pecadores pelos quais Deus, em Cristo, justificou.

          Vivamos com nossos corações e ações repletos de gratidão e santidade, numa demonstração clara de que a sentença anulada em Cristo não foi em vão.

Um comentário:

  1. O amor de Deus opera num nível profundo em nossas vidas. Deus é fiel! Deus continue abençoando a sua vida e a sua família e todos os que te cercam no dia-a-dia.

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