terça-feira, 5 de maio de 2015

MÃES....


Nem todas as mulheres que geram filhos são mães de verdade. Não basta gerar é preciso assumir a maternidade com todas as suas nuances, implicações, muitas dores, decepções e poucas glórias. Dizem, e é verdade, "uma mãe é para cem filhos, mas cem filhos não é para uma mãe".


Se há um ser nesse mundo que merece nossa honra, esse ser são aquelas notáveis mulheres que realmente assumiram a nobre, e pouco reconhecida, tarefa da maternidade.

Eu tenho minha mãe sempre presente em meu coração apesar dela já estar na presença do nosso Redentor. São raros os dias em que eu não me lembre dela, por uma ou por outra razão. Mães de verdade são únicas e singulares. Cada mãe é uma mãe á sua própria maneira. Não podemos comparar nossa mãe com a nenhuma outra mãe.

Minha mãe pode não ser a mulher mais linda desse mundo, mas com a mais absoluta certeza ela tinha belezas singulares.

Minha mãe apesar de sábia, não foi a mais sábia desse mundo, mas foi com ela que eu aprendi as primeiras e mais importantes lições de vida. Ela me ensinou o que significa honestidade e honra.

Minha mãe não foi uma mulher rica no sentido econômico, mas ela  deu de si mesma, e a si mesma por mim e, sinceramente, isso é um tesouro de valor incalculável.

Minha mãe não foi uma mulher aplaudida, apesar das honras que recebeu, mas eu me curso, reverentemente, diante de sua presença. Eu quero honrar mamãe. Isso é justo.

Minha mãe não foi a mulher mais requisitada desse mundo, como Margareth Tatcher, Golda Meir e tantas outras, mas quando eu precisei eu encontrei nela a compreensão e a misericórdia próprias de um coração de uma verdadeira mãe.

Minha mãe não foi uma rainha como foi Ester, Sabá, e Elizabeth, mas ela reina no trono do meu coração com suas mais doces lembranças e recordações.

Minha mãe não partiu. Ela continua incomparável e viva em minha memória. O nome Yolanda não pode ser apagado porque ele foi tatuado no meu coração.

O pronome possessivo feminino “minha” adquiri um valor que nenhum bem pode pagar ou substituir quando ele é usado para se referir à mãe: MINHA MÃE. A todas essas que, tendo gerado ou não, assumiram a divina missão da maternidade, meu tributo e preito de gratidão.

Uma referência especial à mãe dos meus filhos, Angela Isabel de Souza Lins Aiello. Mãe, amiga, conselheira, sempre presente na vida dos seus filhos.

Rev. Mauro Sergio Aiello, filho de Yolanda Dalceno Aiello

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