segunda-feira, 29 de junho de 2015

John MacArthut E A QUESTÃO DA HOMOSSEXUALIDADE

UM ALERTA A LIDERANÇA EVANGÉLICA
Carta Aberta de um Pastor Americano
Autor: John MacArthur
A Suprema Corte neste país [EUA] promulgou seu julgamento. As manchetes informam que um pouco mais da metade dos juízes da Suprema Corte consideram a liberdade de orientação sexual, um direito para todos os americanos. Esta troca de valores não aparece como uma surpresa para nós. Já sabemos que o deus deste século cega as mentes daqueles que não acreditam (2 Cor. 4:4). 

O dia 26 de junho de 2015 fica como um marco americano de demonstração desta antiga realidade.Nos próximos dias, irão esperar de você, como um pastor, que forneça comentários sensatos e conforto para o seu rebanho. Este é um momento crítico para os pastores, e surge como um lembrete de que uma formação adequada é crucial para um pastor. Estou escrevendo esta mensagem curta como de um pastor para outro. 

Os meios de comunicação estão cheios de atualizações, e eu não preciso juntar a minha voz nessa briga. Em vez disso, eu quero ajudá-lo a pastorear sua igreja nesse momento confuso. Além dos artigos úteis no blog Preaching and Preachers, eu também quero transmitir os pensamentos abaixo que, creio eu, vão ajudar a enquadrar a questão de uma maneira bíblica.

1 – Nenhum tribunal humano tem a autoridade de redefinir o casamento, e o veredicto de ontem não muda a realidade do casamento que foi ordenado por Deus. Deus não foi derrotado nesta decisão, e todos os casamentos serão julgados de acordo com fundamentos bíblicos no Ultimo Dia. Nada irá prevalecer contra Ele (Provérbios 21:30) e nada vai impedir o avanço de Seu Reino (Dan 4:35).

2 – A Palavra de Deus pronunciou seu julgamento sobre toda nação que redefiniu o mal como o bem, a escuridão como a luz, e o amargo como o doce (Isaías 5:20). Como uma nação, os EUA continuam a colocar-se na mira do julgamento. Como proclamador da verdade, você é responsável por nunca comprometer estas questões. De todas as maneiras, você deve se manter firme.

3 – Esta decisão prova que estamos claramente em minoria, e que somos um povo separado (1 Pedro 2: 9-11; Tito 2:14). Como escrevi no livro “Why Government Can’t Save You”, as normas que moldaram a cultura ocidental e a sociedade americana deram lugar ao ateísmo prático e ao relativismo moral. Esta decisão simplesmente acelerou a taxa de declínio dos mesmos. A moralidade de um país nunca vai ser mais alta que a moralidade de seus cidadãos, e sabemos que a maioria dos americanos não têm uma cosmovisão bíblica.

4 – A liberdade religiosa não é prometida na Bíblia. Na América, a Igreja de Jesus Cristo tem desfrutado de uma liberdade sem precedentes. Isso está mudando, e a nova norma pode, na verdade, incluir a perseguição (o que será algo novo para nós). Nunca houve um momento mais importante para homens talentosos ajudarem a liderar a igreja ao lidar, de forma competente, com a espada do Espírito (Efésios 6:17).

5 – O casamento não é o campo de batalha final, e os nossos inimigos não são os homens e mulheres que procuram destruí-lo (2 Coríntios 10:4). O campo de batalha é o Evangelho. Tenha cuidado para não substituir a paciência, o amor e a oração por amargura, ódio, e política. A medida que você guiar cuidadosamente seu rebanho afastando-o das armadilhas perigosas que aparecem à frente, lembre-os do imenso poder do perdão por meio da cruz de Cristo.

6 – Romanos 1 identifica claramente a evidência da ira de Deus sobre uma nação: a imoralidade sexual seguida da imoralidade homossexual culminando em uma disposição mental reprovável. Esta etapa mais recente nos lembra que a ira de Deus veio na íntegra. Vemos agora mentes reprováveis em todos os níveis de liderança – no Supremo Tribunal Federal, na Presidência, nos gabinetes, na legislatura, na imprensa e cultura. Se o diagnóstico da nossa sociedade está de acordo com Romanos 1, então, também devemos seguir a receita encontrada em Romanos 1 – não devemos nos envergonhar do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação! Neste dia, é nosso dever divino fortalecer a igreja, as famílias, e testemunhar o evangelho ao tirar os absurdos pragmáticos que distraem a igreja de sua missão ordenada por Deus. 

Homossexuais (como todos os outros pecadores) necessitam ser avisados do juízo eterno iminente e precisam ter o perdão, a graça e a nova vida, amorosamente oferecidos através do arrependimento e da fé no Senhor Jesus Cristo.

Em última análise, a maior contribuição ao seu povo será a de mostrar paciência e uma confiança inabalável na soberania de Deus, no Senhorio de Jesus Cristo, e na autoridade das Escrituras. Mire seus olhos no Salvador, e lembre-os de que quando Ele voltar, tudo será corrigido.
Estamos orando para que você proclame firmemente a verdade, e que se posicione de maneira inabalável em Cristo.

terça-feira, 23 de junho de 2015

MOTIVAÇÃO & PRAZER

Seria o prazer uma motivação?

É fácil encontrar motivação naquilo que é prazeroso. Se você tem prazer em ler, então você fará de tudo para para ler. Se você tem prazer em assistir televisão, você encontrará nesse prazer a motivação para fazer isso, ou seja, sentar-se, ligar a TV pegar o Controle Remoto e pronto.

Mas transformar prazer em motivação é muito perigoso. Por que?

Ora porque nem tudo que temos prazer em fazer, devemos fazer. Fumar, por exemplo, pode ser, para um fumante, um prazer. E isso chega a ser um prazer viciante, mas com a mais absoluta certeza, uma pessoa de juízo que sabe muito bem quais são os resultados desse vício, tem motivação (motivo, razão) contrária para não fumar, apesar do "prazer"..

Há determinadas coisas nessa vida que não trazem prazer, mas devemos fazer. Quer um exemplo? Ser submetido a uma cirurgia de extração das amídalas, ou falando mais tecnicamente, ser submetido a uma amigdalectomia. Você não vê ninguém dizendo com prazer: - Oba! Hoje vou operar das amídalas, ou mesmo extrair um dente, ou fazer um tratamento de canal dentário. Essas coisas, e muitas outras, não nos trazem prazer. Mas há motivações (motivos, razões) para que nos submetamos a elas.

Na vida encontramos muitas situações em que devemos fazer coisas nas quais não achamos prazer fazer. O que precisamos mesmo é estar atentos à necessidade, ou seja, àquilo que é necessário fazer e não simplesmente fazer aquilo que nos traz prazer.

A sociedade hodierna transformou o "prazer" em um deus cultuado e adorado. Vejo casais dizendo que querem se separar porque não sentem mais prazer na relação. Não são mais felizes, eles dizem. Mas Deus não criou o casamento fazendo do prazer a sua motivação. Deus não criou o casamento pensando em que ao unir Adão a Eva estaria, com isso, garantindo felicidade aos dois. Eles viviam no Jardim do Éden, eram perfeitos, pois a queda veio depois de sua união como primeiro casal. Portanto, eles não eram infelizes. Deus uniu os nossos primeiros pais por outras razões, por outros motivos, tais como gerenciar a criação e encher a terra de seres como eles. Claro que fazer filhos, ou seja, o ato sexual, é prazeroso, e eu creio que é assim porque o homem, depois da queda se tornou tão egoísta que possivelmente não praticaria tal ato se o mesmo fosse apenas para procriar. A relação sexual é um ato de sublimação no qual os dois se tornam um, como previu Deus. 

O que devemos considerar é que precisamos ser bastante razoáveis quanto ao que devemos fazer ou não fazer e não nos deixarmos seduzir apenas por aquilo que traz prazer. O prazer pode trazer resultados terríveis para nossas vidas. O prazer é traiçoeiro! Ele transforma desejos em necessidades, mas nem tudo que desejamos é necessário. Veja o consumismo e a propaganda. A propaganda cria na mente daquele para quem ela é dirigida, algo que parece ser necessário, mas que na realidade, muitas vezes, não é. Em muitos casos ela pode nos enganar de tal maneira que passamos a desejar algo e sentimos que enquanto não tivermos aquilo, não seremos felizes, não teremos prazer na vida. Ora; na verdade o que é necessário não precisa de tanta propaganda. A propaganda cria uma certa esfera de prazer ao dizer que você precisa, necessita ter algo, mas que na realidade você, muitas vezes, não precisa ter. E seduzido pela ideia de que aquilo que lhe é propagado lhe traz prazer, você, custe o que custar, adquire, compra, ou permuta. 

Na verdade o prazer, nem sempre é aliado da motivação. As vezes eles andam em campos opostos. A santidade espiritual vive na fronteira entre o prazer e a motivação. Se nosso objetivo nessa vida aqui é manifestar a Glória de Deus em nossos pensamentos, atos e palavras, então devemos, muitas vezes dar as costas ao prazer, às paixões, e fazer da santidade nossa motivação para essa vida. Podemos até dizer que o "prazer" do cristão verdadeiro, é viver de forma santa. 

Ficar em casa assistindo televisão aos domingos, pode ser prazeroso, mas o cristão deve ser razoável e entender que ir à Igreja e se aprofundar na Comunhão dos Santos, estudar a Bíblia, é muito mais importante para sua santificação e crescimento espirituais. Se um cristão tem mais prazer em ficar assistindo televisão aos domingos (o que na essência não é pecado), ou fazendo qualquer outra coisa que não santifique e consagre a Deus em sua vida, o que ele faz se torna pecado de omissão. O cristão de verdade, o discípulo de Cristo deve ter prazer nas coisas de Deus. "Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração". (Salmo 37.4) O Salmo 1 diz que o homem realmente feliz é aquele que se nega a dar ouvidos aos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, e nem se assenta na roda dos escarnecedores. Ele é feliz porque o seu prazer é ler e meditar na Lei do Senhor.

O que precisamos considerar é que entre a Motivação, o Prazer existe um verbo que foi muito usado aqui nesse escrito - DEVER. Entre a Motivação e o Prazer há o Dever.

Nem sempre fazemos as coisas porque o motivo é o prazer, e sim porque a motivação primordial é o dever.

Um certo veterano de guerra foi entrevistado e quando lhe perguntaram o que ele achava da guerra ele respondeu: - Uma enorme estupidez. - Mas por que então você é um soldado e aceita ir para o campo de batalha? O veterano de guerra respondeu: - O senso do dever. Não tenho prazer no que faço, mas é preciso ser feito. A soberania e a liberdade da minha nação estão em jogo e eu estou disposto a dar a minha vida como sacrifício para que minha família viva livremente.

Finalizando minhas considerações eu diria que entre Prazer e Dever,  a maior motivação é o Dever porque este não se prende ao que desejamos pura se simplesmente, mas sim ao que é necessário fazer. 

Entre prazer e dever, o preferível é encontrar motivação no segundo.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

A MÁGOA - MÁ ÁGUA NÃO SE BEBE.


Para começo de conversa a palavra mágoa já começa com a primeira sílaba que é "má". Alguma coisa assim me parece não ser boa. E na verdade isso não é por acaso porque a palavra "mágoa" é a junção de dois outros termos, ou seja "má" + "água" = mágoa. Uma água amarga, envenenada, contaminada, é imprópria para beber. E se você a beber, vai inchar até morrer.

Assim é a mágoa. Você precisa se ver livre dela, senão você será vítima dela. Mágoa é ressentimento, ou seja, um constante e ininterrupto sentir a ofensa, o ataque, a humilhação a que te submeteram. A mágoa, o ressentimento, vão se acumulando, e eles tendem a crescer até sufocar você. É preciso se ver livre disso, porque a mágoa gera apatia, falta de graça e brilho, esterilidade, espírito ácido e crítico, e desejo de vingança. Na verdade o sujeito magoado é vítima duas vezes. Ele é vítima de quem o ofendeu e também da mágoa que dele se apossou.

Precisamos nos ver livres da mágoa e o único caminho para isso é o perdão. Não tem jeito, não tem outro caminho, não tem outra atitude que não essa; perdão. Não adianta fazer de conta que nada aconteceu. Se você sublimar a ofensa, deixando-a num cantinho da mente e do coração, mais cedo ou mais tarde ela vai se levantar dali e se manifestar. Não adianta você se vingar, dar o troco. Alguém disse que se você quiser ter paz por segundos, vinga-te, mas se você quiser ter paz perene, perdoe. É verdade! A melhor "vingança" contra quem te ofende, é o teu perdão e ele se torna ainda mais contundente quando quem te ofende não reconhece o erro.

A mágoa é um veneno que tomamos esperando que aquele que nos magoou morra. O melhor que podemos fazer é perdoar. Não estou falando em salvo conduta e impunidade. Como já escrevi, não se trata de não fazer conta, de que não houve nenhuma ofensa. Mas somente o amor, que gera o seu filho primogênito, que é o perdão, pode aplanar a estrada na qual podemos trilhar sem sermos seduzido pelo sentimento de vingança em vez de sermos exemplos de justiça.

Aquela moça não conseguia progredir em nenhum sentido em sua vida. Talentosa era ela. Moça asseada, de bons hábitos, bem preparada, bonita! Mas não havia brilho ao seu redor. Ela não conseguia progredir em sentido nenhum na sua vida. Por diversas vezes ela se perguntou o por quê de não ter amigos, de sentir-se tão mal mesmo quando conseguia superar obstáculos e vencer algumas limitações. Até que ela descobriu que devia perdoar o pai que abusou dela. Mas seu pai já havia morrido. Ela foi a túmulo de seu pai e orou: "Senhor Deus. Nesse lugar está sepultado meu pai. O Senhor sabe o que ele fez comigo e as mágoas que trago em meu coração até hoje. Mas Senhor, eu quero continuar vivendo sem essa mágoa. Eu quero viver! Parece-me, Senhor, que eu estou aqui, sepultada com ele. Eu decidi me levantar desse túmulo e viver. Por isso, Senhor Deus, eu decidi perdoar meu pai. Faço isso inspirada no Teu perdão, pois quando eu estava morta espiritualmente, tu me perdoaste sem que eu merecesse e me deste vida. Eu quero viver abundantemente. Por isso eu perdoo. E faço isso em nome do Teu filho, Jesus Cristo. Amém". Então ela seguiu seu caminho, agora tendo o coração repleto de esperança e alegria, sonhos e projetos, porque afinal de contas agora ela se sentia, verdadeiramente, viva e livre.

Precisamos aprender a perdoar a nós mesmos. Precisamos compreender o perdão de Deus e perdoar a nós mesmos. E assim como Deus, em Cristo, nos perdoou, devemos perdoar aos que nos ofendem e prosseguir em nossa jornada por aqui, atentos para que não venhamos ofender, defraudar, magoar, as pessoas ao nosso redor. 


Que Deus nós dê dose enorme do seu amor, para que, amando como Ele amou, perdoemos como Ele perdoou e assim experimentemos de sua vida.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

A MAIORIDADE PENAL NO BANCO DOS RÉUS OU DAS VÍTIMAS.

Repito o que já disse em outros dos meus escritos; não sou formado em Direito. Aliás, gostaria muito de ter feito essa ciência, mas não para exercer a Advocacia em qualquer uma de suas áreas, mas por entendê-la bastante eclética e esclarecedora para a vida comum.

Portanto, se você é alguém formado em Direito, dê generosamente um desconto. Não seja duro demais comigo. Se você quer me ajudar nessa discussão, seja franco, sincero. Dispa-se de suas pressuposições. Por favor, não tente me convencer do contrário só dizendo que você é formado em Direito e por isso você deve ter sua opinião mais abalizada do que a minha. Saiba que a penicilina foi descoberta por conta de um descuido.

Vivi minha adolescência em uma época de grandes transformações na área da cultura em geral. Como nasci amando música, e sempre envolvido com ela, vi as transformações culturais dentro desse ambiente. Tenho amigos que morreram vítimas de overdose, outros morreram trocando tiros com a polícia, outros cumpriram longos anos de prisão, outros destruíram completamente seu futuro constituindo famílias super problemáticas. A misericórdia de Deus foi responsável por eu não ter me perdido.Vi amigos super geniais, vidas preciosas, talentosos (choro em meu coração só de pensar em alguns deles) morrerem de forma estúpida. Chorei a morte de muitos deles. 

A QUESTÃO DA CLASSE SOCIAL

Venho de uma classe social pobre. Perdi meu pai quando eu tinha apenas 19 anos. Passei enormes privações de todos os tipos que você possa imaginar. Não vou expô-las aqui para não passar a impressão de que eu estou pintando o quadro de um "coitadinho" que lutou e venceu na vida, mesmo porque não venci; ainda continuo lutando.

Por isso eu posso dizer que a argumentação de que devemos ser mais condescendentes com os menores de 18 anos que são oriundos de classe social inferior, não é suficiente. É claro que o meio contribui muito para a formação do caráter e da personalidade de uma pessoa, mas o ser humano elucubra, pensa, raciocina, interage. Apesar de ver amigos e até parentes fazerem a opção pela delinquência, eu decidi não ir por esse caminho. Não é verdade que adolescentes nascidos em classe social têm direito de delinquir. Ninguém tem!!!!

É claro que a sociedade deveria dar maiores condições para que os adolescentes tivessem boa escola, saúde de qualidade e assim pudessem, indiscriminadamente, se preparar para disputar um lugar decente no mercado de trabalho com isonomia e equidade.  Infelizmente não tem sido assim. Os adolescentes que nascem em um lar abastado estudam em melhores escolas e assim podem ter um preparo melhor para o curso superior e ir além e, como resultado, encontrar uma colocação melhor no âmbito profissional. Mas isso não é desculpa para que permitamos que os adolescentes menos privilegiados se tornem criminosos sem punição.

Falando franca e amorosamente: podemos entender porque alguns jovens, advindos de classe social mais humilde fazem opção pelo crime quando vivemos em uma sociedade que premia o "camarada que se deu bem", "que fez sucesso", "que ostenta", que aprendeu "que o importante é levar vantagem sempre (a qualquer custo)". Vivemos em meio a uma sociedade materialista que diz que a pessoa deve ser reverenciada pelo que ela tem e não pelo que ela é. Vivemos em uma sociedade pragmática. Na verdade vivemos em uma sociedade em que temos a falsa impressão de que o crime compensa. Mas, definitivamente, a situação social de um adolescente, ainda que seja uma atenuante, não deve, em meu entendimento, ser justificativa para que ele não pague a dívida que contraiu com a sociedade ao cometer crimes.

A QUESTÃO DA DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Concordo com aqueles que alegam que a diminuição da maioridade penal não implica, diretamente, na diminuição da violência. Não se pode tratar apenas os sintomas. É preciso que tratemos as causas da violência e não apenas a violência em si. É preciso ação profilática e preventiva para que possamos diminuir a violência. Mas se você quiser tratar uma infecção além de ter que tomar um antibiótico (alopatia) ou fortalecer o organismo (homeopatia) para combater e destruir o agente agressor é preciso tratar também toda a sintomatologia em torno dessa infecção: anti-térmicos, analgésicos, etc...

No caso atual, na situação em que se encontra a sociedade brasileira, é necessário trabalhar nas duas pontas, ou seja: é preciso redistribuir melhor a renda, melhorar a educação, a saúde, de tal maneira que ninguém venha com essa desculpa de que é um "excluído", que é um "coitado" que não teve chance de vencer na vida. Isso seria profilaxia, e a quem interessa isso? Nos governos que temos tido, parece-me que quanto pior melhor. Talvez a ideologia de que a massa de ignorantes é mais facilmente manipulada seja o que impere. Por isso precisamos de governos realmente comprometidos com o social (que não é dar Bolsa Família). Precisamos de governos que ensinem a pescar e não ofereçam um pedaço de peixe seco que não passa de forma de dominação.

Entretanto é preciso também que se tenha legislação que puna o infrator tenha ele a idade que tiver. A legislação deve garantir que ninguém receba uma pena que não seja relativa ao crime cometido. Por isso todo indivíduo tem direito a se defender, mesmo sendo declaradamente culpado. Não queremos ser injustos na aplicação da pena, mas sim ensinar onerar o infrator de forma justa, tenha ele  a idade que tiver. Latrocínio, homicídio, tráfico, estupro e por ai vai merecem penas pertinentes independentemente da idade que o indivíduo tenha. Não é de se estranhar em uma sociedade onde se criou a Lei da Palmada, ou Menino Bernardo, que haja resistência à diminuição da maioridade penal.

A QUESTÃO DO SISTEMA PRISIONAL

Entre aqueles que são contra a diminuição da maioridade penal estão os que alegam que não temos presídios adequados para essa faixa etária. Outros dizem que no ECA prevê que o menor infrator deva ser colocado em casas onde recebam instrução e trabalhe. Em São Paulo temos a FUNDAÇÃO CASA, mas sinceramente, qualquer pessoa que conhece o mínimo daquilo sabe que não funciona. Respeito opiniões contrárias, mas a minha está fundamentada em depoimento de gente que melita há anos nessa instituição é afirmam que não são só 30% o percentual de reincidentes. Quem conhece aquilo a fundo sabe que o percentual é muito, mas muito superior.

Não estou advogando que joguemos quem quer que seja e tenha a idade que tiver em coisas como a antiga Casa de Detenção de São Paulo. Aquilo era uma vergonha, um horror. Como pode uma pais com os recursos que o Brasil detém ter mantido aquilo por tantos anos. Minha opinião é que reformemos todos os presídios, que os façamos por faixa etária, então. Mas afirmar que não podemos tir
ar de circulação adolescentes infratores ou mandá-los para a Fundação Casa, já é demais para mim. Fiquei sabendo de uma delinquente que tinha 17 anos e faltava apenas dois meses para completar 18. Ele matou uma pessoa em um assalto. Praticou um latrocínio. Ele sabia muito bem o que estava fazendo. Já tinha estado na Fundação Casa. E por causa de apenas alguns meses foi penalizado com uma pena sócio educativa. Logo ele sairia com ficha limpa e quem acredita que esse jovem não vai mais delinquir só porque se tornará maior de idade e as penas nesse caso são mais duras? Como eu rotulo algo assim? Eu chamo de injustiça e de hipocrisia. Quer dizer que se ele tivesse já com dezoito anos e um dia ele seria mais apto a ser julgado e condenado para viver em um presídio?  

Temos que privatizar e fiscalizar os presídios. Os presídios não devem ser depósito de gente condenada, mas também não precisa ser um SPA. Se quisermos ter um sistema prisional que realmente ressocialize alguém, é preciso linha dura, disciplina, supervisão, fiscalização, trabalho e ensino. Cabeça vazia é oficina do diabo. Mudar hábitos não é fácil. Precisamos de instituições que realmente tenham profissionais habilitados e não gente concursada que se dependura no serviço público.

A QUESTÃO DA FAMÍLIA

O Brasil precisa repensar a família. A família deve ser o centro de treinamento das relações humanas. É em casa que a criança deve ser educada em primeiro lugar (Prov. 22.6). Os pais devem ser os primeiros e mais importantes docentes dos seus filhos e devem ensiná-los com base no exemplo. Os filhos, por menores que sejam, são observadores e eles irão, de uma ou de outra maneira, mimetizar os seus pais. O convívio dento da família nuclear vai moldar o caráter e a personalidade dos pequeninos e por isso a família deve ser ajustada e harmoniosa. Bem diz o adágio popular: "Eduque a criança para não ter que corrigir o adulto".

Pais beberrões, fumantes inveterados, drogados e libertinos não podem esperar que seus filhos sejam um primor da moralidade. Casais que vivem sob o mesmo teto, mas estão separados pelas desavenças e conflitos, geram dento do coração de seus filhos insegurança. Normalmente crianças que apresentam sérios problemas na escola vêm de lares desfeitos, problemáticos e desajustados.

A família não pode transferir para a escola uma responsabilidade que é dela. Conheço pais de egressos da Fundação Casa que maltratavam seus filhos. Por conta disso essas "crianças" se tornaram adultas no crime e por isso foram para essa instituição. Ocorre que por diversas vezes, quando acontecem as insurgências nesses locais, rebeliões, os pais desses menores são os primeiros a pedir para ver como seus filhos estão sendo tratados e muitos vão ao Juiz e aos órgãos de imprensa desandar falação contra o tratamento que seus filhos estão recebendo. 

Mas o fato de um adolescente pender para o crime por conta do desajuste da família não o inocenta dos crimes que cometeu. Podem ser atenuantes e tanto a psicologia quanto a pedagogia devem fazer o diagnóstico e propor um caminho de volta à mente e coração desses jovens, mas isso não quer dizer que eles não cumpram pena e nem paguem pelo crime que cometeram.


CONCLUSÃO

Eu não desejo o mal para ninguém. Eu sonho com um país onde a educação verdadeiramente eduque, onde o trabalhador e o aposentado sejam tratados com dignidade e honra. A Bíblia diz que todo trabalhador é digno do seu salário. Eu sonho com um país onde os jovens possam estudar e se preparar para que seu trabalho seja reconhecido mundialmente. Eu sonho com um país que seja mais do que futebol, praia e cerveja. Eu sonho com um país que possa ser um bom exemplo para as demais nações e não uma vergonha quando se trata dos índices de educação, corrupção e imoralidade.

Não podemos mais fazer vistas grossas e ouvidos de mercador. Precisamos de ação. Como li certa vez escrito em um muro: "ESTOU CANSADO DE DISCURSOS, EU QUERO AÇÃO".

Então, sociedade, temos muito trabalho para fazer. Comecemos por nossas casas.

Um abraço.

UM RECADO AOS HOMOSSEXUAIS.

Eu só posso rotular de absurda e estúpida essa campanha perpetrada por alguns homossexuais (não generalizo) contra o cristianismo. Não é o cristianismo que ataca com violência verbal e física os homossexuais. Pode acreditar que os que atacam homossexuais verbal e fisicamente, não são cristãos, mesmo que sejam pastores, bispos, apóstolos, etc.

Tenho 60 anos de idade e nunca proferi qualquer ataque verbal e nem tampouco físico contra os gays. Eu tenho amigos de infância que são homossexuais, trabalhei com excelentes profissionais que eram homossexuais. Conheci pais de família que viviam no armário e que choravam viver em duplicidade; em casa hétero, na rua; homossexual. Chorei com alguns deles e reconheço a dor daqueles que gostariam de deixar de ser o que são e não conseguem. Sei de casos em que a pessoa tirou sua própria vida. Testemunhei de Jesus para muitos deles. 

O cristão verdadeiro, aquele que nasceu de novo, aquele em quem habita o Espírito Santo, e por isso tem dentro de si a Palavra de Deus, o Verbo Divino, ama, seja quem quer que for, heterossexual, homossexual, bissexual, ou qualquer coisa que o valha. O cristão deve amar todas as pessoas. Isso é facílimo de compreender se lermos a mesma Bíblia. O cristão deve amar o homicida, o latrocida, o adúltero. Eu sei que não é fácil, mas é assim que a Bíblia nos ensina e esse amor deve ser mais do que sentimento, deve ser demonstrado em atitudes de solidariedade, compreensão. Ao lermos I Coríntios 13 aprendemos sobre esse amor e descobrimos o quão difícil é encarná-lo. Quem éramos nós para que Deus enviasse seu filho para morrer naquela cruenta cruz. (João 3.16) Não éramos melhores que os homossexuais, ou mesmo que alguns criminosos condenados a morte pela justiça humana. A Bíblia diz que "não há justo, nem um sequer". Rom 3.10

Que fique registrado nesse meu escrito, em defesa da verdade e do puro cristianismo esse depoimento aos homossexuais.

Sei que o alcance do meu escrito é muito pequeno, mas essa é minha contribuição, é o que eu posso fazer como cristão e cidadão brasileiro. Faço-o no afã de aplacar a ira de alguns (eu tive que me conter e pedir a Deus sobriedade ao ver as cenas chocantes e injustificáveis), e também para mostrar a vocês homossexuais que não somos inimigos.

Entretanto, não posso dizer a vocês que a prática sexual de vocês não é pecado. Eu creio na Bíblia como a Palavra Normativa de Deus e ela me ensina que a prática homossexual é pecado.

Veja como rotulou Jó a atitude de alguns moradores da cidade de Sodoma que queriam se aproveitar dos seus hóspedes: Cha­maram Ló e lhe disseram: "Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos rela­ções com eles". Ló saiu da casa, fechou a porta atrás de si e lhes disse: Não, meus amigos! Não façam essa perversidade!”  Gênesis 19:5-7

Estamos falando do que está registrado no primeiro livro da Bíblia, Gênesis! Já, naquela sociedade, ainda não tão tecnologicamente avançada como a de hoje, considerava-se tal prática uma perversidade.

Em Gênesis 18.20 lemos: “Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito”.

Sodomia é uma palavra de origem bíblica usada para designar atos praticados pelos moradores da cidade de Sodoma. Por muitos anos sodomia vem sendo interpretado por diversos segmentos religiosos como as perversões sexuais, com ênfase para o sexo anal, que pode ser entre homossexuais ou heterossexuais.

Levítico 18.22 preceitua: “Com homem não te deitará, como se fosse mulher; é abominação”. Também em Levítico 20.13 lemos: “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”. Essa era a lei, a regra, a norma para o povo de Israel.

Hoje o cristianismo, que nasce das entranhas teológicas do judaísmo, é diferente. Quando a lei foi estabelecida (Levítico) Israel era uma nação teocrática. A situação era muito diferente daquela que se apresenta hoje. Todavia, mesmo olhando a prática homossexual como pecado. abominação, algo repugnante, a Igreja de hoje não prega a pena de morte para os que tais coisas praticam. 

Outra questão relevante é esta: Por que de tanta preocupação com o que os cristãos já que a maioria dos defensores da prática homossexual não adota a Bíblia como livro de regra, vida e prática? A maioria se põe a declarar que a Bíblia é um livro como qualquer outro e alguns até defendem que a Bíblia é um livro antigo e ultrapassado. Assim sendo, porque tanto ataque ao cristianismo? A questão não é a hermenêutica bíblica, ou seja, não se trata de interpretar o que a Bíblia diz, mas sim de crer nela como sendo a Palavra Normativa de Deus para nossas vidas. Se você é como eu, e crê na Bíblia como a Palavra Normativa de Deus, então falamos a mesma língua e até podemos discutir hermenêutica bíblica, mas se você não crê assim, então você pode ser heterossexual, homossexual ou qualquer outra coisa.

Eu só espero que não cometamos a estupidez de sermos inimigos, porque não foi isso que o Bom Samaritano pensou a respeito daquele “judeu” semimorto à beira da estrada.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

JOVENS CRISTÃOS / UNIVERSIDADES / TESTEMUNHO

O Rev. Augustus Nicodemus Lopes revelou, em uma Palestra feita no Congresso da Apecom,  que o percentual de jovens que abandonam a fé cristã depois que entram na Universidade é enorme. Já havia constatado isso, mas não tinha números e os que ele ofereceu foi assustador. Por que ocorre isso? Cabe refletir sinceramente a esse respeito. De alguns casos que conheço pessoalmente cheguei, à priori, a seguintes conclusões. 

1) Alguns jovens que procedem assim, nunca foram realmente convertidos. A maioria desses jovens são advindos de famílias cristãs. Esses jovens nascem e crescem na Igreja e facilmente confundem conversão, regeneração, novo nascimento, com frequência à Igreja, com engajamento religioso, com adesão. Eles usam um linguajar mais sadio, tem hábitos mais educados, se vestem um pouco mais decentemente, mas isso não implica em que tenham nascido de novo, tenham sido convertidos. Esses jovens vivem uma realidade psicológica em sua vida religiosa, mas não há uma verdadeira conversão. 

A maioria desses jovens vive dentro da Igreja e quase nunca são confrontados a respeito de sua fé. Isso começa a acontecer no segundo grau e muitos, já no segundo grau, desandam. Esses jovens passam a viver um pouco mais livremente, ou seja, eles se locomovem sem o acompanhamento dos seus pais ou responsáveis. E exatamente nessa faixa etária que eles começam a tomar conhecimento do mundo ao seu redor e a encarar os desafios que naturalmente surgem. E esse período é extremamente crítico do ponto de vista hormonal, psicológico. É um período de assentamento, de desafios, de conquistas. de definições em vários âmbitos da vida. Nessa faixa etária os jovens se desapaixonam com a mesma facilidade com que se apaixonam. É um período cheio de paixões e tentações.

Muitos desses jovens vivem dentro da Igreja obrigados por seus pais e quando se veem livres do controle dos mesmos, revelam o que tem dentro de si. Na primeira oportunidade que têm de se ver livre desse controle, mudam suas agendas.

3) Alguns jovens nunca se aprofundaram no conhecimento teórico e prático das Escrituras Sagradas. A falta de solidez teológica é como construir uma casa sobre a areia. Jesus fala a esse respeito no texto de Mateus 7.24-27. Jesus fala de dois construtores, duas casas, dois alicerces, mas fala de uma intempérie que é suficiente para destruir uma das casas - tempestade, enchente, ventos impetuosos. Enquanto a intempérie não se abateu contra as casas. elas pareciam idênticas, com exceção do alicerce sobre os quais foram edificadas. Aquela que foi edificada sobre a rocha (os ensinamentos de Jesus colocados na prática), permaneceu em pé, sólida. A outra, diz o texto, que "foi grande a sua ruína".

4) Alguns pais cristãos deixam muito a desejar em seu testemunho. Um dia uma criança desrespeitou um oficial da Igreja. Então o Diácono perguntou a ele porque ele dizia aquelas coisas e agia daquela maneira já que ele era um menino cristão. Então o menino respondeu: - Meu pai também é cristão e faz coisas muito pior. Criar filhos com base no "faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço" é uma forma de deseducar e não de educar. Lamentavelmente muitas crianças quando chegam à idade em que se tornam idôneos simplesmente batem em retirada. Alguns agem de uma forma contundente contra a sua religião porque vêm nisso uma forma de atingir seus pais.

5) Os mais incautos acreditam que ser "crente" é sinônimo de ignorância intelectual e se deixam seduzir pelos títulos e posturas dos seus "mestres" nas Universidades. Eles começam a olhar os seus líderes espirituais como pessoas radicais e possuídas por uma fé irracional. A falta de conhecimento da Bíblia, de uma boa teologia, da história de sua denominação e outras importantes áreas do saber dentro da religião, fazem do jovem uma pessoa frágil e de fácil doutrinamento. E nas faculdades não faltam oportunidades nas quais a fé cristã é colocada em cheque e até ridicularizada.

Quando eu estava na escola eu falava de Jesus desde os meus professores até os meus amigos de classe. Eu não lhes dava chance. Eu levava a Bíblia comigo e quando tinha oportunidade eu falava para elas a respeito da Palavra de Deus e mostrava onde estava escrito. Gastava horas nesse trabalho. Lembro-me de que quando fazia o Ginásio eu descia a Rua São Celso e a subia na volta para casa, falando de Jesus e cantando para meus amigos, Maurício Garcelam de Andrade e Celso Luiz Rigoletto.

Meu amigos e amigas de faculdade ouviram meu testemunho a respeito de Jesus como Salvador e Senhor. Eles não tinham a menor chance de me convidar para qualquer "festinha". Eu não era um moralista banal. Quantas vezes eu ouvi: - O Mauro é crente, ele não fuma, não bebe, não joga, não faz sexo. Eu não os odiava por fazerem isso comigo. Tiravam com a minha cara, mas eu ficava firme porque eu sabia que Jesus me amava mais do que eles.

Eu louvo a Deus porque por sua misericórdia Ele me manteve em sua Igreja onde encontrei pessoas que realmente me amaram e foram bençãos em minha vida. Foi na Igreja que eu conheci aquela que seria minha companheira para a vida toda. Foi na Igreja que meus filhos foram criados, educados. E é assim que eu desejo ver meus netos, e se Deus assim considerar possível, meus bisnetos.

A Igreja é a grande família de Deus. Um lugar onde aprendemos sobre Deus vendo-O nas vidas dos nossos irmãos. Eu sei que a Igreja não é perfeita, mas é o melhor lugar do mundo depois da casa da gente.

terça-feira, 9 de junho de 2015

IMPRESSÕES DE UMA VISITA AOS EUA

Não fui aos Estados Unidos passear, mas dei uma passeadinha. Não fui por motivos profissionais. Fui para acompanhar minha filha e meus dois netinhos que estão residindo lá, mais precisamente no estado de New Hampshire.

Eu nunca tinha visto neve in loco, e confesso que tive uma overdose. Em minha chegada no aeroporto de New Wark vi a cidade toda tomada de um branco exuberante. Ao atravessar o corredor que dá acesso da aeronave ao local de desembarque vi um punhado de neve no chão e de pronto me agachei e senti em minhas mãos a finura, leveza e a frieza da neve. Alguns tripulantes que vinham atrás de mim acharam aquilo engraçado e eu disse a eles enquanto espremia a neve em minha mão direita: - My first time. Eles deram risadas.

De New Wark voei para Boston e lá eu vi muito mais neve ainda. A cidade estava paradinha. Não havia restaurantes abertos, as ruas todas ladeadas por enormes montanhas de neve e carros totalmente cobertos.  Havia um carro que aparecia somente uma parte da porta. Achei aquilo hilário, para ser sincero.

De Boston fomos de carro até New Hampshire. Muito boa e segura a viagem. Fomos pela 93 Road e depois pela 89. Limite de velocidade? 65 milhas por hora, ou seja, aproximadamente 105 quilômetros por hora. Importante: a grande e massacrante maioria obedece a regulamentação. Estrada sem agressividade, motoristas educados. 

Almoçamos em um restaurante onde fomos muito bem e cordialmente atendidos. Aliás, o pessoal do atendimento, com raríssimas exceções são super solícitos e interessante; antes de você pedir eles te entregam a conta. 


Fiquei cinco dias inesquecíveis na terra do tio Sam e espero poder voltar, mesmo porque se o lugar é maravilhoso, lá estão quatro pessoas que eu amo muito.

Aqui posto algumas fotos e espero. em elas, alegrar um pouco você com a minha experiência e alegria.




LUTERO FOI UM DESIGREJADO? ENTENDENDO IGREJA.

Escrevo de bate pronto. Meu escrito não nasce do resultado de leituras e nem da reflexão sobre algum congresso ou concílio. Talvez muito do que vou expor aqui seja, na verdade, consequência desses sessenta anos de vida e todos eles dentro da Igreja Cristã.

O que é a Igreja Cristã? Quando foi que a Igreja Cristã surgiu? Para que serve a Igreja Cristã? Por que a Igreja Cristã existe? 

Ora, respondendo a primeira pergunta eu diria, teológica e biblicamente, que a Igreja é o corpo de Cristo e que ela é composta de homens e mulheres, jovens, e crianças que já existiram, existem e existirão e que professam crer em Cristo como seu único e suficiente salvador e senhor de suas vidas. Foi o apóstolo Paulo que falou sobre isso na primeira carta aos coríntios no capítulo 12.12-31, quando faz uma analogia da Igreja com o corpo humano. Já na carta aos efésios Paulo, ao falar a respeito do relacionamento do marido com sua esposa, afirma que o marido é o cabeça da mulher assim como Cristo é o cabeça da Igreja (Efésios 5.23). Assim temos a afirmação bíblica de que a Igreja Cristã é um corpo cuja cabeça desse corpo é Cristo.

Portanto, a Igreja é um corpo e a cabeça desse corpo é Cristo. É Cristo porque é dEle que emanam os imperativos para as ações do corpo. Cristo é o cérebro da Igreja. Ele comanda cada membro em suas ações e reações. Que maravilha de verdade essa, ou seja, a Igreja Cristã é o Corpo de Cristo. Veja como a Igreja Cristã se distingue das demais instituições e corporações. 

Quando foi que a igreja surgiu? Bem a resposta a essa questão não é tão simples. Se olharmos para o que escreveu o apóstolo Paulo no primeiro capítulo da carta aos efésios, veremos que a Igreja nasceu no coração de Deus na eternidade. Lá Paulo afirma que os cristãos foram eleitos antes da fundação do mundo, ou seja, a Igreja Cristã é composta de homens, mulheres, jovens e crianças que foram escolhidos mesmo antes de existirem no contexto da sociedade humana. Devemos então ter por certo que a origem da Igreja está no próprio Deus. Assim perceba você o valor dessa Igreja, ou seja, ela é o corpo de Cristo, da qual Cristo é o cabeça e cada um daqueles que compõem esse corpo foram eleitos, escolhidos por Deus antes mesmo que houvesse mundo. Refletindo dessa maneira creio eu que temos dado uma importância muito pequena à Igreja como instituição. Talvez o nosso descaso em relação à Igreja Cristã e o tratamento tão desleixado que damos a ela esteja relacionado ao fato de que, ou não sabemos dessas verdades, ou sabemos e nos esquecemos dela. 

Mas como disse essa questão não é tão simples. Sim, porque apesar da Igreja Cristã ter a sua origem na eternidade, ela se torna uma sociedade, uma instituição humana. Sim, afinal de contas a Igreja Cristã e composta e formada de seres humanos, e como vimos, de seres humanos que professam sua fé em Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas. O texto de Efésios 1.1-14 nos informa que Deus o Pai elegeu aqueles que iriam compor essa sociedade e que enviou seu filho para que resgataste os eleitos que andavam perdidos. E Jesus assim o fez cumprindo com a vontade soberana do Pai. É notável o que diz Jesus em sua oração sumo-sacerdotal (João 17.1-3) "Tendo Jesus falado todas essas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". 

Percebe você o quão distinta é a Igreja Cristã das demais sociedades e instituições? Percebe você o que está em jogo quando tratamos essa instituição com descaso e sem a importância que ela essencialmente tem? Percebe você o que Deus realizou na história para fazer essa instituição vir a lume? A Igreja e o Casamento são instituições que tiveram sua origem em Deus. Ambas instituições devem abençoar o mundo. E ambas devem ser vistas e tratadas com enorme responsabilidade.

Podemos depreender que a Igreja é uma sociedade que tem sua origem em Deus, mas é composta de homens. A Igreja visível e militante é imperfeita. Somente a Igreja invisível e triunfante é perfeita. A Igreja Cristã que está na terra é imperfeita, somente aquela que está no céu e aguarda a plena restauração na volta de Cristo é perfeita. Assim entendemos que a Igreja que temos hoje não é perfeita, assim como nenhum casamento é perfeito. Isso é assim porque ambas as instituições (Igreja e Casamento) são compostas de pessoas imperfeitas.

Isso poderia soar como carta de alforria para um número enorme de grupos que se auto intitulam Igrejas Cristãs, mas na verdade precisamos compreender que a Igreja de Cristo verdadeira possui, historicamente suas marcas distintas que são: (1) A genuína e fiel pregação da Palavra de Deus (essa como a única regra de vida, fé e prática), a autoridade sobre a Igreja. (2) A Celebração correta dos Sacramentos, que no caso da Igreja Protestante Reformada são dois - Ceia que substitui a Páscoa e o Batismo que substituí a circuncisão e por fim (3) A prática e aplicação correta da Disciplina Eclesiástica, ferramente com a qual a Igreja zela por manter o maior nível possível de pureza e santidade.

Quando eu reflito sobre a Igreja nos parâmetros colocados aqui e quando me aprofundo a respeito desse tema eu me ponho a questionar como é possível algumas pessoas pensarem, raciocinarem que é possível ser cristão sem ter compromisso com essa instituição? Igreja, o próprio termo indica, é um ajuntamento, uma assembléia. No caso da Igreja Cristã é um ajuntamento em busca do crescimento espiritual pelo intercâmbio e comunhão; é um ajuntamento dos filhos de Deus que se deleitam em prestar culto à Trindade Excelsa. Uma leitura de Atos 2.42-47 mostra que esse foi o entendimento daqueles judeus convertidos ao cristianismo, uma ideia que não lhes era tão estranha porque se parecia muito com o que eles, os israelitas praticavam no Templo ou nas Sinagogas.

Não dá para sermos cristãos e ao mesmo tempo abandonarmos a comunhão com aqueles que professam a mesma fé. Como disse não somos um ajuntamento de pessoas perfeitas, mas sim de pessoas que buscam servir ao Deus que em Cristo nos redimiu.

Eu fico atônito quando vejo alguns que um dia foram ícones do evangelicalismo nacional, e abandonaram as Igrejas Tradicionais, criticando a Igreja como instituição religiosa sem se darem conta de que eles e seus seguidores estão inaugurando outra denominação, com nome diferente e formato diferente, mas com a mesma proposta. Alguns deles até o fazem com um certo ar de arrogância afirmando serem melhores do que as Igrejas das quais saíram ou foram colocados para fora. Lutero, o Reformador, não queria romper com a Igreja dos seus dias. Ele queria reformá-la. Ele amava a Igreja de Cristo. Ele sabia que ela era uma instituição e que tinha defeito. Foi porque não o quiseram mais e até desejavam matá-lo que ele teve que sair e fundou uma outra instituição. Ele o fez para melhor, mas o que vemos hoje é o surgimento de comunidades que nada, absolutamente nada, acrescentam de bom  ao cenário. Nesses meus sessenta anos de idade tenho visto surgirem outros movimentos, um pior do que o outro. Lutero não foi um desigrejado, pelo contrário, ele foi um instrumento de Deus para colocar a Igreja nos trilhos de onde ela tinha, há muito, descarrilado.

E você? Quem é você? O que você pretende? Quais são seus anseios sobre a Igreja de Cristo? O que você pode fazer para ajudá-la a andar no prumo? Ou seria você mais um rebelde sem causa, mais um reacionário, alguém que se posta de guru e senhor da verdade, alguém que se deixa seduzir pelo culto que seus seguidores prestam a você? Cuidado, Deus não divide sua Glória com ninguém. Cuidado rebeldia não é coisa de gente que realmente ama a Deus.

UMA VISÃO RADICAL, MAS BÍBLICA

Quero falar sobre o Dia do Senhor.

Primeiro quero dizer que não sou adventista do sétimo dia, mas admiro a radicalidade deles com respeito a observância do sábado. Não concordo com a interpretação deles de que o sábado que guardam seja o único dia do Senhor. Eu sou um ardoroso defensor de que o cristão sincero e verdadeiro guarda um, dentre os sete dias que compõem a semana, para o Senhor, dedicando tudo que tem e é, todas as suas potencialidades e energias no afã de consagrar (tornar esse dia sagrado) e de santificar esse dia (tonar santo o dia separando-o para Deus).

Dentre tantas tragédias que têm acometido o mundo de hoje, a inobservância do mandamento que diz: "Lembra-te do dia do shabbath, sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles realizará todos os teu serviços. Contudo, o sétimo dia da semana é o shabbath, sábado, consagrado para Yahweh, teu Deus. Não farás nesse dia nenhum serviço, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu escravo, nem tua escrava, nem teu animal, nem o estrangeiro, que estiverem morando em tuas cidades. Porquanto em seis dias Eu, o Senhor, fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. Foi por esse motivo que Eu, o Senhor, abençoei o shabbath, sábado, e o separei para ser um dia santo". 

Deus te concede seis dias nos quais você pode se envolver integralmente com o seu ganha pão, com o cuidado com seu corpo e sua mente, com a sua família e no lazer. Mas há um dia, dentre o ciclo de sete dias em que você deve dedicar a Deus de forma integral, sem reservas, de coração e mente, com todas as tuas energias e recursos, talentos e dons. Esse é o sábado, o dia de descanso. Esse é o Dia do Senhor. Esse "do senhor" não é indicativo, mas sim é a designação de que ele pertence a Deus e se você usar esse dia para outros afazeres, você estará pecando. 

Estou triste como Pastor e me sinto impotente ao observar que os apelos que faço não encontram eco nas vidas das ovelhas colocadas sob meus cuidados. Estou triste ao ver como desrespeitamos e pecamos contra Deus nessa questão. Como usamos os seis dias para cuidar dos nossos afazeres e como somos irresponsáveis com o Dia do Senhor, usando de forma tão irresponsável e pecaminosa. O que pensam aqueles que assim agem? Vão continuar abusando da graça e misericórdia? Vão continuar relativizando uma verdade insofismável?

Nós os cristãos deveríamos ser um exemplo para o mundo quanto à observância dos mandamentos do Senhor. Interessante que há cristãos que zelam em não roubar, não matar, não adulterar, mas que pisam e vilipendiam o mandamento que diz que devemos santificar e consagrar para o Senhor um dentre sete dias.

No Brasil e quase que em todo o mundo o domingo é o primeiro dia da semana e o dia de descanso para a maioria dos trabalhadores. No Brasil a semana termina na sexta-feira para a maioria dos segmentos. O cristão tem o sábado inteiro, ou parte dele, para ir ao teatro, ao estádio de futebol, visitar um parente ou um amigo, passear em algum parque, ir a um circo, um cinema, assistir um musical ou tantas outras coisas, mas sinceramente (e podem me chamar de radical) se você tem o domingo livre como dia de descanso, então deve consagrá-lo inteira e integralmente ao Senhor.

No domingo devemos concentrar nossas energias potencialidades, recursos, dons, talentos, para Deus. Nesse dia deixamos as coisas ordinárias dos homens para fazermos as coisas extraordinárias para Deus. Qualquer coisa, ainda que na sua essência não seja pecado praticar, que fizermos e que irá roubar a atenção que devemos dar à Deus, deve ser evitada.

Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e levantar-se domingo pela manhã é dizer para nós mesmos: hoje eu irei dedicar tudo o que tenho e sou para meu Senhor. Então ir a uma Escola Dominical, participar dos ensaios dos Grupos Musicais da Igreja, preparar-se emocionalmente para o Culto de tal maneira que não fiquemos bocejando no momento da prédica e tenhamos todo o coração e mente concentrados na Adoração são coisas prazerosas e desejadas.

O cristão mudou infelizmente nesse quesito e mudou para pior. Não pode haver e gozar felicidade com conduta tão reprovável.

Não vou discutir com adventistas aqui sobre qual é o dia. Para mim o que importa é guardarmos, santificarmos, consagrarmos um dentre os sete dias que compõem a semana e se não o fizermos, estamos, lamentavelmente pecando.

Deus nos deu o exemplo. Ele não precisava descansar porque não se cansa, mas ele ensinou que eu e você devemos para de fazer o que é comum e fazermos o maravilhosamente incomum que é adorá-lo e servi-lo com alegria. Razões nós temos de sobra. (Salmo 100)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A MARCHA DOS GAYS

Antes de qualquer outro escrito aqui eu gostaria de dizer que não odeio os homossexuais. Não os odeio, mas penso totalmente diferente deles a respeito da opção sexual que fazem. E penso assim por razões filosóficas (se todos fossem gays a vida na terra teria sido extinta) teológica, porque afinal de contas a Bíblia condena tal prática rotulando-a de abominável, e também por razões fisiológica e anatômica (não pretendo discorrer a esse respeito aqui).

Quero dizer que jamais ergui minha voz de forma violenta contra qualquer homossexual. Lembro-me de passar pela antiga avenida Radial Leste no bairro do Tatuapé onde havia um local no qual os travestis se perfilavam com suas minúsculas roupas íntimas e nunca ter erguido minha voz para humilhar quem quer que fosse apesar de achar aquilo um circo de horror.

Nunca agredi fisicamente um homossexual.

Mas a quem interessa essa tal parada gay? Que contribuição social, cultural ela produz? Quais são os seus objetivos? Para que ela se presta?

Vi algumas notícias dessa tal parada e vi algumas fotos. O que eu penso dela? O mesmo que penso da tal marcha para Jesus, ou seja, totalmente desnecessária. Eu simplesmente penso que se não temos o que fazer, a melhor coisa mesmo é não fazer nada porque corremos o sério risco de fazer coisa que não preste.


Veja essa foto, por exemplo. Que demonstração de respeito e de consideração ela traz? Como alguém já disse: "Será que esses corajosos homossexuais teriam coragem de desfilar assim no centro de Terã, capital do Irã, país muçulmano, com a representação de Maomé?" Creio que não. Não estou dizendo com isso que nós os cristãos deveríamos fazer com eles o mesmo que os islamitas fariam se assim procedessem, mas isso também é violência contra minha religião e minhas crenças. O Bispo da Universal chutou a imagem de Aparecida e deu no que deu. O periódico Charlie Hebdo também foi alvo de um estúpido atentado. Essas atitudes só mostram mesmo o quão intolerantes são os seres humanos. O movimento GBLT vive falando de respeito e tolerância, mas o que é isso aí se não um ato de desrespeito e total intolerância. Isso é idiotice e imbecilidade.


Muitos que se postam de defensores da causa empregariam um desses dois que aparecem aqui nessa foto? Você colocaria seus negócios, algum segmento sequer, aos cuidados de um desses dois? A reposta, por mais dolorosa que seja, é óbvia demais. 


Amor? Mas o que é o amor? Seria porventura salvo conduto para se fazer tudo que dê na telha? Raul Fernando do Amaral Street, conhecido como Doca Street, era um empresário paulista, casado e com dois filhos, residente no bairro do Morumbi, em agosto de 1976. Conheceu a socialite Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, numa festa promovida por sua mulher, em sua casa, e se tornaram amantes logo em seguida. Tiveram uma paixão fulminante. Relacionaram-se por três meses até que Doca Street abandonou o lar e foi morar com Ângela Diniz, no apartamento dela, no Rio de Janeiro. O relacionamento de Doca e Ângela foi recheado pelo uso de muita droga, bebidas, liberdade sexual e cenas de ciúmes. 6 Em 30 de dezembro de 1976, numa casa de praia em Cabo Frio, Ângela rompeu o caso com Doca Street. Este tentou demovê-la da ideia e foi rejeitado. Descontrolado com a decisão de Ângela, Doca Street pegou sua arma e descarregou quatro tiros na cabeça da amante ― três no rosto e uma no crânio ― matando-a. Fugiu para São Paulo e foi preso dias depois.  Ele matou por amar.....Todavia bem fizeram as mulheres naquele contexto ao lançar o famoso slogan: "Quem ama não mata".


Orgulho? Eu não me orgulho de ser um cristão protestante reformado. Na verdade eu sou um cristão protestante reformado porque fui humilhado pela verdade bíblica que me informa que sou um pecador miserável e que se não tivesse sido regenerado e convertido eu estaria eternamente condenado a viver uma existência infernal, sem Deus. É fácil portar essas faixas em passeatas, em paradas, quando você encontra em meio à multidão, mas eu conheço homossexuais que se envolvem com drogas, e até alguns que pensam seriamente em suicídio. Parece que o orgulho aqui se transforma em não poucas lágrimas quando a única companhia que essas pessoas têm é o travesseiro onde reclinam suas cabeças para, pelo menos um pouco, encontrar-se com sua consciência. Elas sabem que o que escrevo aqui é verdade.


Que teologia é essa? Paulo escreveu: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus,  que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (lógico), e não vos conformeis (não assumam a forma) com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus". Romanos 12.1-2 Interessante como as pessoas criam teologias, filosofias, teorias, slogan sem nenhum bom senso apenas para justificar sua contestável conduta. Os agnósticos já defenderiam uma teoria diferente, eles diriam que a matéria é essencialmente má e que deve ser flagelada, já que é a prisão do espírito.

O mundo está mesmo de cabeça para baixo. Três atrizes de seriados americanos estiveram nessa parada gay e disseram que a parada gay de São Paulo é mais animada do que a que é realizada em seu país. Lamento muito que justamente uma coisa como essa é "melhor" aqui do que nos USA. Haveria pelo menos uma infinidade de outras coisas, essas sim, que eu preferia que fosse melhor aqui, ou pelo menos igual ao daquele país.

domingo, 7 de junho de 2015

O CONSOLO QUE A PROVIDÊNCIA DIVINA NOS TRAZ (Salmo 37)


Introdução


O mundo todo ficou escandalizado quando a mídia internacional divulgou que sete dirigentes do futebol mundial que estavam na Suíça para participarem do Congresso da FIFA (Federação Internacional de Futebol) e também para participarem da eleição do seu presidente para os próximos quatro anos, foram presos acusados de corrupção. Foi, para nós, brasileiros, terrível observar que havia entre os sete presos um compatriota.

 

Estamos vivendo um dos momentos mais sombrios da história de nosso país. Os valores morais estão sendo tripudiados. Muitas igrejas abandonaram a sã doutrina e perderam a capacidade de impactar a nação com o evangelho. A classe política, com raras exceções, vive seu momento mais desolador. Nossa economia está trôpega, em virtude da endêmica corrupção e da gestão perdulária de nossos governantes. O desemprego cresce, a violência cresce, a desesperança cresce, a roubalheira indiscriminada cresce. Nesse vendaval de crise, a população ainda é chamada a pagar mais impostos e a receber menos benefícios. Muitos empresários estão falindo porque não conseguem atender a toda a demanda dos tributos. O Brasil precisa ser passado a limpo. O Brasil precisa de um choque ético. O Brasil precisa voltar-se para Deus!  Hernandes Dias Lopes escreveu o seguinte:

 

Ficamos tristes ao extremo quando sabemos que alguns políticos, notoriamente corruptos, enriqueceram de forma fraudulenta e vivem como se não tivessem feito absolutamente nada de errado. Todo o país ficou chocado com o mensalão, o caso da Petrobrás, e tantos outros desvios que até já nos esquecemos da desfaçatez do Deputado João Alves, da Bahia, um dos “anões do orçamento” que em 1993 (há 22 anos) declarou que sua fortuna era resultado de ter ganhado mais de duzentas vezes na Loteria Esportiva quando todos sabiam na verdade que a sua fortuna era resultado da corrupção.

 

Saindo do campo da política e falando sobre a religião, é de se questionar como é possível alguém construir um templo suntuoso como o de Salomão quando todos sabem que a sua teologia é eivada de lamentáveis e diabólicas heresias e a situação se agrava quando vemos que esse templo é construído à custa de muitos que ainda não possuem sua casa própria?

 

Todos nós ficamos tristes e temos que nos esforçar para manter a linha quando sabemos que há pessoas que se identificam como cristãs, mas que praticam atos totalmente incompatíveis com os altos e excelente ideais ensinados nas Escrituras e vividos por  Cristo Jesus.

 

Como é possível um sujeito se dizer um cristão e roubar do gazofilácio da Igreja durante anos e não dar nenhuma demonstração de genuíno arrependimento? Como é possível que alguém que se identifique como irmão em Cristo e nos roube de uma forma tão impiedosa e pecaminosa? Como é possível alguém praticar tais atos e viver como se não tivesse feito absolutamente nada de errado?

 

Essas coisas não são obra de ficção. Isso, e muito mais irmãos, é a triste realidade não só em nosso país, mas em todo o mundo porque esse mundo está cheio de pessoas totalmente corrompidas pelo pecado.  E a situação se torna ainda mais terrível quando vemos que muitas dessas pessoas, como já dissemos, prosperam e vivem a largos sorvos. Dá-nos até a falsa impressão de que o crime compensa.

 

Como encarar esse momento tão difícil pelo qual o Brasil, e porque não dizer, o mundo todo, atravessa?

 

Veja o que disse Rui Barbosa: De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”. Rui Barbosa

 

Creio que aquilo que Davi escreveu no Salmo 37 pode nos ajudar a termos um alento para a vida apesar de tantas notícias ruins.

 

EXPLICAÇÃO DO SALMO.

O Salmo 37 é um Salmo Sapiencial e trata dessas questões. 
Este Salmo é um acróstico formado por letras do alfabeto hebraico. Por isso não podemos encontrar nele uma divisão como encontramos em outros textos na Bíblia Sagrada. Todavia podemos ver nele, como Deus quer que encaremos essa situação e vivamos, apesar de tudo isso, consolados pela realidade de Sua Providência.

Tertuliano chamou o Salmo 37 de “O Espelho da Providência”, da Providência Divina.

Neste Salmo, Davi deixa evidente algumas verdades indiscutíveis, e facilmente compreensíveis. Ele quer nos ensinar como encarar a dura e triste realidade que é ver o ímpio prosperar enquanto o justo é submetido a toda uma sorte de dificuldades nessa vida aqui. Esse Salmo não trata da questão da origem do mal, mas fala como devemos encarar o sofrimento a que os justos são submetidos.

1.              Davi mostra que há dois tipos de indivíduos no mundo. Um grupo que é identificado pelo salmista por vários adjetivos. Na versão atualizada da Bíblia de João Ferreira de Almeida, que a IPB adota, encontramos o primeiro tipo de indivíduo que é identificado pelos termos: Malfeitores, iníquos, ímpios, inimigos do Senhor, perversos, transgressores. O adjetivo ímpio é usado, nestes quarenta versículos do Salmo 37, onze (11) vezes. Essa é a primeira categoria de pessoas que habitam o nosso mundo, o mundo em que vivemos e é possível (muito possível) que alguns deles estejam entre nós travestidos de cristãos. São os lobos vestidos de cordeiros. Malfeitores, iníquos, ímpios, inimigos do Senhor, perversos, transgressores. A segunda categoria de indivíduos é composta por aqueles a quem Davi chama de mansos, justos, homem bom, íntegros, santos de Deus, retos, homem de paz. Nestes 40 versículos do Salmo 37, Davi usa o adjetivo justo por aproximadamente oito vezes (08).

2.              Davi nos ensina que os ímpios são aqueles que não consideram Deus em suas vidas e que vivem da impiedade e por meio dela alcançam sucesso em seus empreendimentos e negócios. O ímpio não tem o temor de Deus. Davi diz que o homem ímpio prospera (v. 7). Parece que citando algo de que ele mesmo testemunhou Davi diz: “Vi um ímpio prepotente a expandir-se qual cedro do Líbano”. (V. 35) Não são poucas as pessoas que amam o dinheiro e as posições a ponto de negociarem a honra e a honestidade. Nestes dias ouvi em um noticiário na televisão que um homem que havia acabado de sair da prisão em liberdade condicional por ter praticado um latrocínio (roubo seguido de morto), assassinou de forma brutal um empresário e acabou sendo preso e voltando para a prisão, de onde jamais deveria sair. E por que ele fez isso? Porque amou mais o dinheiro do que a justiça, amou mais o dinheiro do que a verdade, amou mais o dinheiro do que a sua vida e a vida do seu semelhante. O sábio escreveu no livro de Eclesiastes: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isso é vaidade”. (Eclesiastes 5.10) Ficar rico à custa da honra, da verdade e da justiça é impiedade.

3.              Davi também nos ensina, neste Salmo, que a vida do justo, contrariamente à vida do ímpio, é marcada por muitas dificuldades e muitas delas, causadas pelos ímpios. Ele diz que “o ímpio trama contra o justo e contra ele ringe os seus dentes” (v.12). Davi diz que “os ímpios arrancam da espada e distendem o arco para abater o pobre e necessitado, para matar os que trilham o reto caminho” (v.14), “O ímpio pede emprestado e não paga” ( é caloteiro ) (v. 21), “o perverso espreita o justo e procura tirar-lhe a vida” (v.32). Davi ensina e mostra neste Salmo que ser justo é ter hora marcada com as dores naturais que é existir em um mundo eivado de ímpios e malfeitores. Somente a Providência Divina pode ajudar o justo a encarar um quadro como esse sem se desesperar e apelar para a violência como um ato de legítima defesa.
Davi vai dizer como o justo deve se portar diante desse quadro negro, diante dessa situação trevosa.

Davi diz qual deve ser a atitude do justo diante deste quadro da prosperidade dos ímpios conquistada por meio da injustiça, da desonestidade e ilegalidade. A lista de atitudes proposta por Davi é enorme.

Davi aconselha o justo nos seguintes termos:

1.    Não se deixe possuir pela indignação (Não se inflame – não esquente sua cabeça) e nem se deixe possuir pela inveja, quando você vê o ímpio se dando bem na vida enquanto você sofre. (Vs. 1,2)
2.    Confie no Senhor (confiante passividade) pratique o bem (benigna operosidade) e alimenta-te da verdade (não se deixe vencer pelo pragmatismo que ensina que os fins justificam os meios). (V. 3)
3.    Agrada-te do Senhor. Deleite-se em Deus. (V. 4) Que tua riqueza seja Deus todos os dias de tua vida. É melhor morar em uma casa simples onde Deus é hóspede permanente do que em uma mansão onde moram a desarmonia, a desconfiança, o ciúme, a insegurança, a indiferença e a sombra de uma consciência que não descansa. “Mais vale o pouco do justo que a abundância de muitos ímpios”. (v. 16)
4.    Entregue o teu caminho (a sua vida, a sua sorte) ao Senhor. Isso é, ande na lei do Senhor, caminhe pelas santas veredas da justiça. (V.5) Lembre-se do Salmo 1 que diz que são bem aventurados, felizes aqueles que não andam no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores e nem se assentam na roda dos escarnecedores, pelo contrário, sua alegria está em meditar na lei do Senhor de dia e de noite”.
5.    Descanse (aquiete-se) no Senhor, ou seja, faça um silêncio cheio de esperança confiando na iminente intervenção divina.
6.    Não se irrite. Não perca o foco.
7.    Não se enfureça e nem perca a paciência.
8.    Aparta-te do mal, mas não cruze seus braços; pratique o bem.
9.    Espera no Senhor.
Talvez você esteja pensando que tudo isso não passa de um discurso de um fracassado, de conversinha para boi dormir. Mas Davi diz que o justo deve agir assim porque Deus está atento a toda a maldade desse mundo e não permitirá que a impiedade fique impune.
Neste Salmo, que nos desafia a confiarmos na PROVIDÊNCIA DIVINA E A ENCONTRAMOS NELA O CONSOLO E A PAZ, Davi declara o que acontecerá com os ímpios e quais as recompensas para o justo.

A PUNIÇÃO DOS ÍMPIOS
1. Os ímpios definharão como a relva e murcharão como a erva verde. (V.2)
2. Os malfeitores serão exterminados da terra. (v. 9)
3. A prosperidade dos ímpios é passageira. (V. 13)
4. O ímpio trama contra o justo, mas é ele quem será destruído. (V.14,15)
5. Os ímpios perecerão. Eles serão como o viço das pastagens, ou seja, um dia estarão verdes, mas no outro se desfarão em fumaça. (V. 20)
6. Os transgressores serão destruídos e sua descendência será exterminada. (V. 38) Quem são os descendentes de Adolf Hitler, Stalin, Sadam Hussein, Anuar Kadafi? Você sabe?

A PROMESSA DE DEUS PARA OS JUSTOS
1.    Deus satisfará o desejo dos seus corações. (V. 4)
2.    A justiça dos justos será vista por todos. (V.6)
3.    Os justos e mansos possuirão a terra e se deleitarão na abundância de paz. (V.9 e 11).
4.    Deus quem sustenta os braços dos justos. (V. 17)
5.    A herança dos justos permanecerá para sempre. (V.18)
6.    Os justos sempre terão o suficiente para sua subsistência. (V. 19)
7.    Deus levanta o justo quando o justo cai. (V.23)
8.    A descendência do justo é uma benção. (V.26)
9.    O homem de paz terá posteridade. (V. 37) Todos nós conhecemos a posteridade do justo Abraão.
10.Deus é a salvação dos justos e sua fortaleza.
11.O Senhor ajuda os justos porque os justos buscam Nele refúgio.

APLICAÇÃO

1.              De que grupo, de que categoria eu e você fazemos parte? Sim porque é sempre mais fácil julgar aos outros. Paulo escreveu dizendo aos romanos: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”. Romanos 12.3 Então repito o questionamento: De que grupo, de que categoria eu e você fazemos parte? Estamos entre os justos que sofrem por conta da impiedade e injustiça dos malfeitores, ou somos os malfeitores, ímpios, ou seja somos aqueles que vivem da miséria do próximo? Interessante que nessa questão não há meio termo. Jesus disse: “Aquele que não está comigo e contra mim, e aquele que comigo não ajunta, espalha” (Lucas 11.23). O indivíduo ou é ímpio e vive da impiedade ou é justo e sofre as consequências de uma vida marcada pela retidão e justiça.

2.              Não advogo a impunidade. Não em absoluto. Não estou dizendo que devemos cruzar os braços e deixar que Deus cuide do ímpio. A justiça divina muitas vezes é manifestada através da justiça humana. Um exemplo notável a esse respeito foi, o Tribunal de Nuremberg onde muitos genocidas da Segunda Grande Guerra Mundial foram julgados e condenados por seus crimes de guerra. Foram decretadas 12 condenações à morte, três prisões perpétuas e 17 condenações até 20 anos de cadeia.  As sentenças do Julgamento de Nuremberg foram executadas no presídio da cidade, onde foi montado um cadafalso para execução das penas de morte. Dez das sentenças de morte foram executadas na manhã do dia 16 de outubro de 1946, já que os outros dois condenados cometeram suicídio. Portanto, a justiça humana foi feita, mas temos que admitir que por mais justa que ela tenha sido, não se pode apagar, com ela, da história, a cifra vergonhosa de seis milhões de judeus que foram sacrificados em nome de uma estúpida filosofia chamada nazismo.  Os enforcamentos dos condenados não apagaram as tristes lembranças em homens e mulheres que perderam seus entes queridos naqueles campos de concentração cuja memória é um avilte contra a humanidade. Não! Em absoluto, eu não estou dizendo que devemos cruzar nossos braços, mas o que eu creio que o que Davi está ensinando aqui é que de uma ou de outra maneira, o ímpio receberá sua justa recompensa que sua impiedade merece receber. Por isso, não te deixes vencer pelo sentimento de indignação. Não tente fazer justiça com as suas próprias mãos. Não devemos nos precipitar.  Há casos em que nos sentimos como que com as mãos amarradas, sem recursos para julgar e fazer justiça. Então é preciso olhar para Deus e crer naquilo que disse o sábio: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Prov. 15.3) e que por fim se fara justiça.

3.              A justiça divina vem no tempo certo e na medida justa. Não é verdade que a justiça divina tarda, mas não falha. Ajustiça divina vem no tempo de Deus (Kairós) e nenhuma justiça humana pode ser comparada com a justiça divina. Assim devemos esperar em Deus, e essa é uma tarefa dificílima tanto pra você quanto para mim, mas DEVEMOS crer que Ele agirá a seu tempo e então as máscaras cairão e os traidores e covardes serão devida e justamente punidos (Salmo 37).

4.              Quero convidar você a olhar agora para Jesus e crer nele. Ele foi O JUSTO. A mulher de Pilatos mandou dizer-lhe: “Não te envolvas com este Justo”. Jesus sabia quem e quando o haveriam de trair. Jesus conhecia o coração de Pedro e as aspirações de Salomé, mãe de Tiago e João. Tomé não acreditou que ele havia ressuscitado mesmo quando outros discípulos disseram terem tê-lo visto ressurreto. João Batista, seu primo, enviou alguns dos seus discípulos para visitarem Jesus e confirmar se ele era mesmo o Messias, mesmo depois de ter dito a respeito de Jesus que “Ele era o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Jesus sabia que iriam abandoná-lo e que Judas iria traí-lo, mas que tudo seguia a agenda do Pai. O colégio apostólico era composto de gente como eu e você. E Jesus, o justo, convivia diariamente com essa gente. Ele conviveu com Pedro que o traiu. Todavia, assim como na parábola do Joio e do Trigo, o dono do campo esperou ambos crescerem para mostrar qual era realmente o joio, assim também, a justiça e o poder de Deus se manifestam, como já dissemos, em seu Kairós (tempo). Eu e você precisamos aprender a esperar em Deus.

Deus tem uma sala cheia de pessoas que esperam: Tente visualizar essa sala cheia de pessoas...
... Esperando de Deus uma resposta.
... Esperando que Deus mantenha Sua promessa.
... Esperando que Deus fale.
... Esperando que Deus cure.
... Esperando que Deus aja.
... Esperando que Deus faça um milagre.
....Esperando que Deus faça justiça.

Eu e você estamos nessa sala de espera, mas podemos ter a mais absoluta certeza de que chegará o dia em que Deus abrirá a porta chamará nosso nome e então toda justiça terá sido feita. Toda ofensa e desrespeito, todo ataque vil e covarde, toda subtração e humilhação que sofremos, serão devida e justamente recompensados e aqueles que tentaram contra nossa vida terão sua memória extirpada e toda sua descendência será aniquilada.

Que Deus nos ajude a esperar nele e em sua justiça e assim esperando vivamos para sua Glória e Honra do seu nome.

SEJA BEM-VINDO E BOA LEITURA!

Fico feliz em que você visite o Blog Conteúdo. Faço parte dessa comunidade de gente que gosta de escrever e expor o que escreve sem nenhum receio de ser lido e contestado. Fique a vontade nessa minha sala de leitura. Espero, sinceramente, que meus escritos ajudem você de alguma maneira, mas principalmente do ponto de vista espiritual. Se você quiser me ajudar ore por mim e peça a Deus que me mantenha firme na fé cristã. Se você não é um cristão como eu, eu gostaria de conhecer você e falar para você sobre minha fé. É só ir na seção dos comentários e fazer contato.

Um abraço.


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