terça-feira, 19 de abril de 2016

HEI VOCÊ QUE GOSTA DE SER DO CONTRA....




Sou contra a tortura. 

Mas eu também sou contra o terrorismo (não deixa de ser um tipo de tortura). Sou contra o louvor saído da boca do Bolsonaro referindo-se ao torturador hoje já morto, mas igualmente, e por uma questão lógica, sou contra a Dilma que foi terrorista e lutava, não contra o governo militar, mas sim a favor do comunismo. E ainda se fala em indenizar os terroristas. Quanta estupidez. O aposentado que trabalhou dedicada e honestamente por anos passa por necessidades e humilhações e "ex-terroristas" pleiteiam indenização porque foram torturados. Ora, punam os torturadores!!!! Já é suficiente.

Sou contra o que Eduardo Cunha fez. Se ele tem, ilegalmente contas no exterior, se ele fez falcatruas, que responda por seus atos e pronto! E enquanto ele não for condenado, se assim ele entender, tem legitimidade para presidir a Câmara, faça isso meu paladar ou me dê ânsia de vômito. Mas então, porque deveria ser a favor do que Lula e Dilma fizeram e fazem? Como é possível louvar a Dilma e o Lula chamando-os de cidadãos honestos se, por exemplo, isso perde sentido se analisarmos somente o episódio da nomeação do ex-presidente como Ministro? Não vamos adentrar aqui em outras notáveis e conhecidas falcatruas.

Sou contra a quebra dos princípios democráticos, mas eu também sou contra quem se faz valer dos votos da urna para cometer todo tipo de torpeza em nome da democracia o que, em meu entendimento, é um CRIME hediondo. 

Sou contra (sempre fui) receber dinheiro de empresários, banqueiros, empreiteiros, especuladores, e assim por diante, para fazer caixa de campanha eleitoral porque quem ganha os votos é o marqueteiro mais eficiente e não o candidato realmente mais competente. Ora, senhores eleitores: quais seriam as intenções desses que "doam"  dinheiro (na verdade alguns são achacados mesmo) para políticos se elegerem? Ora, não é preciso ser um Expert em Política para saber que o "toma lá da cá" é o que regula essa negociata espúria e nojenta de há muito tempo, e, diga-se de passagem, o que mais me enojou no PT fazendo isso foi que eles continuam criticando a elite, mas tira da elite e em vez, de dar aos pobres, cria programas sociais que não tem outro objetivo a não ser causar dependência e se manter no poder. Como é que eu posso em sã consciência estar de acordo com uma coisa dessas?  

Sou contra quem grita! Mas por que eu deveria ser a favor de quem mente e agride verbalmente, falando mansinho? Sou contra todo tipo de violência e então por que eu deveria louvar a cusparada do Sr. Jean Wyllys em Bolsonaro, o que fez com dolo, e depois mentiu descaradamente? Aqueles que acusaram Cunha deveriam estar muito alertas porque o próprio PT que firmou fileiras e laborou em prol do impeachment do Fernando Collor de Mello, teve o apoio desse "governante ímprobo" na campanha de 2014 e logo depois de Dilma ter sido eleita, Collor foi "absolvido" daquilo que lhe acursaram. O mesmo, politicamente falando, pode acontecer com Cunha. MAS VOCÊ E EU SABEMOS MUITO BEM QUEM É CUNHA E QUEM É COLLOR, NÃO É VERDADE. Então, cautela e caldo de galinha não faz mal para ninguém, ainda mais na política brasileira tão adepta do "jeitinho brasileiro".

Sou contra golpes, mas golpes temos aos montões; temos o golpe do Mensalão, do Petrolão, do BNDES. No Judô você tem o Wazari, o Ippon e o Yuko, por exemplo. São todos golpes. Cada um tem sua pontuação. Na vida também temos vários golpes: um deles é mentir na campanha, outra é sonegar informações ao Congresso Nacional com o dolo de não revelar a real situação e se vulnerabilizar politicamente. Outro é pegar empréstimos vultuosíssimos por contra de má gestao e má administração, gastos irresponsáveis ao bel prazer (como contratar uma empresa de Limusines nos USA no valor de $100.000,00 de um empresário brasileiro - ainda tentar dar calote). Ora isso também é golpe; e duro golpe! É o que podemos constatar ao ver como anda a economia desses pais que, cá entre nós, deveria ser o celeiro do mundo e um exemplo para o mundo, mas nos faz corar de vergonha.

Ser do contra não é, necessariamente um equívoco desde que você seja do contra com razão.

Se não for assim você incorrerá nesse erro tão notável que tenho visto nesse momento no Brasil, que é considerar o processo de impeachment da Dilma um julgamento político e não um crime de responsabilidade. Ele é político mesmo. Ora é só você estudar um pouquinho o que o termo POLÍTICO filologicamente significa!

E então a situação se agrava quando você vê que a vontade de tirar Dilma do poder teve dela mesmo, os motivos legais que justificam tal medida. Talvez a maior tristeza no coração dela é saber que errou e pior, é que ela nunca revelou uma sincera humildade em assumir seus erros, pedir perdão ao povo brasileiro, falar em cadeia nacional pedindo uma chance para terminar seu mandato, apoiando a operação Lava Jato e permitindo que os culpados sejam real e justamente condenados.

Não seria contra essa atitude de Dilma, mas certamente, muitos dos que a colocaram no poder a abandonariam. Ela não iria se sentir só. Teria, verdadeiramente, e sem nenhuma falcatrua de nenhum marqueteiro, todo o povo brasileiro ao seu lado. Mas então eu teria acordado de um sonho lindo, porque eu acho que sou sensível demais como diz a bela música dos irmãos Cristian e Half.


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Um abraço.


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