terça-feira, 13 de setembro de 2016

O PRIMEIRO DOMINGO


 O primeiro dia do ano de 2006 é um domingo que é o primeiro dia da semana, aquele que a cristandade adotou como o Dia do Senhor. Seria interessante e útil se refletíssemos sobre nossa forma de ver e entender o domingo.

Há uma grande discussão sobre qual é o dia que devemos considerar santo. O muçulmano guarda a sexta-feira, o judeu observa o sábado (os adventistas e sabatistas em geral também o fazem) e os cristãos guardam o domingo. É notável observar o exemplo de tolerância quanto a esse aspecto ao ver que no Líbano esses três credos convivem com relativa tranqüilidade. Mas o questionamento está no ar; qual é o dia que devemos separara para o Senhor (Santificar).

Eu tenho em minhas mãos um artigo escrito com maestria pelo Rev. Oscar Chaves, intitulado: PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO. Nesse artigo o saudoso Pastor oferece oito razões pelas quais os cristãos devem guardar o domingo e não o sábado. Eu estou convencido de que o primeiro Dia da Semana, o Domingo é uma boa escolha, dentre os demais dias da semana para que o santifiquemos, ponto final.

Tomo, emprestado, uma porção do texto editado no site http://www.adital.com.br/ intitulado - Domingo e Identidade Cristã. “O domingo nasceu do impacto inesperado, produzido pela notícia da ressurreição de Cristo.  Se pensarmos no peso da tradição judaica, admira ver como os cristãos conseguiram emplacar o domingo. Aqueles que crêem na Bíblia como livro inspirado afirmam que temos poucos indícios materiais que possam comprovar a ressurreição, além do túmulo vazio. Na verdade, contamos com um fato sociológico de grande peso, que é o surgimento do domingo. Pois, como explicar a passagem do sábado para o domingo, a não ser em conseqüência de um fato singular, que provocou um impacto mais duradouro e decisivo do que qualquer tsunami! Aconteceu algo de extraordinário naquele "primeiro dia da semana".

Minha intenção nesse artigo é puxar as orelhas daqueles que têm transformado o Dia do Senhor em um dia como outro qualquer, porque definitivamente aprendemos que Deus permite que nos ocupemos com nossas obrigações ordinárias durante os outros seis dias da semana e no sétimo, Deus quer que o santifiquemos inteiramente a Ele. Paul E. Holdcraft disse: “Chamamo-lo Dia do Senhor, mas nós o usufruímos como se ele pertencesse a nós”. É terrível ver o excesso de pudor em lamentar o tempo do sermão quando gastamos horas diante da televisão com filmes, esportes e outras abstrações.

 Começamos mais uma jornada, mais uma etapa de nossas vidas. Iniciamos mais um ano que coincidentemente começa com o primeiro dia da semana, o Domingo. Seria bom que fizéssemos uma avaliação que começa com os seguintes questionamentos: O que tenho feito aos domingos? No domingo tenho gastado minhas energias físicas e psicológicas, em quê? Que diferença, para mim, há entre o domingo e os outros dias da semana? O que Deus tem a ver mais diretamente com o domingo, para mim?

Melhor ainda seria se tomássemos a decisão de usar o Dia do Senhor para feitos especiais, extraordinários, como foi a ressurreição de Jesus. Lembre-se que o Domingo é todo dEle. “Sem domingo, nenhuma adoração; sem adoração, nenhuma religião, sem religião, nenhuma moral, sem moral, então, o quê?”. C. Johnson 

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