quarta-feira, 19 de outubro de 2016

FALA MAIS, PAPAI, FALA MAIS...

FALA MAIS, PAPAI, FALA MAIS...
(Provérbios 16.24)

“Se nunca elogias, nunca critiques”.
Dale Carnigie

Paulo exorta sábia e inspiradamente: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” (Efésios 4:29 RA)  Na mesma carta aos Efésios lemos que um dos resultados da Plenitude do Espírito Santo é o falar com Salmos, ou seja, usar um linguajar mais santo, puro, construtivo e edificante, que denote louvor a Deus. É triste, muito triste, notar os motejos e chocarrices com que rotulamos pessoas, escondendo nossos preconceitos sob a túnica do “bom humor.”

Recentemente li a seguinte história no livro de Daniel C. Luz, Insight 2:

“Certo pai tinha duas filhas. Ele sempre levava a mais velha para passear com ele. Somente quando a mais nova chegou a uma idade onde podia compreender melhor o mundo ao seu redor, resolveu fazer o mesmo com ela. O primeiro passeio dos dois foi a uma lanchonete. Logo que chegaram os hambúrgueres, ele achou que seria o momento perfeito para dizer a ela o quanto a amava e a admirava. – Isabela, quero que saiba que a amo muito; você é especial para o papai e para a mamãe. Temos muito orgulho de você.

Tendo dito isso, ele parou de falar e pegou seu sanduíche para começar a comer, mas não conseguiu levar à boca. Isabela esticou o braço e colocou a mãozinha sobre a mão do pai. Ela fitou os olhos dele e, com uma voz suave e doce, pediu: - Fala mais, papai, fala mais. O pai colocou o sanduíche na mesa e continuou a enumerar os motivos pelos quais ele e sua esposa tanto a amavam. – Você é muito carinhosa, uma boa irmã, cheia de energia.....  Aí novamente pegou o sanduíche e ouviu as mesmas palavras de novo. E isso aconteceu uma segunda, uma terceira, uma quarta vez, e a cada vez, as palavras se repetiam: - Fala mais, papai, fala mais....

O pai não conseguiu comer o sanduíche, mas a filha se banqueteou com as palavras que toda criança deseja ouvir. Alguns dias depois ela correu para a mãe, pulou no colo dela e disse: - Mamãe, eu sou uma filha e tanto. Foi o papai quem falou !”

No livro de Dale Carnegie – COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR  PESSOAS - há um princípio do qual deveríamos sempre nos lembrar: “Se nunca elogias, não critiques”.

Raramente tomamos conhecimento dos danos que causamos quando falamos algo depreciativo sobre alguém, a não ser quando descobrimos, com tristeza, o conceito, justo ou injusto, que outros têm a nosso respeito. O que defendemos nesse artigo, não é que devemos sempre elogiar, pois soa falso o elogio prodigalizado.


Entretanto, se não sabemos fazer uso de palavras que possam ajudar, é melhor emudecer. Tampouco somos defensores do silêncio, quando uma crítica é justa e necessária, vindo sob o manto do amor e da misericórdia. Você e eu sabemos, muito bem, que efeito produz em nossa alma aquelas palavras que mostram amor, solidariedade e compaixão, ditas quando os olhos são fitos um no outro, revelando a verdade explicitada na alma pura. 

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