sábado, 29 de outubro de 2016

O TESTEMUNHO CRISTÃO (Atos 1.8)

(Atos 1.8) 
“Ficar calado quando temos oportunidade de testemunhar, é pecar por omissão”.
Rev. Mauro Sergio Aiello

Jesus, ao despedir-se de seus discípulos lhes disse que receberiam o Espírito Santo para que pudessem testemunhar a seu respeito com poder (Atos 1.8). E muitos nos primórdios do Cristianismo testemunharam sob o poder do Espírito Santo de tal forma que conversões aconteceram aos montões. Os dois primeiros pronunciamentos de Pedro em Atos dos Apóstolos resultaram em um número de decisões aproximado de 5000 pessoas (Atos 4.4), contando-se apenas os homens.

É um equívoco imaginar que somos cristãos só porque temos o nosso nome no rol de membros de uma Igreja Evangélica. Ser membro da Igreja Visível não implica em que sejamos membros da Igreja Invisível. Igualmente, não seremos identificados como cristãos só porque nascemos em um lar evangélico. Como disse meu saudoso irmão Rev. Oliver Thompson: Deus não tem netos; só filhos”.

Em Atos 4.23-31 temos o relato do episódio no qual Pedro e João se reúnem com os irmãos após terem sido soltos pelo Sinédrio com a advertência de que não falassem mais a respeito de Jesus. Lá mesmo, com ousadia eles respondem: “....Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus, pois nós não podemos deixar de falar das cousas que vimos e ouvimos”. Agora entre os irmãos, libertos, eles oram e na oração que fazem há o seguinte pedido: “...agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra,...”.

 “Certa ocasião, Frederico, o Grande, convidou alguns notáveis para participarem, com ele, de um banquete em seu palácio. Todos os generais comandantes deveriam estar ali. Um deles, chamado Hans von Zieten, recusou o convite porque pretendia participar de uma reunião em sua igreja. Algum tempo mais tarde, em outro banquete, Frederico e seus convidados zombaram do general por seus escrúpulos religiosos e fizeram piadas sobre a Ceia do Senhor. Correndo sério perigo de vida, o oficial levantou-se e, respeitosamente, dirigiu-se ao rei com as seguintes palavras:  - "Meu senhor, há um Rei que lhe excede em poder, um Rei a quem jurei submissão até à morte. Eu sou um cristão e não posso me sentar calmamente onde o nome de meu Senhor é desonrado e Seu caráter depreciado.”Os convidados, em silêncio tremiam, sabendo que von Zieten poderia ser morto. Mas para sua surpresa, Frederico pegou a mão deste homem corajoso e lhe pediu perdão, solicitando que permanecesse ali, prometendo que não permitiria mais que tais caricaturas fossem feitas com o nome de Deus”. (Defesa da Fé – Paulo Barbosa – 18.11.2004)

A vida de John Huss, assim como de outros, é um exemplo de testemunho. Esse pré-reformador nascido na Boêmia em 1373, morreu queimado na estaca no dia 06 de Julho de 1415. Huss afirmou diante de seus algozes: “O que digo com meus lábios selo agora com meu sangue”.

A missão precípua da Igreja de Cristo é prestar culto e adoração ao Deus Trino autor da Salvação, e a forma mais legítima de adoração é o cumprimento da Missão que nos foi confiada (Mateus 28.19-20).

Sejamos, portanto, cristãos de verdade testemunhando em todos os momentos e em meio a todas as circunstancias.

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