quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ADVOGADO OU JUIZ?


Certo jovem praticou um crime e temeroso fugiu para bem longe de onde vivia indo parar em um outro estado. Naquele estado tornou-se empregado em uma fazenda de próspero advogado. Sua conduta era de extremo zelo e de honestidade ímpar. Jamais se envolvia com fofocas, não se embriagava, deitava cedo, era cumpridor de suas tarefas fossem elas as mais difíceis de serem realizadas. Mas havia algo na personalidade daquele jovem que intrigava seu empregador.

 Um dia, não resistindo mais a curiosidade em observar o olhar sempre triste no rosto daquele jovem, e conhecedor profundo da alma humana, propriedade que havia adquirido no exercício da advocacia, aquele advogado perguntou ao jovem sobre a razão de ser de tal semblante. O jovem desconversou, mas seu patrão afirmou que sabia haver algo oculto no coração dele e que se a razão de tanta tristeza fosse algum erro cometido, ele, como advogado, estaria disposto a ajudá-lo. O jovem agradeceu e, percebendo a sabedoria do seu patrão, juntou suas coisas e fugiu, mais uma vez.

Passados alguns anos foi reconhecido e preso, sendo levado ao Tribunal. Lá, para sua surpresa, ao adentrar ao Tribunal onde sua causa seria julgada, deparou-se com o Juiz que não era outra pessoa senão aquele seu ex-patrão. O juiz então tomou o processo em suas mãos e ordenou que o meirinho o levasse à uma sala anexa ao Tribunal. Assentaram-se e após a leitura do essencial da juntada, o Juiz disse ao jovem: - Querido lamento que isso tenha ocorrido com você. Quando você ainda era meu empregado eu quis saber a razão de sua tristeza e certamente se você tivesse sido sincero e aberto seu coração a mim, eu, certamente o teria ajudado na condição de seu advogado, agora, infelizmente, como juiz, cumpre-me apenas a tarefa de proferir sua sentença.

De certa forma é isso que acontece em nossa relação com Cristo. João diz que temos um advogado chamado Cristo. Quando pecamos, e isto é possível infelizmente, devemos ser sinceros, verdadeiros, e assim buscar Jesus para poder pedir ao Pai, por seu intermédio, que nos absolva, nos perdoe e permita continuar nossa jornada aqui.

João diz que Jesus é propiciação, ou em outras palavras Jesus foi o sacrifício no qual Deus manifestou sua justa penalidade contra nosso pecado. Aqui temos João apontando para Jesus como Sacerdote (aquele que nos representa diante de Deus – nosso advogado), mas também como o cordeiro que foi morto para fazer justiça a respeito do pecado. Não podemos desprezar e dispensar a atuação eficiente e eficaz deste advogado chamado Cristo.

Quando João afirma que Jesus fez propiciação pelos pecados do mundo todo, ele está dizendo que não há raça, tribo, nação, que não possa ser alcançada pelo Salvador Jesus em seu ato expiatório, propiciatório. João diz que há no mundo todo, gente que pode ser representada por esse incomparável advogado chamado Jesus, independentemente de raça tribo ou nação.

Hoje é tempo de dobrarmos nossos joelhos e clamarmos em busca de restauração e avivamento que começam exatamente quando compreendemos aquilo que somos e o que Deus em Cristo fez por nós. "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar; invocai-o enquanto está perto". (Isaias 55.6)

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