terça-feira, 22 de novembro de 2016

NUNCA SE SABE...


Há alguns anos, numa pequena vila de pescadores na Holanda, um jovem ensinou ao mundo sobre as recompensas do serviço altruísta. Como a vila dependia exclusivamente da pesca, uma equipe de resgate, formada por voluntários, era necessária para casos de emergência.

Numa noite de ventos enfurecidos, uma terrível tempestade virou um barco de pesca em alto mar. Encalhado e com problema, a tripulação enviou um S. O. S.. O capitão da equipe de resgate deu o alarme e, em pouco tempo, os aldeões reuniram-se na praia. Enquanto a equipe arremessava seu barco a remos e lutava contra as ondas selvagens, os aldeões esperavam inquietos na praia, segurando lampiões para iluminar o caminho de volta.

Uma hora mais tarde, o barco de salvamento reapareceu no meio do nevoeiro, alegrando os aldeãos que correram para saudá-los.

Caindo exaustos na areia, os voluntários informaram que o barco de salvamento não podia comportar mais ninguém e tiveram que deixar um homem para trás.

Mais uma pessoa a bordo e, seguramente, o barco de salvamento afundaria e tudo estaria perdido.

Freneticamente, o capitão solicitou outra equipe de voluntários para buscar o sobrevivente solitário. Hans, um jovem de dezesseis anos deu um passo à frente. Sua mãe agarrou seu braço, implorando: - Por favor não vá. Seu pai morreu num naufrágio há 10 anos e seu irmão mais velho, Paul, se perdeu no mar há apenas duas semanas. Hans, não quero perdê-lo também. Você é o único tesouro que ainda tenho. Hans respondeu: - Mãe, eu tenho que ir. Se eu não puder ir, como poderemos deixar outra pessoa ir? Mãe, eu tenho que fazer meu dever. Quando o serviço nos chama, todos precisamos fazer a nossa parte. Hans beijou sua mãe, juntou-se a equipe e desapareceu no meio da noite.

Outra hora se passou, o que para a mãe de Hans pareceu uma eternidade. Finalmente, o barco de salvamento surge do nevoeiro com Hans, em pé, sacudindo os braços. Entrando no mar para ajudar a puxar o barco, o capitão perguntou: - Conseguiram encontrar o homem perdido? Mal conseguindo se conter, Hans excitadamente gritou de volta: - Sim, nós o encontramos. Conte para minha mãe que é meu irmão mais velho, Paul! (Extraído da Internet em 04.07.2006)

Essa vida tem mesmo muitas surpresas reservadas para nós. Conta-se que certa vez um jovem de passagem pela Escócia, resolveu nadar em um lago. Todavia, começou a se afogar. Outro jovem pulou nas águas e o salvou. O pai do menino que havia sido salvo quis recompensar o outro, mas o jovem herói disse que não era preciso.. Entretanto, o homem em uma atitude de gratidão, pagou todos os estudos dele. Formou-se em medicina. No ano de 1948 esse médico foi chamado para prestar socorro ao primeiro ministro britânico, Winston Leonard Spencer Churchill, que era, por “coincidência”, o mesmo menino que ele, Alexander Fleming, salvara quando este se afogava em um lago na Escócia. Duas vezes salvo pela mesma pessoa. Há um versículo na Bíblia que diz em Eclesiastes 11:1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”.

  Nunca sabemos quais serão exatamente as consequências de nossos atos ou palavras. Assim seria de boa escolha que primássemos sempre em pensar e em fazer o bem para todos ao nosso redor.

   Recordo-me de que quando trabalhava na indústria farmacêutica fiz um favor a um dos médicos para quem fazia propaganda dos medicamentos do laboratório no qual eu trabalhava. Ofertei a um dos seus pacientes um tratamento completo de amicacina, um antibiótico caríssimo na época, o que ajudou com que o paciente se recuperasse plenamente de sua doença. Os anos se passaram e eu mudei de setor. Lá no novo setor fiquei sabendo de um médico que se recusava a atender os propagandistas. Eu não sabia quem era, mas descobri de forma surpreendente ser ele. Encontramo-nos, acidentalmente quando ele saia do elevador e se dirigia ao seu consultório. Olhamos-nos e nos abraçamos como dois bons amigos. Ele me disse, na frente de todos os outros propagandistas que aguardavam serem atendidos por outro médico do consultório ao lado: - Aiello, que alegria poder rever você depois de tantos anos. Entre, vamos tomar um café.

   Entramos em seu consultório e a partir daquele dia, eu, apenas eu, podia fazer propaganda para ele. Até hoje sou grato pelo fato dele prescrever os medicamentos do laboratório no qual eu trabalhava o que fez aumentar a vendagem dos mesmos nas farmácias do meu setor.

   Nunca se sabe quando um bem semeado se tornará em uma árvore recheada de frutos, mas com certeza, sabemos que fazer o bem é algo que faz bem. É bom olhar na semente vendo nela já, uma árvore repleta de frutos.

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