quinta-feira, 17 de novembro de 2016

RESTAURA-NOS SENHOR.


Jeremias 17.14

A mais grave de todas as enfermidades é aquela que acomete a alma. Seus sintomas são: desânimo, tristeza, anorexia (falta de apetite) da Palavra de Deus, apego exagerado aos bens materiais, extremado espírito crítico e tantos outros.

Não são poucas as vezes nas quais nos encontramos assim. O diagnóstico normalmente aponta para o pecado como a causa principal daqueles sintomas. Quando pecamos, nos afastamos de Deus, porque Ele é Santo, todo Reto e Justo.

Eis aí uma geografia desconfortável, que incomoda, que aflige; andarmos longe de Deus. Qualquer sentimento que não seja de extremada contrição, qualquer desejo que não seja de total recuperação, poderá nos levar para mais longe de Deus. Um exemplo clássico deste abismo existencial foi o rei Saul. De erro em erro, de pecado em pecado, perdeu o respeito e a dignidade. Começou muito bem, todavia, sua derrocada foi de completa humilhação e vergonha. Na maioria das vezes sabe muito bem como tudo começa, mas, não sabemos como elas vão terminar.

Um dia destes, um cristão estava aflito e triste porque percebera de forma muito clara que estava andando por caminhos que não agradavam absolutamente o coração de seu Deus. Então clamou e chorou na presença de Deus, e o Senhor restaurou sua alegria, lhe deu reavivamento, ânimo, fome pela Palavra, anseio por bens espirituais, atitudes de extremada misericórdia em relação ao próximo.

Judá (Reino do Sul) nos dias de Jeremias vivia de forma rebelde, desobediente, e havia apostatado. Durante quarenta anos Jeremias profetizou contra este desvio de conduta. Judá, por inúmeras vezes, curvara-se diante de outros deuses. Deuses estranhos, frutos da imaginação humana. Jeremias foi comissionado por Deus para profetizar, advertindo o podo de Judá a que se arrependesse e mudasse de atitude em relação ao Deus Eterno, Jeová. Então Jeremias clama de forma pessoal: “Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor” (Jer. 17.14).  O próprio profeta sentia-se culpado, em dívida com Deus. Jeremias, parece-nos, sentia-se responsável pela situação de decadência moral, ética e religiosa de Judá. Então clama: “Cura-me, salva-me...”.

Queridos leitores: é necessário que nos coloquemos diante deste Deus todo Santo, Reto e Justo e clamemos a plenos pulmões a exemplo de Jeremias: “Cura-nos, Salva-nos, Senhor. Tu és nosso louvor”. Não devemos deixar de clamar, enquanto não sentirmos aquele prazer de cantar, aquele desejo de nos reunirmos para cultuarmos ao Deus Eterno, aquele gozo em abrir a Bíblia e meditar nela encontrando lições que nos motivem a pratica de uma vida realmente piedosa. Não devemos deixar de clamar enquanto não sentirmos a alegria, o gozo do Espírito em nós. Não devemos deixar de clamar enquanto não sentirmos que o primeiro amor é revivido em nós.

É de restauração que estamos falando prezados leitores. Você não está precisando? Ora, sejamos verdadeiramente humildes e admitamos; todos nós precisamos de restauração, de cura, de salvação. Clamemos então:

Deus Eterno e bom tens nosso coração.
Onde podes habitar e começar tudo de novo
Ó Deus de terna misericórdia, ouve-nos a oração!
Restaura e reaviva agora todo teu povo.

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